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Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro 29th, 2007

Juro deve cair até junho de 2008 para conter recessão

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

                                                      Do Tribuna da Imprensa em 29 de outubro de 2007

SÃO PAULO – Com a erupção da crise financeira internacional em agosto, o Federal Reserve mudou o foco de suas apreensões e manifestou em comunicado naquele mês que “os riscos de redução do crescimento subiram apreciavelmente.” No dia 18 de setembro, os diretores do Federal Reserve baixaram os juros de forma inesperada em meio ponto percentual, pois avaliaram ser necessário adotar medidas preventivas para conter efeitos muito severos do credit crunch sobre o nível de atividade nos EUA.
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Produtiva, mas ordinária

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

  O Brasil é um dos países líderes em produção científica, mas continua com atraso tecnológico imenso, incapaz de atrair jovens para a atividade -e sem um Prêmio Nobel; pesquisadores explicam o porquê

GIOVANA GIRARDI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA São Paulo, domingo, 28 de outubro de 2007

O governo federal prometeu anunciar nas próximas semanas o Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação, o “PAC da Ciência”, que prevê investimento de cerca de R$ 41 bilhões na área até 2010. O lançamento é aguardado pela comunidade científica nacional com entusiasmo, mas também com uma boa dose de ceticismo. Dinheiro é sempre bem-vindo, claro, mas só ele não vai resolver os problemas que a pesquisa brasileira enfrenta, disseram os cientistas ouvidos pela Folha diante da pergunta: O que falta para o Brasil se tornar uma potência científica?

A reportagem conversou com especialistas de diversas áreas, que apresentaram o diagnóstico na ponta da língua. Sozinho, o PAC não vai fazer milagre. Para dar um salto qualitativo, dizem, o país precisa derrubar entraves dos quais a comunidade científica já está cansada de reclamar, como a burocracia que cerca a importação de material científico e leis que dificultam os estudos da biodiversidade nacional.

As respostas também foram unânimes sobre a necessidade de aumentar a quantidade institutos de pesquisa no país e espalhá-los por regiões do Brasil que sofrem de um vazio científico, como a Amazônia.
Essas são medidas que, juntamente com um maior investimento, auxiliariam os cientistas que já estão na ativa e talvez tornassem a área mais atraente para novos profissionais. Mas, para fazer o país alcançar um novo patamar de excelência, as mudanças teriam de ser mais profundas. A solução passa por resolver problemas estruturais, a começar pela deficiência no ensino e a falta de uma postura política que enxergue o incentivo à pesquisa como a melhor forma de promover o desenvolvimento nacional.

“Falta para a ciência brasileira o que temos no esporte – o efeito futebol de rua. Leia o resto do artigo »

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A nova “conjuntura” do IPEA

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

VINICIUS TORRES FREIRE

Sob nova direção, instituto federal de pesquisa muda todo sistema de análise, projeções e estudos macroeconômicos

O IPEA está de mudança. Pelo andar da carruagem, vai habitar um lugar bem diferente e inusual na paisagem homogênea do debate econômico brasileiro.

O Ipea, instituto federal de pesquisa econômica, é mais conhecido por seus boletins de conjuntura e pelos cerca de 80 textos que publica anualmente, pesquisas que tratam de ambiente a finanças, de inovação a turismo. De lá surgiram estudos que influenciaram muito da discussão da última década e meia sobre desigualdade e reformas previdenciária e tributária, por exemplo.

Nos periódicos do instituto, vão aparecer as primeiras mudanças da nova direção, a cargo de Marcio Pochmann, presidente do Ipea, e de João Sicsú, diretor de estudos macroeconômicos, ambos de esquerda. Leia o resto do artigo »

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ASSUSTADOR!! Reviraram as entranhas do setor elétrico e descobriram que está tudo podre

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

  CORREIO DA CIDADANIA

Grandes Consumidores prevalecem no setor elétrico Escrito por Valéria Nader   25-Out-2007

  Em meados de 2005, o Correio elaborou uma edição especial sobre o setor elétrico brasileiro (agora veiculada em nossa Seção Especial, acessada pela página principal), resgatando as origens das mazelas no setor, desde a antiga promiscuidade entre interesses públicos e privados, as privatizações de FHC e o estrondoso racionamento de energia no período, até as propostas de mudança no modelo elétrico em avaliação no primeiro mandato do governo Lula.

