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Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro, 2007

A nova “conjuntura” do IPEA

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

VINICIUS TORRES FREIRE

Sob nova direção, instituto federal de pesquisa muda todo sistema de análise, projeções e estudos macroeconômicos

O IPEA está de mudança. Pelo andar da carruagem, vai habitar um lugar bem diferente e inusual na paisagem homogênea do debate econômico brasileiro.

O Ipea, instituto federal de pesquisa econômica, é mais conhecido por seus boletins de conjuntura e pelos cerca de 80 textos que publica anualmente, pesquisas que tratam de ambiente a finanças, de inovação a turismo. De lá surgiram estudos que influenciaram muito da discussão da última década e meia sobre desigualdade e reformas previdenciária e tributária, por exemplo.

Nos periódicos do instituto, vão aparecer as primeiras mudanças da nova direção, a cargo de Marcio Pochmann, presidente do Ipea, e de João Sicsú, diretor de estudos macroeconômicos, ambos de esquerda. Leia o resto do artigo »

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ASSUSTADOR!! Reviraram as entranhas do setor elétrico e descobriram que está tudo podre

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

  CORREIO DA CIDADANIA

Grandes Consumidores prevalecem no setor elétrico Escrito por Valéria Nader   25-Out-2007

  Em meados de 2005, o Correio elaborou uma edição especial sobre o setor elétrico brasileiro (agora veiculada em nossa Seção Especial, acessada pela página principal), resgatando as origens das mazelas no setor, desde a antiga promiscuidade entre interesses públicos e privados, as privatizações de FHC e o estrondoso racionamento de energia no período, até as propostas de mudança no modelo elétrico em avaliação no primeiro mandato do governo Lula.

  Desde então, ficaram claras a reversão de expectativas de técnicos e estudiosos quanto a uma mudança mais profunda no modelo, resgatando um papel central para a Eletrobras no planejamento, assim como a persistência da ótica do mercado na condução do setor, com privilégio para os grandes consumidores.

  Alguns recentes acontecimentos que afetam diretamente o setor elétrico – entre eles, a demissão do diretor de Gás e Energia da Petrobras, Ildo Sauer, pelo governo, primordialmente em função de discordâncias no que se referia à administração das termelétricas -, ao lado ainda da crescente importância que vêm adquirindo diferentes opções energéticas face à degringolada ambiental, motivou-nos à retomada de tema tão crucial ao desenvolvimento do país.

  Para fazê-lo, conversamos com o engenheiro, consultor no campo da energia e ex-assessor da presidência da Eletrobras na gestão de Luiz Pinguelli, Roberto D’Araújo. Crítica em relação às anomalias a que foi conduzido o setor, mas mantendo-se dentro de uma larga, responsável e acurada análise técnica, amplamente acessível aos leigos, essa primeira parte de sua explanação é um retrato cristalino da atual conjuntura elétrica do país.

  Na segunda parte da entrevista, que será também logo publicada por este Correio, serão avaliadas as opções de energia mais viáveis ao nosso país atualmente, os impactosdas hidrelétricas, as críticas dos ambientalistas e o risco de novo apagão.

  Confira abaixo.

  CC: Em meados de 2005, o Correio elaborou um caderno especial sobre o setor elétrico, e especialistas por nós consultados (você entre eles) foram unânimes na avaliação, já naquele momento, de que o modelo do setor elétrico inicialmente projetado pelo governo Lula havia ido às calendas. O “Pool”, como uma entidade governamental que agregaria o Operador Nacional de Sistema (ONS), o planejamento e a Câmara de Comércio, e que centralizaria a compra e venda de energia, sem a necessidade de leilões, havia se transformado em um modelo caótico em que todas as distribuidoras compravam de todas as geradoras. Como evoluiu isso de lá pra cá? Leia o resto do artigo »

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Dica de leitura / Clarice Lispector : uma iniciada sem seita

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Introdução: Vestígios de uma identidade

Sou uma iniciada sem seita.

Água Viva (1973)

     O surgimento de Clarice Lispector (1920-77) no cenário literário brasileiro dos anos 40 representou um verdadeiro choque para críticos e leitores da época. E continua sendo até hoje uma experiência, no limite, indecifrável,seja para seu público cativo, seja para os que dela se aproximam pela primeira vez. Daí, talvez, as centenas de artigos, ensaios e teses que rondam sua obra, tentando decifrar o que, afinal, provocaria tanto fascínio para alguns e tanto mal-estar e perplexidade para outros. Mitificada ou rejeitada ao longo de mais de 30 anos de produção literária – passando por romances, contos, crônicas e livros infantis -, a mulher e escritora Clarice Lispector resiste a todas as tentativas de enquadramentos,classificações ou definições. O que ela pensava da vida talvez pudesse estender-se a sua própria pessoa: “O mundo me parece uma coisa vasta demais e sem síntese possível”.

