Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
Folha de S. Paulo
9/2007
FERNANDO CANZIAN
Dólar teria contribuído para reduzir participação do setor
Apesar do crescimento de 6,8% da indústria apontado pelo PIB (Produto Interno Bruto) no segundo trimestre do ano, economistas e entidades ligadas ao setor afirmam que a chamada “desindustrialização” do país está se aprofundando.
“É o câmbio, estúpido!”, afirmou ontem o economista Luiz Carlos Bresser-Pereira, coordenador do 4º Fórum de Economia, promovido pela FGV (Fundação Getulio Vargas), ao discutir os motivos que estariam agravando o problema.
Bresser-Pereira afirmou que o governo Lula vem praticando “populismo cambial” para segurar a inflação por meio do real valorizado, o que faz os preços de importados ficarem mais baratos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
‘Sem alegria e sem espanto’
Aos companheiros e amigos da Petrobrás,
1. Recebi a notícia de meu afastamento da diretoria da Petrobrás pelo
presidente da República sem alegria e sem espanto. Fiquei na Diretoria de
Gás e Energia da Petrobrás quatro anos e oito meses. Mas acompanho a área
há quase duas décadas, como militante do Partido dos Trabalhadores e em boa
parte do tempo como colaborador do Instituto Cidadania que assessorou o
presidente Lula em suas campanhas pela presidência. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
Gazeta Mercantil
9/2007
Luciana Collet e Silvia Regina Rosa
A falta de uma política nacional de desenvolvimento e o cenário interno macroeconômico desfavorável para o crescimento do País foram as principais críticas dos representantes da indústria que participaram ontem do 4º Fórum de Economia, organizado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP-FGV). “Apesar de todo o cenário externo favorável, há inúmeros desafios para o Brasil. A política de juros é desfavorável, a política de câmbio é desfavorável, a carga tributária é desfavorável”, resumiu ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira, coordenador do evento, encerrado ontem.
“O Brasil sempre teve uma certa penalidade por fatores externos, as hoje, com exceção dos produtores de petróleo, o Brasil é o país com cenário externo mais favorável, por isso é escancarado a possibilidade de viabilizar o crescimento econômico”, acrescentou o presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Beijamin Steinbruch, ressaltando que o que falta é vontade de fazer e capacidade de gestão. “Se existe uma doença brasileira é essa e a cura depende de nós”, ressaltou, destacando a necessidade de uma mudança da política macroeconômica. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
Valor Econômico
9/2007
David Kupfer é professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Grupo de Indústria e Competitividade (GIC-IE/UFRJ. Escreve mensalmente às quartas-feiras. E-mail: gic@ie.ufrj.br)
O crescimento de 4,9% do PIB brasileiro nesse primeiro semestre de 2007 ratificou as previsões de que a expansão da economia será mais intensa nesse ano e pode alcançar a casa dos 5,5%. As estrelas do semestre foram a indústria de transformação e a formação bruta de capital fixo, que cresceram 7,2% e 10,6% ante igual período de 2006. Repetindo o ocorrido pela última vez em 2004 – quando indústria, formação de capital e PIB cresceram 7,9%, 9,1% e 5,7%, respectivamente – o maior ritmo de expansão da atividade industrial em 2007, não por acaso, convive com melhores resultados para os dois outros agregados. Esse desempenho reforça o argumento de que, mesmo experimentando há anos uma tendência à perda de peso na composição do PIB, a indústria ainda é relevante como pólo dinâmico da economia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
Análise IEDI – 09/2007
- Economia Global -
O FED, o banco central norte-americano, pode ter desejado com a redução ontem de 0,5 pontos percentuais da taxa básica de juros (que passou de 5,25% ao ano para 4,75% ao ano) disparar um “tiro certeiro” para neutralizar qualquer possibilidade de que a economia americana entre em recessão. É uma interpretação. Ou pode também dispor de dados privilegiados que estão informando que a recessão é mais provável do que a média dos analistas imaginam. Em sua maioria as análises apostavam numa queda de 0,25 pontos. Achar a interpretação correta não é apenas um exercício de retórica, mas é importante para nortear as apostas financeiras e para que se possa avaliar os possíveis impactos desta que foi inequivocamente a grande movida da política econômica desde o início da crise internacional em fins de julho. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
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Postado em 27 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
VALOR – 09/2007
Claudia Safatle é diretora adjunta de Redação e escreve às sextas-feiras
O secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, acenou, nesta semana, com proposta de política fiscal de mais longo prazo. No mínimo, Barbosa fez uma interessante provocação ao sugerir que o governo aproveite o bom momento da economia para retomar a idéia da política fiscal anticíclica, que significa poupar mais nos tempos da prosperidade para ter um colchão de recursos nos momentos de maior penúria da economia. O tema chegou a ser considerado por Guido Mantega, quando ministro do Planejamento, no primeiro mandato do governo Lula, mas foi abandonado por se achar que era inoportuno, naquela ocasião de forte aperto fiscal, introduzir mudanças que poderiam ser percebidas como tentativa de afrouxar o gasto. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
09/2007
Agência FAPESP – São Paulo lançará uma nova agência de fomento, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento econômico no Estado. A Agência de Fomento do Estado de São Paulo (Afesp) terá capital ativo inicial de cerca de R$ 1 bilhão.
A agência fará captação de recursos junto a organismos de crédito como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de fontes externas como Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco do Japão para Cooperação Internacional (JBIC). O decreto de criação da agência, elaborado pela Secretaria do Desenvolvimento, foi assinado pelo governador José Serra e publicado no Diário Oficial de 8 de setembro. Leia o resto do artigo »
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