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Blog do Desemprego Zero

Archive for setembro, 2007

Tem São Paulo demais

Postado em 11 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

Paulo Henrique Amorim

 *Máximas e Mínimas 625*

. Permito-me discordar de meu bom amigo Luiz Felipe de Alencastro.

. Neste domingo, 9 de setembro, Felipe deu uma entrevista ao Estadão.

. Professor de História do Brasil na Sorbonne, Felipe é autor de um
clássico: “O Trato dos Viventes: a Formação do Brasil no Atlântico Sul”.

. “O Trato dos Viventes”, na minha modesta opinião, já entrou para a lista
dos livros que explicam o Brasil.

. Ele já tem mais relevância do que toda a obra de um autor que ele,
Felipe,
cita muito: Fernando Henrique Cardoso, o sociólogo.

. Além disso, Felipe tem um blog ? “Seqüências Parisienses” – muito
divertido e inteligente. (É uma pena que não esteja aqui, no iG.)

. A certa altura da entrevista, diz Felipe: “…estou de acordo  com o
ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que salientou recentemente a
necessidade de implantar o voto distrital para reduzir escândalos
eleitorais
brasileiros. Como está não pode ficar. Os eleitores paulistas, por exemplo,
estão sub-representados na Câmara Federal.  O federalismo brasileiro
precisa
ser re-pactuado.” Leia o resto do artigo »

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Sobre o papel do Estado

Postado em 11 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

 Marcio Pochmann

Elevação do gasto com pessoal encontra-se mais relacionada ao crescimento dos inativos que a elevação do salário dos empregados ativos do governo

 

A análise de um conjunto significativo de informações oficiais sobre o emprego público e o seu comportamento no longo prazo permite melhor compreender o papel do Estado na economia brasileira. Da Revolução de 30 aos dias de hoje, o Estado cumpriu duas fases bem distintas. A primeira, até a década de 1980, correspondeu à fase de ouro do desenvolvimento nacional, quando a elevação do emprego público foi compatível com a evolução da população, da ocupação total e da receita disponível governamental. A segunda fase, que se inicia a partir de 1990, contradiz o desenvolvimento do país, sendo acompanhada pela regressão do emprego público em relação à população total, à ocupação e à receita disponível. Simultaneamente, por força da descentralização de responsabilidades impulsionada pela Constituição de 1988, ocorreu mudança na composição do emprego público entre as distintas esferas de governo, com maior importância relativa do conjunto de municípios em detrimento da União. Leia o resto do artigo »

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Política liberais reduzem a produtividade no Brasil

Postado em 7 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

VALOR – 03/09/2007

Produtividade cai e Brasil fica mais longe de desenvolvidos

Assis Moreira

A produtividade por empregado no Brasil caiu abaixo do nível verificado em 1980, na contramão da tendência global. A capacidade de produção do trabalhador brasileiro é três vezes menor do a que a de trabalhadores de economias industrializadas e está ameaçada pela China e outros concorrentes emergentes. Os dados são da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em relatório que mostra a crescente diferença entre a produtividade do país e das principais economias.

O nível de vida num país depende também da produtividade, que mede quanto um trabalhador produz por hora. Os lucros das empresas crescem quando os empregados produzem mais por hora do que antes. A renda adicional pode ser repartida entre lucro extra e aumento salarial, alimentando gastos e investimentos, criando mais empregos e expandindo a economia. Para a OIT, a produtividade é mais alta quando a empresa combina melhor capital, trabalho e tecnologia. Falta de investimento na formação e qualificação e em equipamentos e tecnologias provoca subutilização do potencial da mão-de-obra.

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A crise e a atual política monetária

Postado em 6 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 3

Aloizio Mercadante – Economista e professor licenciado da PUC-SP e da Unicamp, é senador da República pelo PT-SP   

 3 de Setembro de 2007 – Pareceria prematuro o Copom modificar agora o padrão de redução de juros. Os relatórios sobre a atual conjuntura econômica são unânimes em destacar o bom comportamento dos indicadores de inflação, apesar da pressão recentemente exercida pelo grupo alimentos e bebidas, particularmente os itens leite e derivados – embalados pela alta dos preços internacionais – e carne bovina, cujos preços refletem a chegada do período de entresafra. Com exclusão destes itens, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho passado mostraria uma deflação de 0,06%, em vez do aumento de 0,24% efetivamente registrado.  

