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Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro 19th, 2007

Entrevista com Muniz Sodré

Postado em 19 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

http://www.culturareligare.worldpress.com/

PET-ECO: A PARTIR DOS AUTORES CITADOS NO LIVRO “CLAROS E ESCUROS”, COMO VOCÊ TRABALHA ESSE CONCEITO DO IMPÉRIO?

Muniz Sodré: Eu trabalhei isso brevemente no livro. Na verdade, eu quis mostrar como é que uma forma pode persistir na História. Eu estava preocupado com o patrimonialismo brasileiro. O Estado brasileiro é transplante do estado patrimonial português, que é o estado da Segunda Dinastia de Avis, a dinastia responsável pelo descobrimento. Continuamos no estado patrimonialista, isto é, um Estado que é regido como se fosse a “casa da mãe Joana”, com as mesmas elites que descendem dos capitães donatários, os antigos donos do poder. Usei a categoria de Raymundo Faoro (Os donos do poder, 1975). Como é que isso persiste? Em 500 anos, nós podemos dizer que o Estado continua patrimonialista.

Eu procurei mostrar como as classes dominantes reinterpretam as formas passadas, administrando a nova realidade econômica, tecnológica. É uma forma que persiste na História. No caso, é o patrimonialismo, que é reger a coisa pública como se fosse negócio de família. Ainda tento mostrar que o patrimonialismo cultural é uma forma de cooptação. E o que interessa é que a forma continue. Para explicar a persistência dessa forma, trouxe como exemplo o fato de a Europa estar sempre reinterpretando a forma “Império” para se adequar ao poder deles: o poder colonial, depois o poder econômico, depois passa para os EUA.

PET-ECO: ENTÃO ESSE PATRIMONIALISMO SERIA UMA FORMA DE O IMPÉRIO ESTAR PRESENTE NO CONTEXTO HISTÓRICO BRASILIEIRO… Leia o resto do artigo »

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O papel das reservas na crise

Postado em 19 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

VALOR – 02/10/2007 

Antonio Corrêa de Lacerda é professor-doutor do departamento de economia da PUC-SP, doutor pelo IE/UNICAMP, e autor, entre outros livros, de “Globalização e Investimento Estrangeiro no Brasil” (Saraiva). Foi presidente do Cofecon e da SOBEET. E-mail: aclacerda@pucsp.br 

As recentes turbulências no mercado global evidenciam a importância de o Brasil ter diminuído a sua vulnerabilidade externa e ampliado suas reservas cambiais. Como apontamos em artigo anterior nesse espaço (“US$ 100 bilhões de reservas: muito ou pouco? “, Valor, 12/04/2007), possuir reservas cambiais não representa uma garantia contra efeitos das crises, mas pode amenizá-los. 

Embora o Brasil tenha conseguido ampliar o volume absoluto das suas reservas para os atuais US$ 162 bilhões, essas ainda representam apenas cerca de 16% do Produto Interno Bruto (PIB), volume baixo comparado a países de porte semelhante, como é o caso de Rússia, com US$ 416 (37% do PIB), Coréia do Sul, US$ 255 bilhões (30%) e Índia, R$ 230 bilhões (25%). Estamos, portanto, longe de limites ou excessos de reservas, e devemos seguir acumulando-as. 

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Uma porta de saída do Bolsa Família

Postado em 19 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

uma-porta-de-saida-do-bolsa-familia.doc

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