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Blog do Desemprego Zero

Archive for setembro 6th, 2007

A crise e a atual política monetária

Postado em 6 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 3

Aloizio Mercadante – Economista e professor licenciado da PUC-SP e da Unicamp, é senador da República pelo PT-SP   

 3 de Setembro de 2007 – Pareceria prematuro o Copom modificar agora o padrão de redução de juros. Os relatórios sobre a atual conjuntura econômica são unânimes em destacar o bom comportamento dos indicadores de inflação, apesar da pressão recentemente exercida pelo grupo alimentos e bebidas, particularmente os itens leite e derivados – embalados pela alta dos preços internacionais – e carne bovina, cujos preços refletem a chegada do período de entresafra. Com exclusão destes itens, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho passado mostraria uma deflação de 0,06%, em vez do aumento de 0,24% efetivamente registrado.  

No ano, até julho, o IPCA acumula uma alta de 2,32% e, nos últimos 12 meses, de 3,74%, taxa quase similar à mediana, registrada naquele mês, das expectativas do mercado com relação à inflação em 2007 (3,75%). Leia o resto do artigo »

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ENTREVISTA GIOVANNI ARRIGHI

Postado em 6 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

Folha de São Paulo

São Paulo, domingo, 02 de setembro de 2007  

 COM O FIM do “século americano”, o mundo está diante da possibilidade de uma igualdade maior entre os países do Ocidente e do Oriente, do Norte e do Sul, afirma o sociólogo e economista italiano Giovanni Arrighi, professor da Universidade Johns Hopkins (EUA), em entrevista à Folha. Arrighi está lançando em sete línguas “Adam Smith em Pequim” -a edição brasileira do livro será publicada na primeira semana de novembro, pela editora Boitempo. Leia o resto do artigo »

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Indústria tem papel-chave, diz economista

Postado em 6 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

 De Brasília 

O economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Edgard Pereira, afirma que é cedo para concluir que a indústria deixou de ser o motor da economia. Segundo ele, a indústria, pressionada pelo ambiente de alta competição, buscou cortar custos por meio da terceirização de mão-de-obra. Assim, parte dos empregos da indústria migrou para o setor de serviços.  

 Pereira diz que o deslocamento de empregos para os serviços transmite a impressão, equivocada, de que os serviços foram bem mesmo quando a indústria foi mal. “Quando o processo de terceirização se esgotar, os empregos no setor de serviços voltarão a crescer no mesmo ritmo que os da indústria”, diz Pereira.   

Ele pondera que a redução do peso da indústria na economia, que vem ocorrendo desde a década de 1990, compromete a capacidade de crescimento do país. “Uma coisa é os Estados Unidos, com a sua renda per capita entre as maiores do mundo, ter a economia liderada pelos serviços, outra é o Brasil”, afirma ele.   Leia o resto do artigo »

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Previdência e opinião pública

Postado em 6 dEurope/London setembro dEurope/London 2007

EDUARDO FAGNANI e JOSÉ CELSO CARDOSO JR.

As classes dominantes tentam “comprovar” a inviabilidade da Previdência e propõem reformas para fazer retroceder conquistas

O Brasil é um país em que a miséria de grande parte da população não
encontra outra explicação que a resistência das classes dominantes a toda
mudança capaz de pôr em risco seus privilégios.”(Celso Furtado, 1979)

NO ATUAL debate sobre a Previdência, a percepção de Furtado permanece
viva. As classes dominantes jamais aceitaram os avanços de 1988, mesmo
quando se trata apenas de garantir direitos sociais básicos para a
construção de uma sociedade democrática e justa.

Desde então, tentam “comprovar” sua inviabilidade financeira e propõem
reformas para fazer retroceder conquistas -muitas das quais já
efetivadas. É emblemático que, em 2006, entidades do setor financeiro
tenham patrocinado o documento “Um novo modelo de Previdência Social para
o Brasil”, que propugna enterrar o que restou da seguridade social
brasileira. Leia o resto do artigo »

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