Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
O Estado de S. Paulo
9/2007
Fabio Graner
Gomes de Almeida, ex-secretário de Política Econômica, propõe criar um comitê da dívida
Preocupado com os elevados gastos do governo com juros, o ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e professor da Unicamp, Júlio Sérgio Gomes de Almeida, quer mudança na administração da dívida pública. Em entrevista ao Estado, ele afirmou que o peso dos juros nas contas públicas exige que as diretrizes e a própria gestão da dívida fiquem não mais nas mãos do Tesouro Nacional, mas sejam conduzidas por um novo órgão: o Comitê de Política de Dívida Pública.
Cálculos do economista José Roberto Afonso, especialista em finanças públicas, revelam que, enquanto a média da taxa básica de juros de janeiro a julho de 2007 caiu 22% ante igual período de 2006, a despesa com juros do governo central teve uma redução de apenas 2%. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
(Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 3)(Luiz Guilherme Piva – Economista e doutor em Ciência Política. Diretor da Stratus Investimentos. Próximo artigo do autor em 9 de outubro)
25 de Setembro de 2007 – A pobreza diminuiu, mas nada que nos coloque acima da linha da dignidade. Os índices de pobreza, miséria e mesmo de baixas remunerações no Brasil ainda são inaceitáveis. Há polêmicas estatísticas e qualitativas nas classificações, mas qualquer abordagem que se adote resulta em quadro humilhante. Ainda mais numa economia e sociedade que abriga algumas dimensões tão modernas como as dos países desenvolvidos.
Tem havido melhoras relativas ao longo dos últimos anos, mas nada que nos faça pôr a cabeça acima da linha da indignidade para respirar com alguma altivez – o que é necessário quando não somos anfíbios (capazes de conviver indiferentemente com a fortuna e a miséria) nem tubarões-brancos. As melhoras começaram com o controle da inflação e com a maior ênfase em políticas de transferência de renda. Mas há causas estruturais que nos mantêm imersos na desigualdade. Reforçadas por políticas econômicas que têm efeito de concentrar renda e provocar exclusões. Leia o resto do artigo »
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