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    1. Celso Furtado

    2. Ignácio Rangel

    3. Rômulo de Almeida

    Celso Furtado 

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    Nascido na Paraíba, Pombal, em 26 de julho de 1920  e faleceu no  Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2004, foi um importante economista brasileiro e um dos mais destacados intelectuais do país ao longo do século XX. Suas idéias sobre o desenvolvimento e o subdesenvolvimento divergiram das doutrinas econômicas dominantes em sua época e estimularam a adoção de políticas intervencionistas sobre o funcionamento da economia. Furtado faz parte dos pensadores brasileiros que consideram o subdesenvolvimento como uma forma de organização social no interior do sistema capitalista contrário à idéia de que seja uma etapa para o desenvolvimento, como podem sugerir os termos de país “emergente” e “em desenvolvimento”.

    Rômulo de Almeida

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    Nascido em Salvador (BA) no dia 18 de agosto de 1914. Dedicando-se à economia, em 1941 tornou-se diretor do Departamento de Geografia e Estatística do Território do Acre. Entre 1942 e 1943 foi professor substituto da Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas do Rio de Janeiro. Em 1946 prestou assessoria à Comissão de Investigação Econômica e Social da Assembléia Nacional Constituinte. No período de 1948 a 1949 participou de diversas subcomissões da Comissão Mista Brasileiro-Americana de Estudos Econômicos, também conhecida como Missão Abbink.

    Presidente de honra do PMDB baiano, em 1985, após ser cogitado para a presidência da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi nomeado, no início do governo Sarney, diretor de planejamento da área industrial do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Permaneceu nesse cargo até a sua morte, ocorrida em Belo Horizonte em novembro de 1988.

    Ignácio Rangel

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    Nascido no Maranhão no ano de 1914 é considerado até hoje como o mais original e criativo analista do desenvolvimento econômico brasileiro no século 20. Como pensador e homem de ação, influenciou decisivamente os rumos do país até recentemente. Trabalhou na assessoria econômica de Getúlio Vargas, ajudou a elaborar os projetos da Petrobras e da Eletrobras, foi chefe do Departamento Econômico do BNDES, participou da execução do Plano de Metas de Juscelino Kubitschek e integrou o Conselho de Desenvolvimento.

    Ignácio Rangel ainda muito jovem, influenciado pelas idéias do pai, participou da Revolução de 1930. Depois se aproximou do Partido Comunista e integrou a Aliança Nacional Libertadora (ANL), colocada na ilegalidade em 1935. Na prisão, estudou história e economia como autodidata. Iniciou então uma revisão crítica das principais teses defendidas pela esquerda. Sempre considerando-se um socialista, passou a buscar a especificidade do desenvolvimento brasileiro, recusando a simples adaptação de teorias importadas.