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Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro 23rd, 2007

Financeirização e estabilidade política

Postado em 23 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 3)(Luiz Guilherme Piva – Economista (UFJF), mestre (UFMG) e doutor (USP) em Ciência Política. Próximo artigo do autor em 6 de novembro )

Os aplicadores sabem fazer contas e vencer no jogo e não querem que a remuneração caia abaixo de determinado ponto

23 de Outubro de 2007 – A forma de assegurar ganhos, que era a inflação até 1995, passou a ser os juros. O Banco Central (BC), depois de quase dois anos de quedas consecutivas, estancou a redução dos juros nominais (Selic), que foram mantidos em 11,25%. Com a inflação em cerca de 4%, os juros reais são de 7% ao ano. Modelos econométricos que ponderam variáveis como Produto Interno Bruto (PIB) real, PIB potencial, inflação, risco-Brasil e necessidades do setor financeiro concluem que esse deve ser o piso para evitar o caos. Piso, nesses modelos, é chamado de taxa de equilíbrio. E o caos seria o fim dos ganhos de arbitragem dos aplicadores, que pegam dinheiro barato lá fora e o multiplicam aqui valendo-se dos juros e do câmbio.

Todo mundo deve ter alguma tia que, nos planos que reduziam drasticamente a inflação, xingava o governo por ter minguado o rendimento da poupança. A mesma tia, ou outra, deve ter vociferado com o fechamento dos bingos. Elas não sabem que o ganho real aumenta com a redução da inflação nem que os bingos tendem a espoliá-las.

Os aplicadores financeiros, diferentemente, sabem fazer contas e vencer no jogo atual. Por isso, agem como aquela tia: não querem que a remuneração caia abaixo de certo ponto nem que o cassino deixe de funcionar. E, ao contrário das tias, têm poder para fazer valer seus interesses. Leia o resto do artigo »

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Casa de mãe Joana

Postado em 23 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

(Publicado no Jornal do Commercio de 17/10/07)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

Nos últimos tempos, tem sido repetitivo, na mídia, um monólogo de articulistas e personalidades brasileiras, com afirmações do tipo: “a nona rodada de leilões da ANP deve ocorrer, mesmo que o petróleo descoberto seja exportado, pois o Brasil lucra com a exportação” e “se o monopólio do urânio continuar existindo, o Brasil deixará uma riqueza intocada na terra até ela perder seu valor econômico”, sempre em detrimento dos interesses da nossa sociedade e em benefício de interesses particularistas.

Na política mineral, é importante saber que tipo de agente econômico deve explorar cada minério e em que ritmo, identificando as parcelas da jazida destinadas aos consumos próximos e futuros e para exportação. Adicionalmente, deve ser fixada uma taxação justa para a atividade, que remunere o agente e beneficie a sociedade, alem de se objetivar, com a ação dos agentes, a maximização das compras locais dos bens e serviços, da obtenção no país das tecnologias necessárias, da geração de empregos e do impacto no desenvolvimento regional e nacional. Quanto mais importante sob o ponto de vista estratégico for o mineral, maior cuidado deve-se ter no planejamento da sua exploração.

Assim, antes de qualquer decisão ser tomada, torna-se imprescindível saber se o bem mineral é escasso no mundo e no país, o valor do produto mineral no mercado, seus custos de extração e beneficiamento, o grau de dificuldade das tecnologias de exploração, produção e beneficiamento etc. Se um mineral é escasso, é necessário que razoável parcela do elevado lucro gerado em sua comercialização seja retirada do agente econômico e fique para a sociedade. Infelizmente, em nosso país, o lucro advindo da produção de petróleo é pouco taxado, quando comparado com as taxações da Noruega, Venezuela, Bolívia, Equador e outros países.

O petróleo deve ser examinado, também, pela sua importância estratégica para o desenvolvimento do país, outro ponto não considerado na política brasileira para o setor, pois as reservas do nosso país não ultrapassam 25 bilhões de barris, incluindo as já descobertas e as a descobrir. Assim, a nona rodada de licitações para concessão de novas áreas a serem exploradas, já em andamento, não deveria ocorrer, pois as correspondentes descobertas serão todas exportadas, e o modelo do setor, implantado há dez anos, deveria ser reformulado, pois já entregou cerca de dois bilhões de barris, nas sete rodadas já realizadas, a empresas estrangeiras, autorizadas a exportá-los, à medida que forem produzidos.

No caso do urânio, querer exportar Leia o resto do artigo »

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