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Blog do Desemprego Zero

Artigo sobre Finanças Funcionais na Revista de Econômica Política

Escrito por Gustavo, postado em 5 março 2013 Imprimir Enviar para Amigo

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Desenvolvimento industrial na Amazônia brasileira

Escrito por Gustavo, postado em 20 maio 2011 Imprimir Enviar para Amigo

Rodrigo Loureiro Medeiros e Gustavo Antônio Galvão dos Santos

In: Amazônia: visão estratégica, 2010, Brasília (DF). Amazônia: visão estratégica, 2010.
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Martín Granovsky: As DEZ CHAVES DA ELEIÇÃO no Brasil

Escrito por beatriz, postado em 5 outubro 2010 Imprimir Enviar para Amigo

As 10 chaves da eleição no Brasil

Dilma obteve aproximadamente o mesmo percentual de votos que Lula no primeiro turno das eleições presidenciais de 2002 (46%) e 2006 (47%): quase 47% (46,9%). Em fevereiro deste ano, quando Lula pediu sua proclamação como candidata ao Quarto Congresso do PT, sua intenção de voto era menor que a de Serra e era pouco conhecida pela população. Por isso seu resultado de ontem, é interessante: obteve 47 milhões de votos. Lula seguirá sendo chave na construção da vitória. Não só fará campanha como se ocupará ainda mais do desenho fino da campanha no segundo turno. O artigo é de Martín Granovsky, do Página/12.

Martín Granovsky – Página/12, na Carta Maior

A maioria das pesquisas dava vitória em primeiro turno para Dilma Rousseff, a candidata do Partido dos Trabalhadores e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não aconteceu. Também essa a era a percepção da maioria dos dirigentes do PT e dos membros do governo, que agora deverão redefinir a estratégia para o segundo turno, no dia 31 de outubro. Outra surpresa foi a votação obtida pela candidata do Partido Verde e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que fez quase 20% dos votos. No entanto, o PT e seus aliados não enfrentam um quadro desesperador. Isso pode ser mostrado por meio dos dez seguintes elementos de análise eleitoral:

1. O Partido dos Trabalhadores conseguiu uma base territorial da qual carecia. A partir de 1° de janeiro de 2011, haverá governadores do PT em Sergipe, Bahia, Rio Grande do Sul e Acre, além do Distrito Federal, Brasília, onde tem altas possibilidades de vencer no segundo turno. Os aliados do PT ganharam, entre outros, os governos do Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Maranhão, Piauí, Mato Grosso, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Rio e Pernambuco (onde nasceu Lula) estão entre os principais Estados do país em população.

2. Em função dessas vitórias, o PT e seus aliados, principalmente o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), terão maioria no Senado. Só o PT, passou de 8 para 16 senadores. A coalizão oficial ampliou o número de sua bancada na Câmara de Deputados, ainda que os cálculos mais finos devam ser feitos após a divulgação dos resultados finais e da recontagem Estado por Estado.

3. O Partido dos Trabalhadores melhorou seus números no Estado de São Paulo, mas não triunfou. José Serra, do PSDB, de centrodireita, ganhou de Dilma em São Paulo por 41 a 37. É um pobre desempenho de Serra que no último debate jactou-se de sua maior experiência em gestão e recordou que foi prefeito da capital do Estado e governador paulista, cargo que deixou este ano para candidatar-se à presidência da República. Nas eleições para governador, por volta da meia noite de ontem, o petista Aloizio Mercadante esteve a ponto de obter o sucesso histórico de passar para o segundo turno, coisa que nunca havia ocorrido. Mas Geraldo Alckmin, candidato de Serra, superou por décimos a casa dos 50%. Serra foi derrotado por Lula nos dois turnos da eleição presidencial de 2002. E Alckmin ocupou o posto de perdedor nos dois turnos de 2006.

