Postado em 26 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
Acho que esse protesto tem tudo a ver com a defesa de uma política
economica heterodoxa. Desde o domínio ortodoxo na política economica, o Brasil é dos países emergentes que menos crescem. O desemprego e a violência aumentaram absurdamente. O Estado está paralisado.
As promessas de que os sacrifícios das Reformas revolucionariam completamente o país, mostraram-se erradas. Eu lembro de que no começo do Plano Real, o Brasil iria se tornar um país muito melhor, mais moderno, etc. E o mais impressionante é que a opinião pública continua a apoiar essa política econômica. E, francamente, acho que o maior responsável por isso é a nossa mídia oligopolizada.
Todos os colunistas que eu leio na Folha, exceto o Paulo Nogueira Batista e o Rubens Ricupero, são terrivelmente liberais. Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura | Sem Comentários »
Postado em 26 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
VALOR – 09/2007
Claudia Safatle e Cristiano Romero
“Não faz sentido” reestatizar a Companhia Vale do Rio Doce, proposta aprovada no último congresso do PT, o partido do presidente Lula. A opinião é da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira comunista que, no comando do cargo mais importante da República depois do do presidente, passou a nutrir enorme admiração por capitalistas como Jorge Gerdau (Grupo Gerdau) e Antônio Ermírio de Moraes (Votorantim).
Para a ministra, o Brasil ainda carece de grandes empreendedores, o que, em sua opinião, põe em risco o sucesso dos negócios num mundo globalizado e cada vez mais competitivo. Responsável pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Dilma vive seu melhor momento no governo.
Na sexta-feira, depois de quatro anos de disputa, conseguiu demitir um desafeto na diretoria da Petrobras – Ildo Sauer, ex-diretor de Gás e Energia -, abrindo o caminho para a execução da política de gás natural que formulou quando comandava as Minas e Energia. “Tem gente que é bom professor, excelente teórico, mas não é bom gestor”, disse ela, nesta entrevista ao Valor, referindo-se a Sauer sem citar seu nome. A ministra assegura que o país não corre o risco de ter um apagão de energia nos próximos quatro anos. Para ela, quem fala em apagão quer é especular com os preços de energia. Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura | Sem Comentários »