  Desde então, ficaram claras a reversão de expectativas de técnicos e estudiosos quanto a uma mudança mais profunda no modelo, resgatando um papel central para a Eletrobras no planejamento, assim como a persistência da ótica do mercado na condução do setor, com privilégio para os grandes consumidores.

  Alguns recentes acontecimentos que afetam diretamente o setor elétrico – entre eles, a demissão do diretor de Gás e Energia da Petrobras, Ildo Sauer, pelo governo, primordialmente em função de discordâncias no que se referia à administração das termelétricas -, ao lado ainda da crescente importância que vêm adquirindo diferentes opções energéticas face à degringolada ambiental, motivou-nos à retomada de tema tão crucial ao desenvolvimento do país.

  Para fazê-lo, conversamos com o engenheiro, consultor no campo da energia e ex-assessor da presidência da Eletrobras na gestão de Luiz Pinguelli, Roberto D’Araújo. Crítica em relação às anomalias a que foi conduzido o setor, mas mantendo-se dentro de uma larga, responsável e acurada análise técnica, amplamente acessível aos leigos, essa primeira parte de sua explanação é um retrato cristalino da atual conjuntura elétrica do país.

  Na segunda parte da entrevista, que será também logo publicada por este Correio, serão avaliadas as opções de energia mais viáveis ao nosso país atualmente, os impactosdas hidrelétricas, as críticas dos ambientalistas e o risco de novo apagão.

  Confira abaixo.

  CC: Em meados de 2005, o Correio elaborou um caderno especial sobre o setor elétrico, e especialistas por nós consultados (você entre eles) foram unânimes na avaliação, já naquele momento, de que o modelo do setor elétrico inicialmente projetado pelo governo Lula havia ido às calendas. O “Pool”, como uma entidade governamental que agregaria o Operador Nacional de Sistema (ONS), o planejamento e a Câmara de Comércio, e que centralizaria a compra e venda de energia, sem a necessidade de leilões, havia se transformado em um modelo caótico em que todas as distribuidoras compravam de todas as geradoras. Como evoluiu isso de lá pra cá? Leia o resto do artigo »

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Dica de leitura / Clarice Lispector : uma iniciada sem seita

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Introdução: Vestígios de uma identidade

Sou uma iniciada sem seita.

Água Viva (1973)

     O surgimento de Clarice Lispector (1920-77) no cenário literário brasileiro dos anos 40 representou um verdadeiro choque para críticos e leitores da época. E continua sendo até hoje uma experiência, no limite, indecifrável,seja para seu público cativo, seja para os que dela se aproximam pela primeira vez. Daí, talvez, as centenas de artigos, ensaios e teses que rondam sua obra, tentando decifrar o que, afinal, provocaria tanto fascínio para alguns e tanto mal-estar e perplexidade para outros. Mitificada ou rejeitada ao longo de mais de 30 anos de produção literária – passando por romances, contos, crônicas e livros infantis -, a mulher e escritora Clarice Lispector resiste a todas as tentativas de enquadramentos,classificações ou definições. O que ela pensava da vida talvez pudesse estender-se a sua própria pessoa: “O mundo me parece uma coisa vasta demais e sem síntese possível”.

     Em vários depoimentos, entrevistas e cartas, ela insistia em preservar-se,mas frustrava as expectativas de que fosse uma personalidade misteriosa ou exótica: “Levo uma vida muito corriqueira. Crio meus filhos. Cuido da casa. Gosto de ver meus amigos. O resto é mito”. Leia o resto do artigo »

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