Postado em 1 dAmerica/Los_Angeles Junho dAmerica/Los_Angeles 2002
Helio Pires da Silveira
Economista - junho de 2002
A economia mundial experimentou forte crescimento de 1950 a 1970. Os EUA, com sua forte economia desde o pós-guerra e a Europa e Japão com suas economias recuperadas após a injeção de recursos do “Plano Marshall” (diretamente do governo norte-americano) promoveram um forte crescimento mundial .
Foi a “era de ouro” das políticas Keynesianas representada pela intervenção do Estado nos mercados e pela implementação de políticas sociais, saúde e educação criando o que veio a ser conhecido como a Economia do Bem- Estar Social (Welfare State) nos principais países europeus. Leia o resto do artigo »
Postado em Deficit Público Seminário AFBNDES - Junho de 2002, Helio Pires da Silveira | 2 Comentários »
Postado em 1 dAmerica/Los_Angeles Junho dAmerica/Los_Angeles 2002
Hélio Pires da Silveira
José Carlos de Castro
Junho de 2002
Os artigos que o jornalista e economista José Carlos de Assis escreve passam ao leitor a análise clara e precisa das questões econômicas. Ele é seguramente um dos mais didáticos e explícitos articulistas em assuntos econômicos do país.
Neste texto, mais uma vez, Assis se mostra especialmente instrutivo na definição do papel do déficit público para a política econômica, bem como ao descrever a forma de seu financiamento. Critica o objetivo de perseguir o equilíbrio ou superávit fiscal, a ferro e fogo, como requisito da boa governança e o uso, até à exaustão, da idéia - que funcionaria bem no âmbito restrito da economia doméstica - de que o governo, qualquer governo, deveria, tal qual a zelosa dona-de-casa, não gastar mais do que ganha. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dAmerica/Los_Angeles Junho dAmerica/Los_Angeles 2002
Franklin Serrano*
Economista - Junho de 2002
O crescimento da dívida pública interna no Brasil desde o Plano Real, é conseqüência direta da decisão de política econômica de manter durante muitos anos taxas de juros internas muito elevadas de forma a atrair capitais externos e manter a taxa de câmbio nominal relativamente estável para combater a inflação e a taxa real de câmbio valorizada, com o objetivo de dar um choque de concorrência externa na indústria brasileira. O efeito na prática foi a explosão das importações, do déficit em conta corrente e dos passivos Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dAmerica/Los_Angeles Junho dAmerica/Los_Angeles 2002
DÉFICIT- A HISTÓRIA
Junho de 2002
Introdução:
O plano do texto procurará, a partir das definições teóricas do termo déficit, explorar a inter-relação da economia internacional com as economias em desenvolvimento, mostrando o condicionamento e correlacionamento do nosso desenvolvimento neste contexto.
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Postado em 1 dAmerica/Los_Angeles Maio dAmerica/Los_Angeles 2002
J. Carlos de Assis
Economista - Junho de 2002
O Conceito de Déficit Público: As condicionalidades estabelecidas pelo FMI e suas conseqüências. Inconsistência macroeconômica do conceito adotado e necessidade de revisão das restrições ao investimento público e ao respectivo financiamento.
Não existe atualmente no Brasil e, quiçá, em todo mundo, um tema econômico que suscite mais perplexidade, mais confusão ideológica, mais manipulação política do que o do déficit público, e o de seu corolário, a dívida pública. O Governo criou em torno dele um conceito de boa gestão pública, a imprensa especializada transmite esse conceito sem qualquer restrição crítica, os políticos aceitam-no sem entender direito, e o próprio meio acadêmico parece intimidado em discuti-lo e criticá-lo. Não há candidato presidencial que não tenha sido forçado por algum jornalista a fazer uma confissão pública de que é contra o déficit e a favor do superávit primário – pois parece que é isso que a sociedade quer ouvir. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dAmerica/Los_Angeles Maio dAmerica/Los_Angeles 2002
Dércio Garcia Munhoz *
Economista - Junho de 2002
A discussão sobre os déficits públicos surgiu no Brasil, ainda que timidamente, na segunda metade dos anos 70, quando, pressionados os custos do setor produtivo pelo aumento dos preços do petróleo, e ainda pelas medidas internas de política monetária que se seguiram – com aumento dos compulsórios, elevação das taxas de redesconto e liberação das taxas de juros – a inflação, em alta, muda sucessivamente de patamar, alcançando uma variação anual em torno de 40,0%. Já ao final da década o aumento das taxas de juros internacionais, a redução da periodicidade dos reajustes salariais de doze para seis meses (novembro de 1979) e uma maxidesvalorização cambial de 30,0% (dezembro de 1979), elevam a inflação para níveis próximos de 100,0% ao ano. Condição propícia para se alimentar, dentro da ótica monetarista, versões quanto a excesso de demanda na economia, e de excesso de gastos das estatais, que apareciam assim como responsáveis pelos déficits públicos. Leia o resto do artigo »
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