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Blog do Desemprego Zero

OCDE reprova gasto do Brasil com ensino

Escrito por Imprensa, postado em 22 dEurope/London setembro dEurope/London 2007 Imprimir Enviar para Amigo

 JORNAL DO COMMERCIO – 09.2007
Despesa por aluno é a menor entre 34 países
Renata Cafardo
Da Agência Estado, com agências

O Brasil é o país com o menor gasto por aluno entre os 34 analisados pelo relatório anual da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre educação, divulgado ontem. O valor que é investido em cada estudante somando-se gastos do ensino básico e do superior é de US$ 1.303 por ano. Noruega e Suíça investem quase dez vezes mais. Mas o Brasil perde ainda para latino-americanos como Chile e México, que gastam o dobro.

No ano passado, o mesmo relatório, chamado Education at a Glance, já mostrou que o responsável pelo baixo investimento geral em educação no País pode ser explicado pelos gastos com o ensino fundamental. Enquanto nações como os Estados Unidos investem US$ 8,8 mil por aluno nesse nível de ensino, o Brasil gasta US$ 1.159, valor mais alto apenas que o registrado na Turquia.

“É preciso lembrar que estamos sendo comparados, na maioria, com países de primeiro mundo”, diz o educador Claudio Moura e Castro. Para ele, o grande problema do País é que, além de se gastar pouco, gasta-se mal. “Há 30% de professores em licenças, muitas faltas, jornadas de trabalho não cumpridas. Só colocar mais dinheiro não resolve”, completa.

Quando se fala em ensino superior, os gastos brasileiros sobem para US$ 9.019, próximo da média de US$ 11 mil dos países da OCDE. Essa distorção levou a mobilizações recentes de educadores e governo para valorizar a educação fundamental. Neste ano, o Ministério da Educação (MEC) lançou o Plano Nacional para o Desenvolvimento da Educação (PDE), cujo foco é justamente aumentar os investimentos no ensino básico.

Movimento. O Movimento Todos Pela Educação, que reúne os maiores empresários brasileiros e que comemorou ontem seu primeiro aniversário, também defende que 5% do Produto Interno Bruto (PIB) que em 2006 foi de R$ 2,322 trilhões seja destinado ao ensino básico. Isso equivaleria a cerca de R$ 115 bilhões por ano.

Atualmente, segundo o relatório divulgado ontem, o índice está em 2,9% do PIB. Se forem incluídos os gastos com ensino superior, sobe para 3,9%. Os dados da OCDE são referentes a 2004. Ao compará-los com as estatísticas de dez anos antes, o Brasil investia 3,6% do PIB em educação.

Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, o PDE e o Fundo de Desenvolvimento do Ensino Básico (Fundeb) vão aumentar em 0,4% do PIB os investimentos com educação. “Se estados e municípios também fizerem esforços, poderemos chegar à meta de 6% do PIB.”

Os países ricos estão gastando 42% a mais do que faziam há 12 anos, mas os recursos estão sendo usados de maneira ineficiente, o que não faz melhorar a qualidade da educação. De acordo com a OCDE, só 55% dos gastos do governo dos EUA, por exemplo, foram destinados a pagamento de professores.



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