Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Escrito por Frei Betto Correio da Cidadania 10-Ago-2007
Antes de ingressar na faculdade, em 1964, estudei oito anos em escola pública. Como ocorre agora com as universidades, em geral elas superavam em qualidade os colégios particulares. Além da inigualável vantagem de serem gratuitas.
Hoje, nossas escolas públicas de ensino básico estão sucateadas. Foram deterioradas pela má administração pública, a corrupção, o descaso para com alunos e professores. Há, no Brasil, 55 mil escolas públicas. Segundo a OCDE, apenas 0,2%, ou seja, 160 alcançam um índice de desempenho considerado médio.
Adotam-se no Brasil, para classificar nossas escolas de ensino básico, o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), feito por amostragem, e o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que dá nota de 0 a 10 às instituições de ensino, tendo por critério o desempenho dos alunos na Prova Brasil, exame aplicado a todos os alunos de 4ª. e 8ª. séries.
Em todo o país, apenas 160 escolas mereceram nota 6 ou acima. Nas séries iniciais do ensino fundamental nossa nota é 3,8. Os cursos de 5a a 8a séries ganharam nota 3,5. No ensino médio, 3,4. A meta do MEC, estimulado pela campanha “Compromisso Todos pela Educação”, é que a maioria de nossas escolas atinja a nota 6 em 2021. O Ideb atual da Holanda é 7; do Reino Unido, 6,5. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Blog do Nassif Coluna Econômica – 13/08/2007
Na sexta-feira passada, o jornal “O Valor Econômico” resolveu fazer uma eleição para o título de “mais importante economista do país”. Virou uma disputa ideológica.
Nassif, levanta que haveria 2 critérios racionais para definir um economista como o melhor. Um deles seria suas contribuições inovadoras para ciência econômica. A outra seria sua contribuição para a transformação da realidade. Sob ambos critérios, há economistas que se destacaram mais do que Simonsen. Por que então ele foi eleito? Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
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Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Dani Rodrik Valor Econômico 10/8/2007
O mais importante dilema de política enfrentado pelos mercados emergentes atualmente é o seguinte: por um lado, o crescimento econômico sustentado exige uma moeda competitiva (leia-se “subvalorizada”). Por outro lado, toda boa notícia é imediatamente seguida de apreciação da moeda, tornando a tarefa de se manter competitivo tão mais difícil.
Então, você finalmente aprovou aquela peça de legislação crucial? Seu partido fiscalmente responsável acaba de vencer a eleição? Ou suas exportações de commodities tiraram a sorte grande? Bom para você! Mas a apreciação da moeda resultante provavelmente provocará uma disparada insustentável no consumo, causará estragos no seu setor de exportação, gerará desemprego e esgotará o seu potencial de crescimento. O sucesso traz a sua recompensa na forma de punição imediata!
Em resposta, os bancos centrais podem intervir nos mercados de moeda para prevenir a apreciação, ao custo de acumularem reservas externas de baixo rendimento e de se distraírem do seu objetivo primário, a estabilidade dos preços. Esta é a estratégia adotada por países como China e Argentina. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Marcio Pochmann, professor da Unicamp, comandou, no governo de Marta Suplicy, em SP, a secretaria de Trabalho O economista Marcio Pochmann, professor do Instituto de Economia da Unicamp, deve ser empossado na próxima semana como presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), hoje sob a batuta da Secretaria de Estratégias de Longo Prazo, pilotada pelo economista Mangabeira Unger. O nome de Pochmann foi sugerido pelo próprio titular da Secretaria à cúpula do Partido Republicano Brasileiro (PRB), do vice-presidente José de Alencar, ao qual Mangabeira pertence, e foi acatado por unanimidade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Mantega estuda uso da CPMF para abater INSS
Claudia Safatle e Sergio Lamucci VALOR – 09/08/2007
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que levará para negociação no Congresso, em troca da prorrogação da vigência da CPMF e da Desvinculação das Receitas da União (DRU), uma proposta de desoneração da folha de pagamento das empresas. Fará o mesmo junto ao Fórum Nacional da Previdência Social. Ele já dispõe de uma série de alternativas para fazer a desoneração. “Não há solução simples. Cada 1% de desoneração do INSS significa renúncia de R$ 3,5 bilhões”, disse. Mas indicou duas opções: só desonerar da contribuição previdenciária as empresas de mão-de-obra intensiva ou permitir abater a CPMF da contribuição a pagar do INSS, que recai sobre a folha. “São várias alternativas, tenho que escolher uma e o momento adequado para implementá-la”, disse o ministro. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Marcio Pochmann VALOR – 09/08/2007
Nos últimos 20 anos, o rendimento dos ricos pelo trabalho sofreu importante queda na sua evolução real e as principais ocupações do país foram redistribuídas no espaço geográfico nacional. Antes, deve-se esclarecer que os ricos pelo trabalho pertencem ao decil superior da distribuição de todos os rendimentos capturados entre os ocupados pela Pnad do IBGE, representados por parcela considerável de trabalhadores vinculados às categorias profissionais assalariadas como bancários, jornalistas, professores, petroleiros, médicos, advogados, entre tantos outros que se distanciam, em muito, dos verdadeiramente ricos do Brasil, que têm a renda praticamente desconectada do trabalho, porém cada vez mais associada às diversas fontes da riqueza patrimonial (lucros, juros, aluguéis etc). Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Sergio Ferolla – membro da Academia Nacional de Engenharia
Paulo Metri – conselheiro do Clube de Engenharia
(Publicado no Jornal do Commercio de 08/08/07)
O diretor-geral da ANP, em palestra no Clube de Engenharia, no último dia 23/7, afirmou que o modelo do setor do petróleo implantado em 6/8/97, em substituição ao do monopólio estatal, permitiu um crescimento da participação deste setor no PIB, de menos de 3% em 1997 para cerca de 10% em 2006. Entretanto, tal aumento não foi devido ao modelo implantado, há dez anos, pois somente as descobertas de petróleo da época do monopólio estatal contribuíram para a expansão da produção no período de 1997 a 2006, assim como, no mesmo período, o aumento do preço do barril no mercado internacional e a política de preços dos derivados da Petrobrás acompanhando os preços internacionais, também, contribuíram para o aumento na referida participação.
O diretor continuou sua preleção dizendo que a ANP precisa promover rodadas de licitações para garantir um alto nível do índice “reserva dividida pela produção” do país para garantir a auto-suficiência. O petróleo descoberto e produzido por empresas estrangeiras aumenta esse índice, mas como será exportado, não contribuirá para o suprimento do país. Daí concluirmos que a Lei do petróleo, no 9.478/97, e os contratos de concessão da ANP não permitem a execução de uma política de abastecimento de médio e longo prazo do país, ao autorizarem, hoje, a exportação do petróleo que fará falta daqui a alguns anos, sabendo-se que as limitadas reservas brasileiras são do tamanho das necessidades do país para enfrentar, sem graves conseqüências, um período de transição, até que alternativas energéticas sejam introduzidas na nossa matriz. Leia o resto do artigo »
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