prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro, 2007

A Previdência e a menopausa

Postado em 25 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 CORREIO DA CIDADANIA

Escrito por Henrique Júdice Magalhães 

Out-2007 

No Valor Econômico de 24/09, o economista Fabio Giambiagi prega a modificação das atuais regras de aposentadoria das mulheres. A aposentadoria feminina, explica ele, seria como a menopausa: um problema do qual só agora os especialistas passaram a dar-se conta, já que, antigamente, eram poucas as que viviam até chegar a ambas.

A diferença é que, se num caso a preocupação da medicina é reduzir os transtornos sofridos pela mulher na maturidade, no outro o colunista do Valor quer aumentá-los. Giambiagi propõe um aumento de 3 anos no tempo de contribuição exigido. A aposentadoria feminina por tempo de contribuição, para ele, é “um problema fiscal” -  particularmente grave na medida em que as mulheres “representam metade da população” e o número das que a recebem, hoje, “é de mais de 900 mil” . Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | 1 Comentário »

Juro é responsável por gasto maior, diz Ipea

Postado em 25 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

  VALOR – 10/2007

Sergio Leo

Um dia após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) interromper a sucessão de cortes na taxa de juros, o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, apontou que as despesas com juros da dívida pública têm maior responsabilidade no aumento das despesas do governo que os gastos com pessoal. “Se o Brasil mantivesse taxa de juros comparável internacionalmente, o gasto com a dívida poderia ser 3% a 4% do PIB menor”, disse. “E temos maiores despesas quando a economia cresce pouco”. 

Pochmann evitou criticar diretamente a decisão do Copom. Disse ser cedo para fazer uma análise das conseqüências da interrupção na queda do juro, embora a medida tenha “evidente” repercussão sobre as decisões de investimentos dos empresários, que será sentida em 2008. “É preciso considerar qual será a decisão do Copom na próxima reunião”, argumentou. “É o que demarcaria, para quem toma decisões, se o BC fez uma parada para avaliar e, depois, continuar reduzindo, ou, se de fato, é uma parada na queda das taxas”.  Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Dívida pública interna sobe para R$ 1,2 tri

Postado em 24 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Do Tribuna da Imprensa

 BRASÍLIA – A dívida pública mobiliária federal interna subiu 0,99% em setembro ante agosto, atingindo R$ 1,2 trilhão. O resultado, de acordo com a nota do Tesouro divulgada ontem, ocorreu por conta de emissão líquida de títulos no valor de R$ 697 milhões e também pela apropriação de juros de R$ 11,049 bilhões. A parcela prefixada da dívida subiu de 36,43% em agosto para 36,84% em setembro. A participação da dívida atrelada a índices de preços subiu de 24,85% para 25,66%. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Capitão Nascimento, o novo herói brasileiro

Postado em 24 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

   Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Carta IEDI / Para Resolver o Problema do ICMS Retido dos Exportadores

Postado em 24 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

para-resolver-o-problema-do-icms-retido-dos-exportadores.doc

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Pronunciamento de Genuíno

Postado em 24 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 ”O modelo neoliberal da gestão pública é a privatização, a terceirização e a precarização do serviço público; o modelo democrático e popular é a recuperação do Estado como promotor da cidadania. Nesse debate quero manifestar o meu apoio à declaração do Presidente Lula em solenidade no Rio de Janeiro e fazer alguns esclarecimentos.”

http://www.genoino.org/parlamento_ver.php?idParlamento=34

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Financeirização e estabilidade política

Postado em 23 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 3)(Luiz Guilherme Piva – Economista (UFJF), mestre (UFMG) e doutor (USP) em Ciência Política. Próximo artigo do autor em 6 de novembro )

Os aplicadores sabem fazer contas e vencer no jogo e não querem que a remuneração caia abaixo de determinado ponto

