Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Yoshiaki Nakano VALOR – 31/07/2007
Podemos, de forma caricatural, dizer que o governo Lula, no seu segundo mandato, ganhou um prêmio de loteria de pelo menos US$ 200 bilhões Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Roberto Nicolsky
DCI OPINIÃO
01/08/07 – 00:00 > (www.dci.com.br)
O atual debate sobre a aceleração do crescimento econômico mostra que o País não suporta mais a mediocridade das taxas de 2,5% anuais nem aceita mais desculpas e promessas. Como a população cresce 1,7%, seriam necessários 87 anos para dobrar o Produto Interno Bruto (PIB) per capita. As conseqüências são sentidas na violência do cotidiano. Toda uma geração está sem futuro por falta de trabalho, imolada no altar da incompetência do poder público que já se arrasta por mais de um quarto de século. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Bruno Galvão dos Santos
A atual política monetária e cambial do Brasil está gerando perdas monumentais ao fisco brasileiro, à competitividade industrial e à geração de emprego e renda.
A alegação de que a taxa de juros não pode ser reduzida com maior velocidade mostra-se completamente falsa, quando analisamos os dados internacionais. A média das taxas de juros dos países subdesenvolvidos se situa entre 2% e 3% anuais.
O mesmo acontece com a política de câmbio. Alegam que a forte valorização da moeda brasileira não pode ser impedida, pois esse seria um fenômeno mundial. Entretanto, percebemos que essa conclusão é falsa, quando se vê que a valorização cambial brasileira não tem paralelo com nenhum outro paíse emergente. Mesmo países superávits em conta corrente muito superiores tiveram uma valorização do câmbio muito menor, ou menos nula.
Somente ao fisco brasileiro, o prejuízo dessas políticas é de mais de R$ 100 bilhões ao ano. São prejuízos imensos e incompreensíveis, apesar das insistentes tentativas dos economistas-chefes de bancos a criarem sempre novas justificativas para manter a atual política ortodoxa. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Bruno Galvão do Santos
A transição das ex-repúblicas soviéticas do socialismo para o capitalismo é o maior desastre econômico já registrado em tempos de paz. Em oposição, a transição chinesa – ocorrida no mesmo período - é provavelmente o maior sucesso econômico da história.
Apesar disso, os economistas ortodoxos insistem em afirmar que a política adotada nas ex-repúblicas soviéticas (desregulamentação de mercados, superávit primário e Banco Central preocupado exclusivamente com a inflação) conduziria a maior prosperidade econômica possível, enquanto a adotada pela China (política de manutenção de câmbio desvalorizado, pesados investimentos e gastos estatais, política industrial ativa e prioridade para o crescimento econômico) só poderia resultar em caos e desastre econômico.
É evidente que a realidade foi oposta a essas crenças neoliberais. As explicações neoliberais para o fracasso da ex-repúblicas soviéticas e para o sucesso chinês são totalmente incoerentes.
Porque as indústrias estatais que seriam ineficientes na ex-União Soviética não atrapalharam o desenvolvimento chinês? Porque a educação soviética que era e é muito superior à chinesa não favoreceu seu crescimento econômico?
Os neoliberais dizem que a China estaria crescendo em decorrência da liberalização da economia. Então, porque nas ex-repúblicas soviéticas - onde a liberalização foi muito mais veloz – o PIB cresceu como nunca antes na história da humanidade? Leia o resto do artigo »
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