Postado em 25 dEurope/London julho dEurope/London 2007
“O que querem os “cientistas da moeda”? Que os diretores do Banco Central, portadores da “ciência”, determinem a própria “meta” inflacionária? Que o poder político, legitimamente eleito, se demita de cuidar da política econômica que determina o crescimento do PIB e o nível de emprego? E por que o governo, simétrica e honestamente, não pode desconfiar que a discussão envolve menos uma questão “científica“ e mais interesses materiais dos agentes financeiros? Quem duvida que o Brasil é, ainda, o grande peru disponível (fora do Dia de Ação de Graças) para o repasto dos inteligentes e bem-vindos especuladores no diferencial das taxas de juros interna e externa, que tem ajudado o Banco Central a reduzir a taxa de inflação?”
Antonio Delfim Netto VALOR – 24/07/2007 Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2007
“Fizemos uma revolução política contra a ditadura, e agora a geração contemporânea tem tudo para dar um passo adiante, isto é, garantir a democracia econômica numa sociedade solidária e com menos desigualdades.”
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? O que é política de pleno emprego?
Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Uma Economia de Guerra contra o Desemprego e a Exclusão Social
José Carlos Assis (desempregozero.org.br)
É uma política de desenvolvimento acelerado. Pode-se conceituá-la também como uma economia de guerra. Ela se caracteriza pela expansão do dispêndio público em serviços públicos essenciais e em infra-estrutura, pela redução para níveis internacionais da taxa básica de juros e pelo aumento da disponibilidade de crédito interno. Em uma palavra, é o oposto da política aplicada pelo Governo FHC, e que o Governo Lula se obrigou a seguir nesta que ainda acreditamos ser uma fase de transição. Leia o resto do artigo »
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? Banco Central não viu a queda do risco-país?
Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Ricardo Summa e Alexandre Freitas
Banco Central desafia o bom senso e seus próprios princípios teóricos ao não considerar a substancial queda do risco-país. A taxa de juros deveria no mínimo acompanhar a redução do risco país. Por que o Banco Central não respeita os padrões internacionais, reduzindo a taxa na velocidade correta?

Gráficos do Artigo
(Artigo teórico)
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? Manifesto Grupo Crítica Econômica
Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Propomos a criação de um grupo de economistas que vise influir teórica e ideologicamente no debate sobre formulação de políticas econômicas no Brasil. Pretendemos preencher uma lacuna de oposição à política econômica e à aliança política atual do governo com a classe capitalista em geral, e rentista mais especificamente, de um lado, e as políticas assistencialistas para os mais pobres, de outro. Um país sem uma oposição crítica é “cronicamente inviável”. Leia o resto do artigo »
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? A questão dos impostos e juros
Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2007
20/07/07 – 00:00 > OPINIÃO DCI Antônio Delfim Netto
A redução mais rápida da taxa Selic – que já devia ter começado há muito tempo – e o aumento da arrecadação tributária oferecem ao governo uma excelente oportunidade para a alavancagem dos investimentos públicos. Leia o resto do artigo »
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? Friedman, metas de inflação e o Coelhinho da Páscoa
Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Luiz Antonio de Oliveira Lima VALOR – 20/07/2007
A fixação recente da nova meta inflacionária em 4,5% e não em 4%, provocou uma série de críticas às autoridades monetárias, sendo que algumas dessas críticas se estenderam a todos aqueles que supõem que metas inflacionárias mais baixas, ao reduzirem a taxa de juro de curto prazo, contribuiriam para estimular o crescimento econômico. Uma dessas críticas “Meta Inflacionária e o Coelhinho da Páscoa”, publicada na Folha de S. Paulo, de 27/06, de A. Schwartzman, baseando-se nos trabalhos de Milton Friedman e Edmund Phelps, considera que todo argumento de que metas de inflação mais baixas levariam a um maior crescimento, pode ser comparado à idolatria de algumas “tribos primitivas” ao Coelhinho da Páscoa. Leia o resto do artigo »
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? A crise aérea e o superávit
Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Gustavo Antônio Galvão dos Santos
A longa crise aérea que o país vive é conseqüência do contingenciamento de gastos em infra-estrutura aeroportuária na última década e meia, frente a uma demanda crescente por transporte aéreo. Nesse sentido, em alguma instância, o triste acidente ou ao menos o grau de gravidade do mesmo parecem ser resultado dessa profunda escassez de investimentos públicos. Essa falta de investimentos decorre de abusivas metas de redução de dispêndios governamentais, cristalizadas com a meta de superávit primário.
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