Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
Folha de São PauloOutubro 2007
Para João Sicsú, despesas do governo com o pagamento de juros da dívida pública não geram empregos nem bem-estar
Com a taxa de câmbio valorizada, economista alerta para o risco de déficit em transações correntes no próximo ano
PEDRO SOARES DA SUCURSAL DO RIO
Tido como desenvolvimentista entre os economistas do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), João Sicsú, novo diretor de Estudos Macroeconômicos do órgão, afirma que a economia vai bem, mas existem duas fragilidades: a taxa de juros ainda é muito alta, e a taxa de câmbio está demasiadamente valorizada. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
(Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 3)(Ozires Silva – Diretor-presidente da mantenedora da Universidade de Santo Amaro. Ex-presidente da Embraer. Próximo artigo do autor em 12 de novembro)
O Brasil e a América Latina necessitarão de um mercado de idéias mais ativo para reagir aos desafios do desenvolvimento futuro
Outubro de 2007 – São ainda poucos os estudos de reconhecida qualidade nos países periféricos. É surpreendente constatar que certos segmentos industriais, e mesmo nossa população no Brasil, mostram pouca curiosidade pelas oportunidades abertas nos nossos dias pela globalização da economia e pela busca do novo consumidor mundial. Parece que uma boa parcela do nosso sistema produtivo esteja pouco consciente do valor das novidades e da incrível capacidade de inovar que invade o mundo mais avançado. Na mesma direção, muitos parecem não constatar a conexão entre essa tendência e a ascensão econômica estonteante, beneficiando algumas das nações, em particular as sociedades emergentes, entre outras.
Apesar desse movimento crescente por parte dos consumidores, também é curioso constatar que, em que pese a crescente presença das economias emergentes nos mercados mundiais, boa parte das pesquisas, sejam em economia, negócios, política social ou relações internacionais, ainda se originam nas nações tradicionais do Ocidente. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
Jornal Monitor Mercantil, 20-06-07.
por Rodrigo Loureiro Medeiros
“Idéias, conhecimento, ciência, hospitalidade, viagens – estas são as coisas que por sua natureza deveriam ser internacionais. Mas deixe-se que os bens sejam caseiros sempre que seja razoável e conveniente, e acima de tudo deixe-se que as finanças sejam principalmente nacionais”. John Maynard Keynes, National Self-Sufficiency (Yale”s Review, 1933).
Logo após o término do Programa de Metas, mergulhou-se intelectualmente na investigação das causas da inflação brasileira. Diversos estudiosos buscaram diagnosticar as dificuldades de se sustentar o processo de desenvolvimento econômico brasileiro com uma inflação moderada. A inovadora análise de Ignácio Rangel destacou-se.
O problema precisaria ser encarado de forma estrutural, ou seja, qualquer política ortodoxa agravaria o quadro recessivo e não seria capaz de desenvolver de forma sustentada o país. Situações inflacionárias de câmbio e de custos permeavam a história econômica brasileira ao longo do século XX. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
Do Hoje em Dia em 28 de outubro de 2007
Cássia Eponine
Repórter
O Brasil é o país com a pauta de exportações mais diversificada entre seus colegas emergentes. A participação dos setores intensivos em tecnologia também é maior por aqui (17%) do que em outros emergentes como Argentina (3,9%), Rússia (3,9%), Austrália (8,3%), Índia (8,5%) e África do Sul (11%), segundo o estudo “A especialização do Brasil no mapa das exportações mundiais”, do economista Fernando Puga, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Fora da América do Norte, Sudeste Asiático e Europa, o Brasil é a economia com maior volume de exportações desses bens”, constata Puga. O economista cita como exemplos o desenvolvimento do setor da aeronáutica – um forte exportador de produtos intensivos em tecnologia – o bom desempenho de máquinas e equipamentos e até mesmo dos produtos de informática, tradicionalmente dominado pelos asiáticos.
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Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
Do Correioweb/Da Agência Brasil em 26 de outubro de 2007
Até 2004, a dívida dos governos estaduais e municipais com precatórios – títulos de dívidas do governo decorrentes de decisões judiciais – era de R$ 64 bilhões, de acordo com o último levantamento do Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, com a incidência de juros, correção monetária e novas dívidas, esse valor deve chegar a R$ 100 bilhões, 56,25% a mais, como avalia a Ordem dos Advogados do Brasil. O pagamento dos títulos deveria ser feito no prazo máximo de 18 meses, mas de acordo com presidente da Comissão de Precatórios da Seção Mineira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), José Alfredo Baracho Júnior, há muito o prazo foi ultrapassado.
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