23 de Outubro de 2007 – A forma de assegurar ganhos, que era a inflação até 1995, passou a ser os juros. O Banco Central (BC), depois de quase dois anos de quedas consecutivas, estancou a redução dos juros nominais (Selic), que foram mantidos em 11,25%. Com a inflação em cerca de 4%, os juros reais são de 7% ao ano. Modelos econométricos que ponderam variáveis como Produto Interno Bruto (PIB) real, PIB potencial, inflação, risco-Brasil e necessidades do setor financeiro concluem que esse deve ser o piso para evitar o caos. Piso, nesses modelos, é chamado de taxa de equilíbrio. E o caos seria o fim dos ganhos de arbitragem dos aplicadores, que pegam dinheiro barato lá fora e o multiplicam aqui valendo-se dos juros e do câmbio.

Todo mundo deve ter alguma tia que, nos planos que reduziam drasticamente a inflação, xingava o governo por ter minguado o rendimento da poupança. A mesma tia, ou outra, deve ter vociferado com o fechamento dos bingos. Elas não sabem que o ganho real aumenta com a redução da inflação nem que os bingos tendem a espoliá-las.

Os aplicadores financeiros, diferentemente, sabem fazer contas e vencer no jogo atual. Por isso, agem como aquela tia: não querem que a remuneração caia abaixo de certo ponto nem que o cassino deixe de funcionar. E, ao contrário das tias, têm poder para fazer valer seus interesses. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | 6 Comentários »

Casa de mãe Joana

Postado em 23 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

(Publicado no Jornal do Commercio de 17/10/07)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

Nos últimos tempos, tem sido repetitivo, na mídia, um monólogo de articulistas e personalidades brasileiras, com afirmações do tipo: “a nona rodada de leilões da ANP deve ocorrer, mesmo que o petróleo descoberto seja exportado, pois o Brasil lucra com a exportação” e “se o monopólio do urânio continuar existindo, o Brasil deixará uma riqueza intocada na terra até ela perder seu valor econômico”, sempre em detrimento dos interesses da nossa sociedade e em benefício de interesses particularistas.

Na política mineral, é importante saber que tipo de agente econômico deve explorar cada minério e em que ritmo, identificando as parcelas da jazida destinadas aos consumos próximos e futuros e para exportação. Adicionalmente, deve ser fixada uma taxação justa para a atividade, que remunere o agente e beneficie a sociedade, alem de se objetivar, com a ação dos agentes, a maximização das compras locais dos bens e serviços, da obtenção no país das tecnologias necessárias, da geração de empregos e do impacto no desenvolvimento regional e nacional. Quanto mais importante sob o ponto de vista estratégico for o mineral, maior cuidado deve-se ter no planejamento da sua exploração.

Assim, antes de qualquer decisão ser tomada, torna-se imprescindível saber se o bem mineral é escasso no mundo e no país, o valor do produto mineral no mercado, seus custos de extração e beneficiamento, o grau de dificuldade das tecnologias de exploração, produção e beneficiamento etc. Se um mineral é escasso, é necessário que razoável parcela do elevado lucro gerado em sua comercialização seja retirada do agente econômico e fique para a sociedade. Infelizmente, em nosso país, o lucro advindo da produção de petróleo é pouco taxado, quando comparado com as taxações da Noruega, Venezuela, Bolívia, Equador e outros países.

O petróleo deve ser examinado, também, pela sua importância estratégica para o desenvolvimento do país, outro ponto não considerado na política brasileira para o setor, pois as reservas do nosso país não ultrapassam 25 bilhões de barris, incluindo as já descobertas e as a descobrir. Assim, a nona rodada de licitações para concessão de novas áreas a serem exploradas, já em andamento, não deveria ocorrer, pois as correspondentes descobertas serão todas exportadas, e o modelo do setor, implantado há dez anos, deveria ser reformulado, pois já entregou cerca de dois bilhões de barris, nas sete rodadas já realizadas, a empresas estrangeiras, autorizadas a exportá-los, à medida que forem produzidos.

No caso do urânio, querer exportar Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Energia, Paulo Metri, Sergio Ferolla | Sem Comentários »