4. O PT ganhou o governo em outro Estado importante, o Rio Grande do Sul, com um de seus principais dirigentes nacionais, o ex-ministro Tarso Genro, que terminou com uma impressionante diferença de 30 pontos sobre o segundo colocado (um dirigente do PMDB) e de 36 pontos sobre o terceiro, do PSDB. No RS, Dilma também ganhou de Serra, mas só por seis pontos. Transferir parte dos votos de Tarso Genro para Dilma é um dos desafios nacionais para o segundo turno.

5. O Rio de Janeiro, por sua vez, coloca um problema sério para o PT. Dilma ganhou a eleição no RJ com 43,76%, mas Marina Silva obteve nada menos que 31,52%. Um aliado petista, Sergio Cabral, ganhou no primeiro turno com 66% dos cotos. Também aqui deveria ter funcionado a transferência de votos, que, como em qualquer país do mundo, não é um fenômeno simples ou automático.

6. Minas Gerais segue sendo, dos grandes Estados, o mais resistente ao PT em termos locais, porque ali venceu o PSDB de Serra no primeiro turno. No entanto, Dilma também ganhou ali por uma diferença importante: 47 contra 31 de Serra. Marina Silva fez uma grande votação, chegando a 21,26%.

7. Dilma obteve aproximadamente o mesmo percentual de votos que Lula no primeiro turno das eleições presidenciais de 2002 (46%) e 2006 (47%): quase 47% (46,9%). É verdade que, em boa medida, os votos se devem ao crescimento econômico, à importância internacional do Brasil, à justiça social e ao próprio Lula. Mas Dilma não tem o carisma nem a popularidade de Lula. Em fevereiro deste ano, quando Lula pediu sua proclamação como candidata ao Quarto Congresso do PT, sua intenção de voto era menor que a de Serra e era pouco conhecida pela população. Por isso seu resultado de ontem, é interessante: obteve 47 milhões de votos em eleições livres.

8. Marina Silva fez uma grande eleição, com 19,4% dos votos, e provocou um baque. Nenhuma pesquisa previu esse resultado. É possível que a ex-ministra de Lula deixe seus eleitores livres para votar, com o que uma parte poderia votar em branco (e favorecer, de fato, a Dilma, porque quem está na frente se beneficia do voto em branco ao aumentar o índice dos votos válidos) e outra dividir-se entre Dilma e Serra. Em nenhum lugar do mundo 20 milhões de votos do primeiro turno se movem em bloco no segundo. Se Marina concentrou o voto descontente com o PT, mas que não queria votar em Serra ou em candidatos ainda mais conservadores, se verá no segundo turno quanto há de descontentamento entusiasmado e quanto de temor de regresso de um presidente ligado, como Serra, à estagnação de Fernando Henrique Cardoso.

9. O PSDB retrocedeu notavelmente em governos e também no Senado. Também foi importante o retrocesso de vários dos antigos coronéis (chefes territoriais) que foram derrotados no Nordeste.

10. Lula seguirá sendo chave na construção da vitória. Não só fará campanha como, segundo anunciaram ontem à noite dirigentes do PT, se ocupará ainda mais do desenho fino dos dias que faltam até o segundo turno. Ele tem, pelo menos, cinco desafios: seduzir eleitores de Marina Silva, melhorar os índices do PT no Rio e em São Paulo, reduzir a abstenção no Nordeste (que chegou a cerca de 20%), convencer militantes e eleitores que não ter vencido no primeiro turno está longe de ser uma derrota, porque obviamente foi uma vitória, e reforçar a percepção de que o que foi alcançado socialmente nos últimos oito anos pode ser perdido em um único dia.

Tradução: Katarina Peixoto

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/martin-granovsky-as-dez-chaves-da-eleicao-no-brasil.html

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O mundo em rede é instantâneo; o PT, JURÁSSICO!!

Escrito por beatriz, postado em 5 outubro 2010 Imprimir Enviar para Amigo

Escrevi, muito antes da eleição brasileira, um artigo em que descrevia a campanha eleitoral dos Estados Unidos em 2008 — eu  morava em Washington, então.

