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Blog do Desemprego Zero

Energia mais cara reduzirá ritmo de crescimento econômico

Escrito por rubensteixeira, postado em 31 dEurope/London outubro dEurope/London 2007 Imprimir Enviar para Amigo

Do Tribuna da Imprensa de 31 de outubro de 2007

BRASÍLIA – A elevação no preço da energia elétrica entre 2006 e 2015 provocará um ritmo menor de crescimento econômico no Brasil e poderá comprometer o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do País. Esta é a conclusão de um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e apresentado ontem pelo professor Fernando Garcia, durante o seminário “Energia e Crescimento”, em Brasília.

O estudo prevê que o Brasil cairá quatro posições no ranking do IDH, entre os 100 países consultados pela pesquisa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O Brasil passaria, então, da 39ª posição para o 43º lugar em 2015, superado por China, Tailândia, Turquia e Irã. O levantamento, que considera os dados do Plano Decenal de Expansão de Energia Elétrica, mostra que o preço médio da energia subirá 20,3% nesse período e chegará a um aumento de 34,5% no caso da energia consumida pelas indústrias. O percentual de aumento, segundo o estudo, ficaria bastante superior ao crescimento da renda média do brasileiro, estimado em 19,1% para estes dez anos. “A elevação do preço da energia elétrica tem impacto direto nas mercadorias, principalmente naquelas produzidas por indústrias eletrointensivas”, afirmou Garcia, durante sua exposição. A estimativa é de que o preço da energia industrial subirá de R$ 143,00 por megawatt/hora, em 2005, para R$ 192,00 o MW/h, em 2015. O valor médio do MW/h, considerando todos os consumidores, passará, neste período, de R$ 310,00 para R$ 373,00. A conclusão do estudo é de que o aumento da tarifa industrial afetará a economia como um todo. Essa elevação, de acordo com o levantamento, será superior aos índices de inflação e de crescimento dos salários, resultando em perda de poder aquisitivo e redução de consumo em geral.

Preço supera renda média do trabalhador

“Em termos reais, os preços de vários produtos que utilizam energia elétrica em sua produção devem subir acima da renda média dos trabalhadores”, diz o estudo, dando como exemplo produtos como alumínio, cimento, papel, laticínios e carnes. A previsão do estudo, encomendado pela Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), é de que, com o aumento do preço da energia, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deixaria de crescer 1,47 ponto percentual ao ano, acumulando até 2015 uma perda de 7,1 pontos percentuais. Esta perda, segundo as conclusões da FGV, equivale a R$ 223 bilhões, a preços de 2006. Neste cenário, conclui o levantamento, as empresas teriam que passar por um “forte ajuste” resultante da perda de competitividade, já que a energia elétrica é um item importante nos custos de produção da maioria dos produtos exportados pelo Brasil. A previsão é de que haja uma perda de 29,3 pontos percentuais na taxa de crescimento das exportações até 2015.  



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