Postado em 24 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia
Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia
(Publicado no Jornal do Commercio de 23/08/07)
Muitas empresas estrangeiras operam no Brasil, há muitos anos, e sempre tiveram garantido direito de propriedade, possibilidade de retorno para os investimentos, remessa de lucros, repatriação do capital etc. Nos anos 80, começou-se a ouvir que as empresas requeriam, para se estabelecerem no país, a expansão de garantias. O que motivou essa mudança de postura?
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Postado em 24 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Marco Antonio Rocha, jornalista,
em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 2-04-2007
“Já não se fazem mais economistas como antigamente! Esta é a impressão que se impõe ante a maioria dos tediosos e dispensáveis textos e entrevistas dos novos gurus dessa velha ciência”, escreve .
Segundo ele, “o que temos hoje, na maioria dos artigos de economistas nos nosso jornais e revistas, e também, aliás, nos da imprensa mundial, é uma espécie de chuvisco miúdo. Palpites dirigidos a operadores e especuladores dos mercados futuros. O que terá acontecido com o ensino da Economia nas faculdades? Ainda se discute e se estuda macroeconomia? Ainda se fala de políticas econômicas? Ainda se analisam políticas públicas em geral? E de Economia Política, ainda se ouve falar?”
E conclui:
“A vulgata mercantilista parece ter ocupado o lugar do pensamento econômico, inclusive, talvez, nas faculdades”.
Eis o artigo.
“Até uns 20 ou 30 anos atrás, a Economia era um assunto muitíssimo fascinante e desafiador para quem se interessasse pelo progresso e pelo futuro das sociedades humanas. Grandes nomes nacionais e internacionais desse complexo ramo do conhecimento freqüentavam então as páginas de jornais e revistas e nos estimulavam com análises e explicações econômicas que eram pedras lapidares na formação cultural de toda uma geração. Mais até do que economistas, eram pensadores, e não palpiteiros.
Qualquer bom jornalista de Economia, com 40 a 50 anos de idade, há de se lembrar, com saudade e com reverência até, das magníficas lições ou esclarecimentos auridos em artigos do Leia o resto do artigo »
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