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Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro, 2007

Pensar e debater para mudar

Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

             Publicado no Jornal do Commercio de 09/07

      Roberto Saturnino Braga  ex-senador do RJ e presidente do Instituto
           Solidariedade Brasil (ISB) e Paulo Metri  diretor-geral do IS

Depois do término da ex-União Soviética, alguns precipitados defensores do
capitalismo como a melhor forma de organização econômica das sociedades,
falaram de forma desejosa que o sonho socialista tinha acabado, a História
a partir desse instante seria uma mesmice, o capitalismo tinha provado a
sua superioridade etc. Felizmente, esse surto passou rápido, mas restou um
vazio.

Hoje, sabe-se muito bem que o capitalismo, a menos que sejam colocadas
salvaguardas, é um sistema concentrador de renda e gerador de excluídos. Em
algumas sociedades, como os países do norte da Europa, com forte controle
do Estado pela sociedade, o Estado ainda consegue colocar rédeas no
capitalismo e transformá-lo em um sistema socialmente comprometido. Mas,
para países em desenvolvimento, em geral, ele tem demonstrado acirrar a
desigualdade de renda, permitindo inclusive a usurpação por parte do
capital externo de lucros e riquezas no país, em detrimento da sociedade. Leia o resto do artigo »

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Integração sul-americana e a Petrobras global

Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

  VALOR – 26/09/2007
 Carlos  Lessa é professor titular de Economia Brasileira da UFRJ. Escreve
 mensalmente às quartas-feiras. E-mail: carlos-lessa@uol.com.br

 Em 2005 a Petrobras fechou acordo com a Pedevesa, compreendendo um elenco
 de  projetos  conjuntos.  Haveria  a troca de participações entre as duas
 estatais petroleiras sul-americanas, sendo que a Pedevesa participaria na
 refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e a Petrobras no campo petrolífero
 Carabobo I (Venezuela). No mesmo bloco, haveria participação da Petrobras
 na  exploração  do extremamente importante e promissor depósito de gás na
 província  de  Mariscal  Sucre.  Há dois anos, está lançada a idéia de um
 gasoduto  que remeteria gás natural das imensas jazidas venezuelanas para
 complementar o consumo industrial brasileiro e suprir Buenos Aires. Seria
 a coluna vertebral do início de uma integração pela energia na América do
 Sul.

 Consistiria  em  um eixo que possibilitaria articular Uruguai, Paraguai e
 talvez  Chile na equação energética continental com um combustível que, a
 cada  dia,  vê  aumentada  sua  importância  ante o débil crescimento das
 reservas  internacionais  de  petróleo,  frente  à  evolução  do  consumo
 internacional do combustível. Leia o resto do artigo »

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O preocupante produto potencial

Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

VALOR – 09/2007

Antonio Delfim Netto é professor emérito da FEA-USP, ex-ministro da Fazenda, Agricultura e Planejamento. Escreve às terças-feiras

Não é preciso ser um economista para saber que o nível de investimento anual (público mais privado), é fundamental para determinar a capacidade produtiva da sociedade. Num determinado período de tempo, digamos um ano, o estoque de capital humano que ela dispõe (sua força de trabalho que incorpora sua educação e higidez) manipulando o seu estoque de capital (com a tecnologia nele incorporada e o nível de qualidade da infra-estrutura), produz um dado volume de bens e serviços a que chamamos de Produto Interno Bruto (PIB). Nesse processo consomem-se tanto a energia da “força de trabalho”, que é recuperada pela ingestão de parte dos alimentos produzidos, como o capital físico, cuja depreciação deve ser reposta. 

É uma questão óbvia que o avanço do PIB depende: 1) do aumento da quantidade e qualidade dos fatores de produção disponíveis, isto é, do seu capital humano e do seu capital físico; e 2) da forma pela qual eles se combinam, ou seja, de como o capital humano manipula o capital físico para produzir o PIB.  Leia o resto do artigo »

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Economista ataca gasto com juro

Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 O Estado de S. Paulo 

9/2007

Fabio Graner 

Gomes de Almeida, ex-secretário de Política Econômica, propõe criar um comitê da dívida

Preocupado com os elevados gastos do governo com juros, o ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e professor da Unicamp, Júlio Sérgio Gomes de Almeida, quer mudança na administração da dívida pública. Em entrevista ao Estado, ele afirmou que o peso dos juros nas contas públicas exige que as diretrizes e a própria gestão da dívida fiquem não mais nas mãos do Tesouro Nacional, mas sejam conduzidas por um novo órgão: o Comitê de Política de Dívida Pública.

Cálculos do economista José Roberto Afonso, especialista em finanças públicas, revelam que, enquanto a média da taxa básica de juros de janeiro a julho de 2007 caiu 22% ante igual período de 2006, a despesa com juros do governo central teve uma redução de apenas 2%. Leia o resto do artigo »

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Desigualdade e políticas econômicas

Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 3)(Luiz Guilherme Piva – Economista e doutor em Ciência Política. Diretor da Stratus Investimentos. Próximo artigo do autor em 9 de outubro)

25 de Setembro de 2007 – A pobreza diminuiu, mas nada que nos coloque acima da linha da dignidade. Os índices de pobreza, miséria e mesmo de baixas remunerações no Brasil ainda são inaceitáveis. Há polêmicas estatísticas e qualitativas nas classificações, mas qualquer abordagem que se adote resulta em quadro humilhante. Ainda mais numa economia e sociedade que abriga algumas dimensões tão modernas como as dos países desenvolvidos.

Tem havido melhoras relativas ao longo dos últimos anos, mas nada que nos faça pôr a cabeça acima da linha da indignidade para respirar com alguma altivez – o que é necessário quando não somos anfíbios (capazes de conviver indiferentemente com a fortuna e a miséria) nem tubarões-brancos. As melhoras começaram com o controle da inflação e com a maior ênfase em políticas de transferência de renda. Mas há causas estruturais que nos mantêm imersos na desigualdade. Reforçadas por políticas econômicas que têm efeito de concentrar renda e provocar exclusões. Leia o resto do artigo »

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