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Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro 11th, 2007

Novo papel do mundo emergente

Postado em 11 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 Folha de São Paulo

Outubro/2007

BENJAMIN STEINBRUCH

O mundo encontrou novos motores para impulsionar a economia, sem depender apenas do motor americano

MUITOS se surpreenderam com a pequena repercussão da crise americana nos países emergentes -os ativos negociados na Bolsa de Valores de São Paulo, por exemplo, já estão mais valorizados do que antes da crise, que começou em julho. Até agora, o resfriado americano decorrente do colapso do mercado hipotecário não provocou pneumonia em nenhum país emergente. Só o México cuida de estocar antibióticos.
Há fatos novos na economia global. As grandes empresas dos países emergentes devem fazer neste ano, pela primeira vez na história, mais aquisições de companhias nos países desenvolvidos do que o oposto. A empresa fornecedora de dados financeiros Dialogic calcula que até setembro as companhias de emergentes já investiram US$ 128 bilhões em aquisições de ativos nos países ricos, quase o mesmo valor gasto na direção contrária. Até o fim do ano, como os tradicionais compradores do Primeiro Mundo estão sem caixa devido à crise, as compras dos emergentes devem superar as dos ricos. Isso ocorre devido ao fácil acesso a fontes de capitais nos mercados emergentes e aos enormes fundos soberanos acumulados por esses países -somente os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) têm reservas superiores a US$ 2 trilhões. Leia o resto do artigo »

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” o lixo tóxico que os trouxas chamam “investimento estrangeiro”

Postado em 11 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Folha de São Paulo

Setembro/2007

RUBENS RICUPERO

Vinte e sete anos atrás

Estaríamos voltando à conjuntura inflacionária mundial como terapêutica para a economia americana?

O OURO  vem de atingir a mais alta cotação em 27 anos. Isso nos retroage a 1980, final do governo Carter,quando a inflação americana chegou ao topo de 11%.
Não tardou para que Paul Volcker, presidente do Federal Reserve, aumentasse os juros a dois dígitos, precipitando a América Latina na crise da dívida, na qual deixou anéis e vários dedos.
Estaríamos voltando à conjuntura mundial inflacionária, não por acidente, mas como terapêutica para a economia americana? É o que ouço de amigos suíços dos meios financeiros.
Não foi surpresa para eles a redução de meio ponto nos juros dos Estados Unidos. Inflacionar a economia sempre foi tentação quase irresistível para um país se livrar da montanha de dívidas domésticas e externas. O gostinho é mais delicioso quando a conta do ajuste é paga por estrangeiros, credores e concorrentes, sob a forma de moedas valorizadas, de créditos e reservas rebaixados. Leia o resto do artigo »

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As bolhas do bem

Postado em 11 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 Época

10/2007

José Fucs

Um livro lançado nos Estados Unidos diz que os ciclos de euforia do mercado estimulam a economia

As bolhas especulativas são eventos que costumam apavorar os investidores. Quando alguém fala em bolha, todos imaginam fortunas evaporando de uma hora para outra. Na célebre bolha da internet, que estourou no início de 2000, bilhões de dólares sumiram em poucos dias. Recentemente, uma nova bolha explodiu no mercado imobiliário americano e, mais uma vez, muita gente viu seu dinheiro encolher. Na semana passada, quando, pela primeira vez, a Bolsa de Valores de São Paulo ultrapassou os 60.000 pontos, os mais pessimistas já começaram a falar em bolha – muito embora, objetivamente, haja motivos para celebrar a rápida recuperação da bolsa brasileira depois da última crise internacional. Mas será que as bolhas são tão ruins assim?

Não necessariamente. É o que diz o historiador e jornalista americano Daniel Gross, autor do livro Why Bubbles Are Great for the Economy (Por Que as Bolhas São Ótimas para a Economia), recém-lançado nos Estados Unidos e ainda sem tradução no Brasil. Segundo ele, os estragos de curto prazo que as bolhas costumam causar acabam por ofuscar os benefícios de longo prazo que proporcionam. “Aquilo que se produz durante uma bolha – casas, cabos de fibra óptica e ferrovias – não desaparece quando seus donos quebram”, afirma. “É reutilizado – e rapidamente – por empreendedores com novos planos de negócios, custos mais baixos e melhor estrutura de capital.” Leia o resto do artigo »

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