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Blog do Desemprego Zero

País perdeu os ‘anos de ouro’ da economia mundial

Escrito por Imprensa, postado em 21 dEurope/London setembro dEurope/London 2007 Imprimir Enviar para Amigo

 

O Estado de S. Paulo

9/2007

 

 

Jamil Chade

Para ex-ministro, crescimento global foi expressivo nos últimos 5 anos, mas deve desacelerar a partir de 2008

 

O Brasil pode ter “perdido o bonde da história” em termos de crescimento econômico. A avaliação é do ex-ministro da Fazenda e da Administração Federal, Luiz Carlos Bresser-Pereira, que participa de um evento da ONU em Genebra dedicado ao debate sobre a globalização financeira.

 

Segundo ele, nos últimos cinco anos, a economia mundial apresentou altas taxas de crescimento. Mas deve sofrer uma desaceleração a partir de 2008. O Brasil, que não acompanhou a alta dos últimos anos, teria perdido os “anos de ouro” da economia mundial.

 

O Brasil já estava crescendo a taxas medíocres. Com a crise e a desaceleração mundial a partir de 2008, ficará ainda mais difícil crescer”, alertou Bresser-Pereira. “Um país como o Brasil precisa crescer a taxas acima da média mundial. E não ser o lanterna.”

 

Para Bresser-Pereira, a situação de estagnação do crescimento da renda pode voltar a predominar. “Depois de cinco anos de extraordinário crescimento mundial, esse período de ouro da economia mundial acabou. 2007 ainda apresentará índices positivos. Mas 2008 não será um ano brilhante para o mundo. Acabou a grande prosperidade. Ninguém sabe de quanto será a queda, mas ela ocorrerá e a crise será traduzida para a economia real.”

 

Para o ex-ministro, uma das formas de garantir o crescimento é adotar uma estratégia de administração de taxas de câmbio para elevar a competitividade do setor produtivo. “Todos os países que administraram suas moedas – como Alemanha e Japão após a 2ª Guerra Mundial, ou os asiáticos e a China nos últimos anos – conseguiram altas taxas de desenvolvimento. Entre 1930 e 1980, o Brasil também administrou seu câmbio e cresceu muito.”

 

Segundo ele, o impacto da moeda está sendo sentido em diversos setores que poderiam ser considerados competitivos. “Hoje, empresas capacitadas estão cada vez menos lucrativas e são colocadas para fora do mercado diante por uma taxa de câmbio escandalosa.”

 

O ex-ministro ainda sugere como deveria ser o novo patamar. “A taxa de câmbio precisa de equilíbrio para a economia, que viabilize as indústrias no estado da arte da tecnologia. Não queremos que seja uma taxa desvalorizada de forma artificial, apenas para gerar competitividade.” Em sua avaliação, o governo precisa adotar uma ampla estratégia para que essa administração tenha sucesso e não custe bilhões aos cofres públicos.

 

A administração não depende apenas do Banco Central. Uma série de políticas precisam ser implementadas. Mas três principais medidas devem ser tomadas: a queda da taxa de juros, a compra de divisas e o controle de capital todas as vezes que for necessário. Essa estratégia foi adotada na Ásia e funcionou”, diz Bresser-Pereira. Segundo ele, se a taxa de juros cair, o BC pode comprar divisas a custos menores, ajudando a manter a moeda.

 

Bresser-Pereira cita a Argentina como exemplo. Segundo ele, o país vizinho vem administrando com sucesso sua taxa de câmbio, impedindo que se valorize e está crescendo a taxas bem mais altas que o Brasil.

 

 

 

 



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