No ano, até julho, o IPCA acumula uma alta de 2,32% e, nos últimos 12 meses, de 3,74%, taxa quase similar à mediana, registrada naquele mês, das expectativas do mercado com relação à inflação em 2007 (3,75%). Leia o resto do artigo »

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ENTREVISTA GIOVANNI ARRIGHI

Postado em 6 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

Folha de São Paulo

São Paulo, domingo, 02 de setembro de 2007  

 COM O FIM do “século americano”, o mundo está diante da possibilidade de uma igualdade maior entre os países do Ocidente e do Oriente, do Norte e do Sul, afirma o sociólogo e economista italiano Giovanni Arrighi, professor da Universidade Johns Hopkins (EUA), em entrevista à Folha. Arrighi está lançando em sete línguas “Adam Smith em Pequim” -a edição brasileira do livro será publicada na primeira semana de novembro, pela editora Boitempo. Leia o resto do artigo »

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Indústria tem papel-chave, diz economista

Postado em 6 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

 De Brasília 

O economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Edgard Pereira, afirma que é cedo para concluir que a indústria deixou de ser o motor da economia. Segundo ele, a indústria, pressionada pelo ambiente de alta competição, buscou cortar custos por meio da terceirização de mão-de-obra. Assim, parte dos empregos da indústria migrou para o setor de serviços.  

 Pereira diz que o deslocamento de empregos para os serviços transmite a impressão, equivocada, de que os serviços foram bem mesmo quando a indústria foi mal. “Quando o processo de terceirização se esgotar, os empregos no setor de serviços voltarão a crescer no mesmo ritmo que os da indústria”, diz Pereira.   

Ele pondera que a redução do peso da indústria na economia, que vem ocorrendo desde a década de 1990, compromete a capacidade de crescimento do país. “Uma coisa é os Estados Unidos, com a sua renda per capita entre as maiores do mundo, ter a economia liderada pelos serviços, outra é o Brasil”, afirma ele.   Leia o resto do artigo »

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Previdência e opinião pública

Postado em 6 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

EDUARDO FAGNANI e JOSÉ CELSO CARDOSO JR.

As classes dominantes tentam “comprovar” a inviabilidade da Previdência e propõem reformas para fazer retroceder conquistas

O Brasil é um país em que a miséria de grande parte da população não
encontra outra explicação que a resistência das classes dominantes a toda
mudança capaz de pôr em risco seus privilégios.”(Celso Furtado, 1979)

NO ATUAL debate sobre a Previdência, a percepção de Furtado permanece
viva. As classes dominantes jamais aceitaram os avanços de 1988, mesmo
quando se trata apenas de garantir direitos sociais básicos para a
construção de uma sociedade democrática e justa.

Desde então, tentam “comprovar” sua inviabilidade financeira e propõem
reformas para fazer retroceder conquistas -muitas das quais já
efetivadas. É emblemático que, em 2006, entidades do setor financeiro
tenham patrocinado o documento “Um novo modelo de Previdência Social para
o Brasil”, que propugna enterrar o que restou da seguridade social
brasileira. Leia o resto do artigo »

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Governadores discutem guerra fiscal

Postado em 5 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

Gazeta Mercantil/Gazeta do Brasil – Pág. 11

Etiene Ramos

 Recife, 4 de Setembro de 2007 – Estados querem mecanismos federais compensatórios para captação de investimento. A reunião promovida ontem, no Recife, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com os governadores do Nordeste para discutir a reforma tributária terminou com um consenso: os Estados acatam a proposta do Governo Federal de acabar com a guerra fiscal, mas querem mecanismos federais compensatórios para as políticas estaduais de incentivos à captação de investimentos industriais na região.

Para o anfitrião do encontro, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), o modelo apresentado pela equipe do Ministério da Fazenda avançou muito sobre o de 2005 mas ainda existem preocupações que serão levadas pelos governadores ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, na próxima semana. “O grande desafio é a construção do processo de transição. Precisamos saber de forma clara quais são os instrumentos que irão substituir a guerra fiscal entre os Estados e na região para recepcionar os custos que essas políticas geram para nossos Estados”, disse Campos. Leia o resto do artigo »

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