prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Acabou a discussão da meta de inflação

Escrito por Gustavo, postado em 17 dEurope/London agosto dEurope/London 2007 Imprimir Enviar para Amigo

Tales Faria JORNAL DO BRASIL – 17.08.07  

Não dá para dizer que o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) está festejando a crise econômica, porque, na verdade, está muito preocupado. Mas o fato é que Mercadante venceu, com a crise, uma batalha contra a ala ortodoxa do governo. Ele não cita o nome do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, mas dá no mesmo:

 - Pelo menos os ortodoxos vão parar de falar que a meta de inflação em 4,5% está elevada. O assunto saiu da pauta. Se tivéssemos uma meta mais baixa, como eles queriam, corríamos o sério risco de ter que, agora, sair disparando para cima a taxa básica de juros. 

De fato, conforme explica Mercadante, a crise faz com que o dólar tenda a subir, e com isso há também uma tendência de taxas de inflação mais elevadas. Nesse caso, para segurar uma meta inflacionária muito baixa, o único jeito seria elevar os juros à estratosfera. O que poderia paralisar a economia, estancar as expectativas de crescimento. 

Por conta disso, agora todo o mercado festeja o fato de não termos estabelecido uma meta inflacionária muito baixa, como queria o presidente do BC. Se a crise não demorar, dará até para o Brasil sair dela sem ter de mexer em nenhum dos chamados “fundamentos da economia”. 

- O senhor acha que a crise se aprofundará? 

- Não dá para saber. Dizem que os economistas passam metade do tempo fazendo previsões e, na outra metade, explicando por que que elas não se concretizaram. A minha impressão é de que, se nenhuma instituição financeira internacional sólida e de grande porte sofrer um baque, nós saímos rapidamente. Se algum grande banco entrar na roda, aí a coisa pode se complicar. 

 - E o que o governo pretende fazer? 

- Não posso falar pelo governo, mas creio que não há o que fazer neste momento. Se for preciso, temos aí uma boa margem de segurança. O Brasil está com reservas cambiais da ordem de US$ 160 bilhões. Mas a hora é de cautela. Esperar para ver. Neste momento, não é aconselhável fazermos nenhum movimento brusco com nenhum dos instrumentos que o Estado dispõe de política econômica. 

- E a CPMF? Há um forte movimento contra sua prorrogação. O governo vai insistir? 

- Não se trata de insistir. Num quadro desses, seria irresponsabilidade cortar cerca R$ 36 bilhões ao ano da receita do Estado.



  Imprimir  Enviar para Amigo  Adicionar ao Rec6 Adicionar ao Ueba Adicionar ao Linkto Adicionar ao Dihitt Adicionar ao del.icio.us Adicionar ao Linkk Adicionar ao Digg Adicionar ao Link Loko  Adicionar ao Google Adicionar aos Bookmarks do Blogblogs 

« VOLTAR

Faça um comentário

XHTML: Você pode usar essas tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>