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Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro, 2007

O estudo que a imprensa não quer ler

Postado em 18 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

JORNALISMO ECONÔMICO
Observatório da Imprensa: Por Luciano Martins Costa em 16/10/2007

Jorge Simino é um economista conceituado. Atualmente, responde pela estratégia de investimentos da Fundação Cesp, o fundo de pensão formado por funcionários das empresas de energia elétrica de São Paulo. Ele é velho conhecido de jornalistas da área financeira, uma daquelas fontes que os repórteres e colunistas costumavam consultar, quando era chefe do departamento de pesquisas do Unibanco ou como sócio da MS Consult, uma consultoria de investimentos de bom conceito entre jornalistas.

Simino gosta de se qualificar como um “dinossauro” do mercado, daqueles profissionais amadurecidos no fogo das cotações, que aprenderam a ver mais do que os números e não misturam análise financeira com política. Seus pareceres são encontrados sempre depois do primeiro intertítulo das reportagens, na profundidade a que se dedicam apenas os leitores interessados nas sutilezas da análise. Mais próximo da superfície, o leitor vai encontrar sempre o consultor que é também ex-ministro ou ex-diretor do Banco Central – aquela fonte que condiciona o lead da reportagem e cuja interpretação sempre coincide com a visão da mídia.

Pois Jorge Simino saiu-se na semana passada com uma análise heterodoxa sobre a questão da carga tributária e sobre a dívida pública brasileira. Seu estudo, publicado com exclusividade pela revista Época, não encontrou repercussão no resto da imprensa durante o final de semana, embora traga uma interpretação que, levada a sério, deveria afetar profundamente os debates sobre a política econômica do governo e o noticiário que recobre questões como a prorrogação da CPMF e a contratação de funcionários para o serviço público federal.

Carga tributária não subiu ! Leia o resto do artigo »

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Porque fazer política industrial?

Postado em 18 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Essa veio de Portugal. O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egypt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã. Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in the Chech Republic),barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China). Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Switzerland). Depois de preparar as torradas de trigo (Made in USA) na sua torradeira(Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand)para ver as previsões meteorológicas. Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego. Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seutelemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes. Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made inDenmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL… 

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Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Brasil

Postado em 18 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

pesquisa-industrial-mensal-producao-fisica-brasil.doc

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Miragens brasileiras: do etanol às máquinas

Postado em 18 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 (Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 5)(Newton de Mello – Diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp))

 Outubro de 2007 – Com a cotação do dólar prosseguindo em queda contínua e inexorável frente ao real, o Brasil precisa voltar a se preocupar com o futuro das atividades produtivas no País. Sem uma política industrial consistente, e sem uma política agrícola nacional, contemplamos os setores produtivos brasileiros totalmente a mercê de um câmbio flutuante, que não só impede qualquer tipo de planejamento como condena muitas empresas e atividades econômicas à extinção!

Todo um esforço de uma geração inteira de empresários, engenheiros, técnicos e trabalhadores especializados é subitamente anulado pelo deslocamento de parcelas significativas de suas categorias profissionais para outras atividades, sem quaisquer vínculos com a formação que receberam. E isso tudo em nome dos bons desempenhos dos indicadores macroeconômicos que o Brasil vem demonstrando nos últimos cinco anos. Leia o resto do artigo »

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Fiesp apresenta propostas financeiras para segurar câmbio

Postado em 17 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

17/10/2007 – 14h19  YGOR SALLES da Folha Online

A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) apresentou nesta quarta-feira propostas para tentar brecar a queda da cotação do dólar ante o real –que fechou ontem a R$ 1,824 para a venda.

As medidas são fundamentalmente ligadas ao setor financeiro. A entidade deu este foco à proposta devido a um estudo do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex), também divulgado hoje. Ele aponta que 96,6% da entrada de dólares no país no primeiro semestre deste ano é oriunda da Conta Financeira (investimentos diretos, em carteira, em derivativos e vindos de organismos multilaterais).

Segundo o estudo, dos R$ 61,6 bilhões de saldo positivo no Balanço de Pagamentos brasileiro no primeiro semestre, apenas R$ 4,4 bilhões advém das Transações Correntes –que inclui, entre outros, as balanças comercial e de serviços.

Este dado, para a Fiesp, derruba a tese de que a taxação de exportações e a facilitação das importações seriam suficientes para segurar o câmbio. Leia o resto do artigo »

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Delfim Netto : Um verdadeiro desmancha-prazeres

Postado em 17 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 DCI

Outubro 2007

O melhor desempenho da economia ocorrido este ano em relação ao ano passado (exemplos como safra maior de grãos, crescimento da renda em geral das atividades agropecuárias e da produção mineral e a mais recente reanimação do dinamismo no setor industrial) não estimula a discussão sobre alguns aspectos críticos do nosso processo de desenvolvimento numa perspectiva de mais longo prazo.

Sob este prisma, parece que a índole brasileira não muda: se as coisas estão melhores, a produção industrial cresceu em agosto 6,5% mais do que no mesmo mês de 2006, o desemprego está se reduzindo e cresce a renda do trabalhador, por que motivos um “desmancha-prazeres” tem de assustar as criancinhas antecipando problemas de estrangulamento da infra-estrutura, com aumento do Custo-Brasil, queda no ritmo de crescimento das exportações e o retorno do fantasma do constrangimento externo? Leia o resto do artigo »

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Vitamina contra o nanismo estatal

Postado em 17 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 Folha de S. Paulo 

5/10/2007

João Sicsú

Uma carga tributária elevada é inaceitável apenas quando os impostos são altos e os serviços públicos são precários

É FUNDAMENTAL analisar o Orçamento público e o tamanho do Estado, ou seja, sua capacidade de gerar bem-estar. Aparentemente, essas coisas estariam relacionadas: quanto maior o Orçamento, maior a capacidade do Estado de ofertar serviços e bens públicos de qualidade. Entretanto, a máxima “as aparências enganam” aplica-se aqui: o Orçamento no Brasil tem tamanho considerável, aproximadamente 40% do PIB, mas o Estado brasileiro sofre de nanismo.

O tamanho do Orçamento mede-se pela carga tributária mais a capacidade de realização de déficits públicos. A carga tributária e o tamanho do PIB são as variáveis que explicam a arrecadação. Já a capacidade de endividamento depende, especialmente, da confiança do público na capacidade do governo de honrar a sua dívida.

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Luciano Huck versus Ferréz

Postado em 16 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

para quem não acompanhou a contenda, vale a pena, só pela resposta do Ferréz. Leia o resto do artigo »

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