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Blog do Desemprego Zero

Archive for setembro 29th, 2007

Falta ao Brasil uma política nacional de desenvolvimento

Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

 Gazeta Mercantil 

9/2007

Luciana Collet e Silvia Regina Rosa

A falta de uma política nacional de desenvolvimento e o cenário interno macroeconômico desfavorável para o crescimento do País foram as principais críticas dos representantes da indústria que participaram ontem do 4º Fórum de Economia, organizado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP-FGV). “Apesar de todo o cenário externo favorável, há inúmeros desafios para o Brasil. A política de juros é desfavorável, a política de câmbio é desfavorável, a carga tributária é desfavorável”, resumiu ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira, coordenador do evento, encerrado ontem.

“O Brasil sempre teve uma certa penalidade por fatores externos, as hoje, com exceção dos produtores de petróleo, o Brasil é o país com cenário externo mais favorável, por isso é escancarado a possibilidade de viabilizar o crescimento econômico”, acrescentou o presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Beijamin Steinbruch, ressaltando que o que falta é vontade de fazer e capacidade de gestão. “Se existe uma doença brasileira é essa e a cura depende de nós”, ressaltou, destacando a necessidade de uma mudança da política macroeconômica. Leia o resto do artigo »

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O importante serviço da indústria

Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

 Valor Econômico 

9/2007

David Kupfer é professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Grupo de Indústria e Competitividade (GIC-IE/UFRJ. Escreve mensalmente às quartas-feiras. E-mail: gic@ie.ufrj.br)

O crescimento de 4,9% do PIB brasileiro nesse primeiro semestre de 2007 ratificou as previsões de que a expansão da economia será mais intensa nesse ano e pode alcançar a casa dos 5,5%. As estrelas do semestre foram a indústria de transformação e a formação bruta de capital fixo, que cresceram 7,2% e 10,6% ante igual período de 2006. Repetindo o ocorrido pela última vez em 2004 – quando indústria, formação de capital e PIB cresceram 7,9%, 9,1% e 5,7%, respectivamente – o maior ritmo de expansão da atividade industrial em 2007, não por acaso, convive com melhores resultados para os dois outros agregados. Esse desempenho reforça o argumento de que, mesmo experimentando há anos uma tendência à perda de peso na composição do PIB, a indústria ainda é relevante como pólo dinâmico da economia.  Leia o resto do artigo »

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