Lá, a máquina de moer carne republicana fatiou Barack Obama com o objetivo de atender a preconceitos latentes nos eleitores estadunidenses:

1. Barack Obama, o muçulmano (cujo vice era satanista);

2. Barack Obama, que não nasceu nos Estados Unidos (“o búlgaro”);

3. Barack Obama, associado a um pastor “radical” (lutou contra o regime militar);

4. Barack Obama, o terrorista (recebeu em casa, uma vez, Bill Ayers, que havia integrado um grupo que jogou bombas no Pentágono e no Congresso);

5. Barack Hussein Obama, cujo sobrenome denotava submissão a bin Laden.

6. Barack Obama, que estudou em uma madrassa (a escola religiosa islâmica).

Pouco importava, então, se isso tinha ou não relação com a realidade.

O objetivo, como escrevi, era ter um boato, uma ilação, uma suposição para se encaixar em cada um dos preconceitos já existentes no eleitorado.

Não disseram que Obama era gay, mas disseram que ele apoiava o casamento gay.

Como a campanha de Obama enfrentou a onda de boatos, mentiras, ilações e suposições?

Montou um site na internet exclusivamente dedicado a combater os boatos. Quando o internauta desse um Google atrás da informação, tinha um contraponto à máquina republicana de moer carne.

Além disso, Obama montou uma força-tarefa de militantes virtuais e advogados exclusivamente dedicada a combater os boatos, tentar identificar a origem deles e ingressar na Justiça com as medidas cabíveis.

Por que?

Porque vivemos no mundo da informação instantânea. Porque vivemos no mundo em que aqueles que tem acesso às tecnologias da informação se transformaram em produtores e disseminadores de conteúdo, para o bem e para o mal.

Uma mentira disseminada na internet tem o potencial de se replicar N vezes antes que você seja capaz de articular uma resposta.

No dia do primeiro turno, assisti a um debate inócuo e cheio de lugares-comuns na Globonews. O objetivo do debate era óbvio: dizer que a TV era a grande formadora de opinião e que o papel da internet era ínfimo.

Bobagem. A disseminação de boatos a respeito de Dilma Rousseff pode ter tido um papel central no período que precedeu o primeiro turno.

E o PT com isso? E  a campanha de Dilma Rousseff com isso?

Nada.

O PT e a campanha de Dilma são jurássicos, quando se trata do uso da rede para combater a boataria.

O PT ainda é refém do ciclo de notícias dos jornais diários.

Aliás, o partido é fiador da mídia que investiu na destruição de seus candidatos.

Na campanha atual, de Dilma Rousseff, concedeu privilégios em três oportunidades a um repórter da TV Globo, que fez o perfil que estrelou o Jornal Nacional da véspera da eleição. O acesso a Dilma deu legitimidade ao perfil de Marina Silva, uma superprodução hollywodiana que estrelou o JN de sábado passado, com objetivos óbvios.

Aliás, no comício de encerramento da campanha de Dilma em Porto Alegre, um repórter da revista Veja teve acesso privilegiado ao palco.

por Luiz Carlos Azenha

http://www.viomundo.com.br/opiniao-do-blog/tentando-entender-a-onda-verde-que-provocou-o-segundo-turno.html

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Tentando entender a ONDA VERDE que provocou o segundo turno

