“Cansei” não leva a nada
Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
O Brasil precisa de uma campanha construtiva!
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O Brasil precisa de uma campanha construtiva!
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Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Do Blog do Alon http://blogdoalon.ig.com.br/
Eu saudei desde o início a emergência do “Cansei”. Não porque concorde com as motivações do “Cansei”. Eu simplesmente torço para que o “Cansei” ajude a aquecer a sopa social e política do Brasil (leia É do jogo). No que depender da minha torcida, entraremos todos num novo período, em que amplos contingentes de cansados, seja qual for o motivo, deverão ir às ruas (e à Internet) manifestar o seu cansaço e o que desejam mudar no statu quo. O “Cansei” tem despertado reações iradas. Mas a vida é assim mesmo. Do mesmo jeito que a turma do “Cansei” possivelmente ache os beneficiados pelo Bolsa Família um bando de vagabundos, que preferem ser sustentados pelo governo a trabalhar, é compreensível que os admiradores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vejam a turma do “Cansei” como um punhado de playboys e dondocas insensíveis diante dos problemas sociais do Brasil. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Fernando Canzian, 40, Folha Online. 07/08/07 Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Henrique Júdice Magalhães
CORREIO DA CIDADANIA 06-Ago-2007
No dia 19/06, o secretário de Políticas Previdenciárias do MPAS (Ministério da Previdência e Assistência Social), Helmut Schwarzer afirmou que a Previdência Social é financeiramente inviável a longo prazo. A declaração foi feita ao Fórum Nacional de Previdência Social – instituído em janeiro no âmbito do PAC – e indica a rendição definitiva do governo ao lobby em favor do desmonte e privatização do sistema, liderado pelas entidades de classe do setor financeiro.
Essa suposta inviabilidade é o principal argumento esgrimido pelas associações patronais agrupadas no Plano Diretor do Mercado de Capitais (PDMC). Em 13/12 do ano passado, uma delegação do PDMC encabeçada pelo presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Gabriel Jorge Ferreira, entregou ao então ministro da Previdência e Assistência, Nelson Machado, um projeto de reforma elaborado pelo ex-ministro de Fernando Henrique, José Cechin, e pelo economista Fabio Giambiagi, ex-funcionário do Banco Interamericano de Desenvolvimento e atualmente no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
A proposta acaba com o que resta dos sistemas de Previdência e Assistência e atinge em cheio a base da pirâmide da força de trabalho através de medidas como a desvinculação entre aposentadoria mínima e salário mínimo. Seu conteúdo é tão perverso que chegou a suscitar um ensaio de resistência de alguns setores do governo, expresso em declarações do próprio Schwarzer, de Machado e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, entre janeiro e março. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
BENJAMIN STEINBRUCH Folha de S. Paulo 7/8/2007
Exportador precisa de câmbio tanto quanto SP precisa de um novo aeroporto ou o Brasil precisa de boas escolas
A CRISE do setor aéreo foi longe demais. Sejam quem forem os culpados, o fato é que num certo dia foi preciso suspender completamente as operações do maior aeroporto do país. O abandono do sistema rodoviário foi longe demais, até um momento em que a safra agrícola não podia mais sair de algumas regiões. O desleixo com a educação e com a saúde foi longe demais, não apenas na área federal. A política de juros altos foi longe demais -e continua indo.
O Brasil, infelizmente, está se transformando num país em que, por várias razões, as crises vão sempre muito mais longe do que se pode imaginar e suportar. Estica-se a corda até que se rompa. O caso do câmbio tem essa característica. É certo que as condições internacionais favoreceram até agora a valorização do real, pela elevada liquidez mundial e pelo enfraquecimento da moeda americana. Mas a cotação do dólar se aproximou de R$ 1,80 há duas semanas. Alguns analistas já enxergavam a moeda a R$ 1,60 ou R$ 1,50 quando sobrevieram as turbulências da quinta-feira (26/7) e a cotação voltou a subir um pouco.
Está evidente, a valorização do real já foi longe demais. O que ocorre nessa área levanta a suspeita de que o país pode se deparar em algum momento com um “apagão cambial”. Será o dia em que um grande número de exportadores concluirá que não pode mais exportar. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque
Gazeta Mercantil 7 de Agosto de 2007
Mais um imposto pode ser criado
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Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Lu Aiko Otta O Estado de S. Paulo 7/8/2007
Propostas dos empresários foram apresentadas há 3 semanas ao ministro Guido Mantega Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Quando o micro chegar ao macro
Delfim Netto VALOR – 07/08/2007
A análise da formação e importância da taxa cambial para o crescimento econômico, e a construção de um sistema produtivo sofisticado e capaz de absorver a mão de obra que estará disponível, num país que em dez anos terá 220 milhões de habitantes, divide fortemente os economistas. Alguns crêem (é “crença” de ter fé, como Santo Agostinho que “acreditava exatamente por ser impossível”) que o sistema econômico é regulado por leis naturais através do sistema de “mercados”. Deixados inteiramente livres, a “mão invisível” que os coordena (na qual nem Adam Smith acreditava muito…) produzirá uma organização eficiente do sistema produtivo, que num tempo finito, mas não especificado, acabará no melhor dos mundos: o máximo crescimento possível, a maior e melhor utilização possível da mão de obra, equilíbrio interno (que depende da responsabilidade fiscal do governo na geração dos “bens públicos” que só ele pode suprir), equilíbrio externo e, como bônus, redução das desigualdades. Leia o resto do artigo »
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