Postado em 27 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
AGENCIA ESTADO – 09.07
Entrada de recursos no País no período de 1 ano até agosto soma US$ 35,117 bilhões, maior valor desde 1947
Adriana Fernandes e Fabio Graner, da Agência Estado
BRASÍLIA - O ingresso de investimentos estrangeiros diretos (IED) no País em 12 meses até agosto bateu a marca recorde de US$ 35,117 bilhões. Segundo o chefe do Departamento Econômico (Depec) do Banco Central (BC), Altamir Lopes, é o maior valor desde início da série desse indicador em 1947. O fluxo de investimentos supera inclusive o período da privatização das empresas estatais.
Para Altamir Lopes, o aumento do IED é fruto da estabilidade econômica. Na sua avaliação, a expectativa de o Brasil receber o grau de investimento pelas agências de classificação de risco ajuda no aumento do interesse dos investidores estrangeiros na economia brasileira.”Os fluxos têm influência da expectativa de upgrade”, disse Altamir Lopes. Ele ressaltou que o quadro de estabilidade tem papel fundamental para que os investidores tenham o Brasil como opção. Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
Acho que esse protesto tem tudo a ver com a defesa de uma política
economica heterodoxa. Desde o domínio ortodoxo na política economica, o Brasil é dos países emergentes que menos crescem. O desemprego e a violência aumentaram absurdamente. O Estado está paralisado.
As promessas de que os sacrifícios das Reformas revolucionariam completamente o país, mostraram-se erradas. Eu lembro de que no começo do Plano Real, o Brasil iria se tornar um país muito melhor, mais moderno, etc. E o mais impressionante é que a opinião pública continua a apoiar essa política econômica. E, francamente, acho que o maior responsável por isso é a nossa mídia oligopolizada.
Todos os colunistas que eu leio na Folha, exceto o Paulo Nogueira Batista e o Rubens Ricupero, são terrivelmente liberais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
VALOR – 09/2007
Claudia Safatle e Cristiano Romero
“Não faz sentido” reestatizar a Companhia Vale do Rio Doce, proposta aprovada no último congresso do PT, o partido do presidente Lula. A opinião é da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira comunista que, no comando do cargo mais importante da República depois do do presidente, passou a nutrir enorme admiração por capitalistas como Jorge Gerdau (Grupo Gerdau) e Antônio Ermírio de Moraes (Votorantim).
Para a ministra, o Brasil ainda carece de grandes empreendedores, o que, em sua opinião, põe em risco o sucesso dos negócios num mundo globalizado e cada vez mais competitivo. Responsável pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Dilma vive seu melhor momento no governo.
Na sexta-feira, depois de quatro anos de disputa, conseguiu demitir um desafeto na diretoria da Petrobras – Ildo Sauer, ex-diretor de Gás e Energia -, abrindo o caminho para a execução da política de gás natural que formulou quando comandava as Minas e Energia. “Tem gente que é bom professor, excelente teórico, mas não é bom gestor”, disse ela, nesta entrevista ao Valor, referindo-se a Sauer sem citar seu nome. A ministra assegura que o país não corre o risco de ter um apagão de energia nos próximos quatro anos. Para ela, quem fala em apagão quer é especular com os preços de energia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
VALOR ECONÔMICO – 09.2007
Claudia Safatle
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, já decidiu como quer a regulamentação da emenda 29, que trata dos recursos para a saúde. Ele disse que o Executivo vai propor a manutenção da indexação do Orçamento à variação do Produto Interno Bruto (PIB) nominal, conforme vigora desde o ano 2000, e informou que a definição do que são despesas de saúde, para efeito da legislação, será a resolução do Conselho Nacional de Saúde, de 2003.
Por ela, não podem ser contabilizadas como despesas de saúde, para efeito da aplicação dos recursos dos governos estaduais e municipais, os gastos com pagamento de aposentadorias e pensões, plano de saúde de servidores públicos ou de grupos fechados, como policiais militares, gastos com merenda escolar, saneamento básico em cidades de até 50 mil habitantes, coleta de lixo e ações de proteção ao meio ambiente. Com isso, a sub-aplicação dos Estados, estimada em R$ 5,7 bilhões, terá que ser negociada e reposta gradualmente. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
FOLHA DE SÃO PAULO – 19.09.2007
Em 2006, índice da população considerada pobre recua a 26,9%, ante 30,5% no ano anterior; economista credita resultado ao mínimo
Total de indigentes também cai, de 6,8% da população em 2005 para 5,7% em 2006; pobreza se concentra mais em áreas metropolitanas
PEDRO SOARES
DA SUCURSAL DO RIO
Em 2006, a pobreza atingia 26,9% da população brasileira. É o mais baixo índice desde 1987, quando estudos nesse sentido começaram a ser feitos pela economista Sonia Rocha, do Iets (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade), com base em informações da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE e obtido pela Folha.