     Em vários depoimentos, entrevistas e cartas, ela insistia em preservar-se,mas frustrava as expectativas de que fosse uma personalidade misteriosa ou exótica: “Levo uma vida muito corriqueira. Crio meus filhos. Cuido da casa. Gosto de ver meus amigos. O resto é mito”. Leia o resto do artigo »

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Diretor do Ipea defende limite de gastos com juros

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 Folha de São PauloOutubro 2007

Para João Sicsú, despesas do governo com o pagamento de juros da dívida pública não geram empregos nem bem-estar

Com a taxa de câmbio valorizada, economista alerta para o risco de déficit em transações correntes no próximo ano

PEDRO SOARES  DA SUCURSAL DO RIO

Tido como desenvolvimentista entre os economistas do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), João Sicsú, novo diretor de Estudos Macroeconômicos do órgão, afirma que a economia vai bem, mas existem duas fragilidades: a taxa de juros ainda é muito alta, e a taxa de câmbio está demasiadamente valorizada. Leia o resto do artigo »

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A necessária expansão das idéias

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

(Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 3)(Ozires Silva – Diretor-presidente da mantenedora da Universidade de Santo Amaro. Ex-presidente da Embraer. Próximo artigo do autor em 12 de novembro)

O Brasil e a América Latina necessitarão de um mercado de idéias mais ativo para reagir aos desafios do desenvolvimento futuro

Outubro de 2007 – São ainda poucos os estudos de reconhecida qualidade nos países periféricos. É surpreendente constatar que certos segmentos industriais, e mesmo nossa população no Brasil, mostram pouca curiosidade pelas oportunidades abertas nos nossos dias pela globalização da economia e pela busca do novo consumidor mundial. Parece que uma boa parcela do nosso sistema produtivo esteja pouco consciente do valor das novidades e da incrível capacidade de inovar que invade o mundo mais avançado. Na mesma direção, muitos parecem não constatar a conexão entre essa tendência e a ascensão econômica estonteante, beneficiando algumas das nações, em particular as sociedades emergentes, entre outras.

Apesar desse movimento crescente por parte dos consumidores, também é curioso constatar que, em que pese a crescente presença das economias emergentes nos mercados mundiais, boa parte das pesquisas, sejam em economia, negócios, política social ou relações internacionais, ainda se originam nas nações tradicionais do Ocidente. Leia o resto do artigo »

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Uma nova agenda de desenvolvimento

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Jornal Monitor Mercantil, 20-06-07.

por Rodrigo Loureiro Medeiros 

“Idéias, conhecimento, ciência, hospitalidade, viagens – estas são as coisas que por sua natureza deveriam ser internacionais. Mas deixe-se que os bens sejam caseiros sempre que seja razoável e conveniente, e acima de tudo deixe-se que as finanças sejam principalmente nacionais”. John Maynard Keynes, National Self-Sufficiency (Yale”s Review, 1933).

Logo após o término do Programa de Metas, mergulhou-se intelectualmente na investigação das causas da inflação brasileira. Diversos estudiosos buscaram diagnosticar as dificuldades de se sustentar o processo de desenvolvimento econômico brasileiro com uma inflação moderada. A inovadora análise de Ignácio Rangel destacou-se.

O problema precisaria ser encarado de forma estrutural, ou seja, qualquer política ortodoxa agravaria o quadro recessivo e não seria capaz de desenvolver de forma sustentada o país. Situações inflacionárias de câmbio e de custos permeavam a história econômica brasileira ao longo do século XX. Leia o resto do artigo »

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Brasil é o emergente que mais exporta tecnologia

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

                                                                           Do Hoje em Dia em 28 de outubro de 2007 

Cássia Eponine
Repórter

O Brasil é o país com a pauta de exportações mais diversificada entre seus colegas emergentes. A participação dos setores intensivos em tecnologia também é maior por aqui (17%) do que em outros emergentes como Argentina (3,9%), Rússia (3,9%), Austrália (8,3%), Índia (8,5%) e África do Sul (11%), segundo o estudo “A especialização do Brasil no mapa das exportações mundiais”, do economista Fernando Puga, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Fora da América do Norte, Sudeste Asiático e Europa, o Brasil é a economia com maior volume de exportações desses bens”, constata Puga. O economista cita como exemplos o desenvolvimento do setor da aeronáutica – um forte exportador de produtos intensivos em tecnologia – o bom desempenho de máquinas e equipamentos e até mesmo dos produtos de informática, tradicionalmente dominado pelos asiáticos.

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Dívidas dos estados e municípios com precatórios chega a R$ 100 bilhões, calcula OAB

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

  Do Correioweb/Da Agência Brasil em 26 de outubro de 2007  

Até 2004, a dívida dos governos estaduais e municipais com precatórios – títulos de dívidas do governo decorrentes de decisões judiciais – era de R$ 64 bilhões, de acordo com o último levantamento do Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, com a incidência de juros, correção monetária e novas dívidas, esse valor deve chegar a R$ 100 bilhões, 56,25% a mais, como avalia a Ordem dos Advogados do Brasil. O pagamento dos títulos deveria ser feito no prazo máximo de 18 meses, mas de acordo com presidente da Comissão de Precatórios da Seção Mineira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), José Alfredo Baracho Júnior, há muito o prazo foi ultrapassado.
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