Postado em 25 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
Paulo Passarinho
coordenador geral do Sindicato dos Economistas do Rio (Sindecon-RJ).Nas últimas eleições presidenciais, e particularmente no segundo turno – quando Lula se viu na necessidade de se diferenciar de Geraldo Alckmin, o candidato tucano – o atual presidente da República fez questão de colocar o tema das privatizações como fator de diferença importante com o seu desafiante.
Lula e sua campanha procuravam capitalizar o patente descontentamento de largas fatias do eleitorado, da opinião pública e da cidadania com a malfadada experiência do PSDB e seus aliados que, na gestão de FHC, promoveram um ambicioso programa de privatizações, com a promessa de reduzir a dívida pública, aumentar investimentos nas áreas social e de infra-estrutura e melhorar a qualidade dos serviços a serem prestados pela iniciativa privada.
Na ocasião, o candidato do PSDB não soube – ou não o quis – lembrar ao eleitorado que Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
Fonte: O Dia, de 25 de outubro de 2007
Rio – A taxa de desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do País caiu para 9% em setembro, ante 9,5% em agosto, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da menor média para igual período em toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
Rodrigo Loureiro Medeiros, pesquisador associado à REGGEN/UNESCO
Fonte: Valor Econômico, 11de setembro de 2007
Um instigante debate que se processa nos países mais desenvolvidos diz respeito aos seus respectivos sistemas democráticos de representação. Muitas reformas institucionais foram impulsionadas na esteira dos desdobramentos dessas discussões. A Suécia, por exemplo, vem realizando, desde a década de 1990, importantes reformas no seu sistema de tributação para enquadrar soluções para os complexos problemas manifestados nas questões ambientais, na previdência nacional e na competitividade global de sua economia.
A visão de que se precisa trabalhar com transparência e planejamento não é alvo de querelas nas sociedades mais desenvolvidas. Reconhece-se, no entanto, que os grandes interesses pesam no processo político. Nos EUA, o ambiente da equidade democrática descrito por Alexis de Tocqueville foi sendo progressivamente solapado pelo que hoje se convenciona chamar de corporatocracy. Democracia entre iguais, diga-se de passagem, visto que existia escravidão nas 13 colônias. Além do mais, entre seus Pais Fundadores havia senhores de escravos.
Para um aristocrata francês, um marquês, tratava-se de uma dinâmica nova de sociedade. A dinâmica da experimentação coletiva do associativismo liberal diferenciava-se da rigidez social do Velho Continente. Uma nova força surgiria e se difundiria pelo mundo. Os progressistas do Norte triunfariam sobre os escravistas do Sul na Guerra Civil e, posteriormente, o mercado interno norte-americano seria expandido. Não se admitiu um país dividido em dois sistemas. As lideranças assumiram seus respectivos papéis no processo.
O grande debate intelectual atual revisita a história e busca compreender Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
CORREIO DA CIDADANIA
Escrito por Henrique Júdice Magalhães
Out-2007
No Valor Econômico de 24/09, o economista Fabio Giambiagi prega a modificação das atuais regras de aposentadoria das mulheres. A aposentadoria feminina, explica ele, seria como a menopausa: um problema do qual só agora os especialistas passaram a dar-se conta, já que, antigamente, eram poucas as que viviam até chegar a ambas.
A diferença é que, se num caso a preocupação da medicina é reduzir os transtornos sofridos pela mulher na maturidade, no outro o colunista do Valor quer aumentá-los. Giambiagi propõe um aumento de 3 anos no tempo de contribuição exigido. A aposentadoria feminina por tempo de contribuição, para ele, é “um problema fiscal” - particularmente grave na medida em que as mulheres “representam metade da população” e o número das que a recebem, hoje, “é de mais de 900 mil” . Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
VALOR – 10/2007
Sergio Leo
Um dia após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) interromper a sucessão de cortes na taxa de juros, o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, apontou que as despesas com juros da dívida pública têm maior responsabilidade no aumento das despesas do governo que os gastos com pessoal. “Se o Brasil mantivesse taxa de juros comparável internacionalmente, o gasto com a dívida poderia ser 3% a 4% do PIB menor”, disse. “E temos maiores despesas quando a economia cresce pouco”.
Pochmann evitou criticar diretamente a decisão do Copom. Disse ser cedo para fazer uma análise das conseqüências da interrupção na queda do juro, embora a medida tenha “evidente” repercussão sobre as decisões de investimentos dos empresários, que será sentida em 2008. “É preciso considerar qual será a decisão do Copom na próxima reunião”, argumentou. “É o que demarcaria, para quem toma decisões, se o BC fez uma parada para avaliar e, depois, continuar reduzindo, ou, se de fato, é uma parada na queda das taxas”. Leia o resto do artigo »
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