Escrito por beatriz, postado em 5 outubro 2010 Imprimir Enviar para Amigo

Houve onda verde, sim. E a onda verde, que pegou de surpresa a todos os institutos de pesquisa, é que está levando a eleição presidencial para o segundo turno.
Dito isso, é preciso tentar entender o que alimentou essa onda verde.
Sinceramente, não acredito que isso se deva apenas à sórdida campanha movida por religiosos católicos e evangélicos contra a candidata governista.
Isso jamais renderia a Marina Silva mais de 18 milhões de votos!
Por dados anedóticos, colhidos aqui e ali, é possível notar que Marina respondeu a uma aspiração dos jovens, que se mostraram fartos com a polarização PT/PSDB.
Se assim for, a proposta do presidente Lula de promover a campanha em seus termos, ou seja, num confronto bipolar, fracassou nas urnas neste domingo.
Os eleitores de Marina querem saber mais. Querem mais que as produções de alta qualidade do marqueteiro João Santana.
Quem é leitor do blog sabe que já tratei mais de uma vez da falta de politização da campanha no primeiro turno.
Foi uma opção do PT, que parecia acreditar que bastava propagandear os feitos econômicos do governo — o que foi feito com competência na campanha televisiva — para garantir a vitória em primeiro turno.
Marina Silva se projetou, em minha modesta opinião, justamente nesse buraco negro da falta de politização.
Outra observação necessária: um presidente com 80% de aprovação nas pesquisas conseguiu transferir pouco mais da metade disso para a sua candidata.
Reflexo, em minha opinião, da falta de politização que acompanhou a ascensão social de milhões de brasileiros para a classe média. Vários comentaristas já trataram disso. Seria o “fator Berlusconi”. Ou seja, uma ascensão social que promove um eleitorado conservador, cuja lealdade não reflete compromisso político com um projeto e muito suscetível às questões morais — o boato de que o vice de Dilma é satanista, por exemplo. O “melhorismo”  de Lula, na definição de Plínio de Arruda Sampaio, se assenta sobre bases mais frágeis do que se imaginava?
O segundo turno, em minha opinião, é resultado de um conjunto de fatores.
Sem qualquer sombra de dúvida, a mídia desempenhou um papel relevante, disparando balas de prata que reduziram sensivelmente a vantagem da candidata petista nas últimas semanas de campanha.
Acima de tudo, a mídia cumpriu a tarefa a que se propôs, de desviar o foco da eleição das questões econômicas para os escândalos.
Serra não recolheu os escombros, que cairam no colo de Marina Silva.
Acima de tudo, no entanto, é preciso colocar todos os pingos nos is dos erros na campanha da candidata governista:
1. Como todos sabíamos antecipadamente do papel que a mídia iria desempenhar em 2010, ninguém detectou o potencial explosivo dos negócios em torno de Erenice Guerra?
2. Por que a campanha de Dilma Rousseff não se antecipou aos boatos de forma didática, como Barack Obama fez nos Estados Unidos, criando um site específico para combatê-los?
3. Por que a campanha de Dilma não rebateu as promessas de José Serra e não politizou a campanha?
De qualquer forma, a votação expressiva de Marina Silva indica uma mudança significativa no quadro político brasileiro e, portanto, nos próximos 30 dias de campanha.
Acredito que a campanha de José Serra vai dar alguns passos em busca do centro político, representado agora pela “terceira via” de Marina. Ficará muito mais difícil, nestas circunstâncias, fazer agora a polarização politizada que o PT poderia ter feito durante a campanha do primeiro turno.

Por Luiz Carlos Azenha

http://www.viomundo.com.br/opiniao-do-blog/tentando-entender-a-onda-verde-que-provocou-o-segundo-turno.html

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Apresentação sobre indústria na Amazônia

Escrito por beatriz, postado em 24 agosto 2010 Imprimir Enviar para Amigo

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Educação, inserção internacional e estratégia de desenvolvimento

Escrito por heldojr, postado em 16 julho 2010 Imprimir Enviar para Amigo

Qualquer debate sério sobre um projeto de país não pode se furtar de discutir o papel da educação no processo de desenvolvimento econômico. Individualmente, é impossível conceber liberdade em seu sentido pleno sem oportunidades de desenvolvimento pessoal para todos. Coletivamente, a especialização de uma economia e sua capacidade competitiva esta intimamente ligada à qualidade de sua mão de obra. Nessas condições, chamam atenção análises sobre o ensino técnico em detrimento do ensino superior, como a discussão entre os presidenciáveis (clique aqui para ler sobre a opinião de um especialista).

