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Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro 31st, 2007

A Bolsa ou a Bolha!

Postado em 31 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

escrito por José Carlos de Assis

            São bem conhecidos na história econômica os investimentos que se tornam bolhas. Agora temos o caso de uma bolha que virou investimento. A Bolsa de Valores de São Paulo decidiu que vale mais de R$ 16 bilhões e, num único pregão de lançamento, recolheu mais de R$ 6 bilhões pela venda de parte de suas ações. Algo espetacular, sem precedentes, na história dos lançamentos de ações no País. Saudado como prova de vigor do “mercado” e, por extensão, da economia brasileira.
            Não tenho nada contra bolsas em geral ou contra a Bovespa em particular. Trata-se de instituições típicas do capitalismo, embora não essenciais. Vende ações quem quer, e compra quem arrisca. O problema com as bolsas não é o que elas são, em si, mas sim o que representam como poder de arraste para a degringolada do sistema produtivo e do emprego quando entram em crise. Nessas ocasiões, costumam funcionar como instrumento indireto de socialização de perdas.
            Vejamos a natureza do lançamento da Bovespa, Leia o resto do artigo »

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Energia mais cara reduzirá ritmo de crescimento econômico

Postado em 31 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Do Tribuna da Imprensa de 31 de outubro de 2007

BRASÍLIA – A elevação no preço da energia elétrica entre 2006 e 2015 provocará um ritmo menor de crescimento econômico no Brasil e poderá comprometer o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do País. Esta é a conclusão de um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e apresentado ontem pelo professor Fernando Garcia, durante o seminário “Energia e Crescimento”, em Brasília.

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A estratégia de crescimento da Coréia

Postado em 31 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

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Consumo interno ainda não começou, diz economista

Postado em 31 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Leonardo Trevisan

Pequim, Outubro de 2007 – Não existe talão de cheque nem crédito direto, e os cartões são muito pouco usados no país. Sem alterar o tom de voz, o economista chinês avisou: “aqui o consumo ainda não começou”. E antes que a lembrança sobre o óbvio apogeu da economia chinesa fosse feita, o professor da Universidade de Pequim advertiu: “Você sabe que na China ninguém tem talão de cheque?” Também, apenas não existe crédito direto ao consumidor. Entrar na loja e comprar uma geladeira, só à vista. Qualquer consumo de bem durável, de qualquer valor, é feito com dinheiro vivo. Financiamento para pessoa física só para comprar casa. Em condições bem específicas e envolvendo duras exigências de renda familiar. A menção de que os chineses têm um índice de poupança de 42% da renda nacional foi recebida com um sorriso irônico pelo professor de Macroeconomia. Motivo: metade dessa poupança é realizada por empresas estatais, como registra a contabilidade oficial. O resto fica por conta dos esforços dos cidadãos. Aliás, nesse ponto, o papel financeiro das empresas estatais, está a grande surpresa da economia chinesa.
Em 2005, segundo os dados do Banco Popular da China (o nome do banco central), foram emprestados US$ 2,5 trilhões para as empresas estatais, o que correspondeu a 112% do PIB do país naquele ano. Vale notar que os quatro maiores bancos chineses, Industrial Commerce Bank, Bank of China, Construction Commercial Bank e Agricultural Bank of China foram responsáveis por 65% desses créditos. Portanto, não é difícil entender porque não há crédito direto ao consumo. Leia o resto do artigo »

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