Em 2005, a proporção de pobres ficou em 30,5%. Em 1995, a pobreza chegava a 33,2%, no primeiro ano completo do Real. No período, o número de pobres caiu significativamente, graças à estabilidade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
O ESTADO DE SÃO PAULO
setembro de 2007
CADERNO 2
Paul Laity
Quando o historiador mais conhecido do mundo se concentra nos problemas políticos de hoje, convém ouvi-lo. Eric Hobsbawm celebrou seu 90º aniversário este ano com um livro de ensaios, Globalisation, Democracy and Terrorism, no qual avalia o mundo desde os atentados de 11 de setembro, oferecendo lições ‘que o autor aprendeu, não menos por viver durante e refletir sobre boa parte do século passado’.
Como estudioso que não só tem sido uma presença formidável na disciplina histórica desde os anos 1940, como pode dizer que ‘se lembra vividamente’ da noite fria de inverno em que Hitler tomou o poder em Berlim, Hobsbawm sente-se qualificado a se afastar da cena contemporânea e observá-la ‘num contexto mais amplo e numa perspectiva mais longa’. E sua reputação nunca foi tão alta, graças a seus dois livros anteriores: o relato best-seller do ‘curto século 20′, A Era dos Extremos (1994), considerado obra-prima; e suas memórias Tempos Interessantes – Uma Vida no Século 20 (2002), em cuja escrita ele supera os padrões já exigentes de um renomado estilista.
A amplitude e poder de análise de Hobsbawm são inquestionáveis. Ele fala numerosas línguas, viajou por toda parte e se sente igualmente à vontade avaliando o regulamento Bosman de futebol enquanto explica colapsos do mercado acionário. Até a Spectator, uma revista seguramente hostil a seu comunismo impenitente, o considera o ‘maior historiador vivo’. Ele está feliz por ter chegado aos 90: logo não será incomum, assinala, mas por enquanto isso tem um certo ‘valor de escassez’. Leia o resto do artigo »
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Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
FOLHA DE SÃO PAULO – 09.2007
Ensino fundamental está universalizado, e terceiro grau cresceu 13,2%; crise mais aguda ronda agora a crucial escola secundária
UM DADO da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) parece não ter recebido a devida atenção, após divulgação na semana passada: enquanto cresceu 13,2% o número de estudantes de terceiro grau, de 2005 para 2006, o de alunos do ensino médio caiu 0,9%.
O valor percentual baixo pode sugerir que tenha havido apenas flutuação estatística, mas há razões para crer que se trate de algo mais. É fato, por um lado, que a progressiva diminuição na taxa de fecundidade (hoje de dois filhos por mulher) vai reduzindo o contingente de jovens que chegam ao ensino médio. O acentuado acréscimo no nível universitário se explicaria, de outro lado, pela pressão por requalificação no mercado de trabalho. Leia o resto do artigo »
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Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
Ata da Assembléia Geral de fundação da Casa da América Latina, realizada em 31/08/2007
Às dezessete horas do dia trinta e um de agosto de dois mil e sete, reuniram-se no auditório da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro, localizada à Rua do Russel, nº 1, Glória, os membros fundadores da CASA DA AMÉRICA LATINA, conforme convocação amplamente divulgada por uma comissão organizadora, para tratarem da seguinte pauta: 1- Fundação da Casa da América Latina; 2- Eleição da Comissão Provisória; 3- Aprovação do Estatuto. Compuseram a mesa Ivan Martins Pinheiro, Raymundo Theodoro Carvalho de Oliveira, Roberspierre Martins Teixeira e Ana Carolina Reyes, que secretariou a assembléia e transcreveu a presente ata. Iniciou-se a sessão com a fala de Ivan Pinheiro, em nome da comissão organizadora da fundação. Ele destacou a atualidade da solidariedade latino-americana, informou como surgiu a idéia de criação da entidade e as providências que a comissão organizadora vinha adotando para a viabilização do projeto. Leia o resto do artigo »
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