Leia o resto do artigo»

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Enfrentando os desafios atuais

Escrito por heldojr, postado em 5 julho 2010 Imprimir Enviar para Amigo

Ainda não conhecemos todos os efeitos que as sucessivas crises internacionais terão na distribuição de forças entre os países do mundo. Sabemos que os países desenvolvidos, a despeito de ainda serem os principais atores, perdem credibilidade e a influência que tinham nos fóruns de debates e nas tomadas de decisão multilaterais. Mas é interessante entender a forma como os principais formadores de opinião do país interpretam essas mudanças. E me surpreendeu a opinião do ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso (clique para ler o artigo do ex-presidente).

A crise americana no final de 2008 provocou dificuldades na maioria dos países que tinha sua economia baseada nas exportações para os EUA. Os países europeus e alguns dos países em desenvolvimento sentiram o golpe e tiveram taxas de crescimento bem reduzidas em 2009. O Brasil conseguiu minimizar os efeitos da crise com incentivos ao consumo e à manutenção do nível de emprego. Mais que isso, o país que não sofreu com recessão em 2009 cresce a taxas ainda mais elevadas esse ano. Trata-se de reconhecer qual a verdadeira necessidade que o mercado internacional tem a cumprir no desenvolvimento da economia nacional.

Ou seja, o país assumiu uma postura de enfrentar a crise através da valorização do mercado interno. Não se trata de abrir mão do mercado internacional, mas modificar o tipo de inserção no mundo.

Essa alternativa vai de encontro ao consenso estabelecido durante os anos 1990 de que países em desenvolvimento não possuíam mercado consumidor para sustentar o crescimento a taxas elevadas. Economicamente, essa tese baseava-se na idéia de que a poupança interna era insuficiente para financiar o investimento necessário para o crescimento. Portanto, a única alternativa era especializarem-se em produtos para exportação e procurar desenvolverem-se vendendo para o exterior.

As crises nos países desenvolvidos mostra é que a poupança deles estava baseada em especulação imobiliária, no caso dos EUA, e incentivos fiscais no caso europeu. O que ruiu com a crise não foram apenas os lucros dos acionistas, mas toda a base da ideologia que os sustentava. Ora, se os EUA podiam lastrear crédito com especulação imobiliária e a Europa pode manter incentivos fiscais para criar investimento, então a poupança não é uma dádiva da natureza, mas uma construção, que em doses erradas pode trazer sérias conseqüências negativas.

Vivemos um momento parecido com o do final dos anos 70, quando o equilíbrio de forças mundial teve seu último abalo. Naquele momento, foram as dificuldades com o preço petróleo que provocaram todos os problemas financeiros que se seguiram. O Brasil, como todos os países que dependiam de importações de petróleo sofreu com a crise, o que estancou o crescimento. O problema é diferente hoje, somos autossuficientes na maioria dos insumos e temos boas relações com os vendedores daqueles que precisamos. Se os insumos não são o problema e nem a poupança, temos outros desafios a enfrentar.

Os desafios nessa situação são diversos de simplesmente achar recursos para financiar o desenvolvimento. Os problemas de infra-estrutura devem ser resolvidos com ampliação do investimento. A maioria desses investimentos traz benefícios para todo o país ao mesmo tempo. São, por excelência, bens públicos. Não há problema em financiar com dinheiro de impostos, desde que sejam gastos com transparência. O principal entrave para o desenvolvimento acelerado pode ser o desenvolvimento de tecnologia, mas mesmo esse problema pode ser resolvido com investimentos. Os impactos ambientais devem ser avaliados por especialistas, que devem entender a importância do que está sendo tratado, sem desviar dos critérios técnicos.

Não podemos desperdiçar essa oportunidade enfrentando problemas do passado sem analisar as diferenças que a realidade atual difere do passado.

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