Postado em 15 dAmerica/Los_Angeles Junho dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Valor
Antessala da falência, a antiga concordata era vista como o anúncio esperado de um calote. Diante do fim anunciado, credores buscavam, desorganizadamente, reaver na Justiça o mais rápido possível bens e direitos.
Inspirada no capítulo 11 da lei de falências americana, a recuperação judicial brasileira buscou promover a melhora da situação financeira da empresa, acompanhada por um interventor nomeado pela Justiça.
A receita tradicional manda reunir credores em assembleia, fechar um acordo em torno de um plano viável de retomada dos pagamentos, vender ativos bons (marcas, patentes, unidades de produção etc) para fazer caixa, voltar a pagar dívidas e seguir vida nova. A crise atual, no entanto, revelou uma série de falhas e de mecanismos que precisam de ajuste, segundo especialistas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dAmerica/Los_Angeles Junho dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Valor
Por Roberto Samora
O BNDES está acompanhando de perto o processo de consolidação pelo qual passa o setor sucroalcooleiro no Brasil e pode decidir por novas participações em negócios, afirmou o chefe do Departamento de Biocombustíveis do banco, Carlos Eduardo Cavalcanti.
“A regra do banco é que ele participe através de equity, e não de dívida, e eventualmente estamos propensos a participar do processo de consolidação”, disse ele durante no Ethanol Summit, evento encerrado ontem em São Paulo. “Todos os movimentos estão sendo acompanhados de perto pelo banco”, afirmou.
Cavalcanti lembrou que, no segmento sucroalcooleiro, o BNDES já tem pequenas participações nos grupos Santelisa Vale, São Martinho e Brenco. Afirmou, ainda, que a eventual entrada do banco em outra companhia da área teria caráter temporário - até a realização de uma possível oferta inicial de ações, por exemplo. O BNDES prefere não ser a única solução no processo de consolidação do segmento. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dAmerica/Los_Angeles Junho dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Carta Capital
Por André Siqueira e Daniel Pinheiro
CartaCapital celebrou, na sexta-feira 22, o aniversário de 15 anos da publicação em evento que somou algumas características sempre presentes nestas páginas: o espírito crítico e o espaço para a pluralidade de pensamentos. O seminário “O Brasil e a Crise” reuniu, em polos quase opostos, o pessimismo visionário do professor da Universidade de Nova York e colunista de CartaCapital Nouriel Roubini, mundialmente reconhecido como o economista que previu a extensão devastadora da crise financeira internacional, e o otimismo oficial do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Com as preciosas contribuições do professor da Unicamp, Luiz Gonzaga Belluzzo, do ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto, respectivamente consultor editorial e colunista da revista, e do senador Aloizio Mercadante (PT-SP).
Diante de uma plateia de mais de 500 convidados, Roubini abriu o encontro com suas previsões, em geral aterradoras e realistas, sobre os rumos da crise internacional. Para o economista, também conhecido pelo epíteto Dr. Doom (Doutor Apocalipse, em tradução livre), o atual ensaio de retomada no mercado de capitais e de alta nas cotações das commodities não deve ser encarado como indício de recuperação consistente da economia mundial. “Os otimistas veem a crise em formato de V, com retomada em cerca de oito meses, ainda no segundo semestre. Mas isso está fora de questão. O formato é de U, com duração de não menos do que 24 meses”, afirmou. “A crise será três vezes mais extensa e profunda do que o esperado. Levará anos para recuperar os mecanismos de securitização e os empréstimos, não há nada a ser resolvido em seis meses”, previu. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dAmerica/Los_Angeles Junho dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Valor
Por Vera Saavedra Durão e Sérgio Bueno
O BNDES vai analisar como fica a situação da subsidiária brasileira da General Motors, cuja matriz, desde ontem, é uma empresa concordatária, para definir sobre a concessão de empréstimos para seus projetos no país. Apesar de evitar comentar o assunto, pois está diante de uma questão nova, o Valor apurou que a área jurídica do banco está avaliando até que ponto a concordata nos EUA pode afetar a montadora no Brasil. Se concluir que a subsidiária pode ser contaminada, as cartas- consultas de pedidos de financiamento que encaminhou à instituição, em valor acima de R$ 700 milhões, poderão ser afetadas, já que o BNDES não financia empresas em recuperação judicial.
As linhas de crédito já aprovadas no banco para a GM Brasil não serão prejudicadas por decisões que venham a ser tomada pelo jurídico. São R$ 424 milhões e referem-se a dois empréstimos: um de R$ 230 milhões aprovado em 2006 e em fase final de amortização, para financiar o projeto de modernização do Vectra, e outro, de R$ 194 milhões, recém-aprovado e em fase de contratação para o desenvolvimento de um novo modelo de veículo de passeio. As consultas para novos empréstimos (que ainda não deram entrada no banco) objetivam recursos também para projetos de novos modelos, entre eles a substituição do Celta, fabricado na unidade de Gravataí (RS). Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dAmerica/Los_Angeles Maio dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Gazeta Mercantil
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior estão articulando a criação de uma agência de crédito para exportações, o Eximbank brasileiro.
De acordo com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o banco já financia exportações, mas a criação de uma subsidiária ou de uma nova instituição dentro do sistema financeiro brasileiro ofereceria serviços mais completos nessa área. “Uma agência de crédito às exportações, que quase todos os países têm, presta um conjunto de outros serviços e modalidades. Por exemplo, garantias, oferta de seguros e financiamentos também à exportações sob certas condições”, explicou Coutinho.
Para ele, o financiamento à exportação, quando combinado com outros fatores, “é mais poderoso”. A criação do Eximbank já havia sido anunciada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, segundo o qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalizou a ideia. Coutinho não quis, entretanto, adiantar quando a agência de crédito sairá do papel. “Prefiro trabalhar primeiro e anunciar depois. Estamos ainda num processo de modelagem dessa ideia.” Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dAmerica/Los_Angeles Maio dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Folha de São Paulo
Taxa Selic caiu mais de 9 pontos em quatro anos; simulação atual mostra que renda mensal perderá mais de 70% em relação a 2005
Com juro real de 12% em 2005, investir R$ 200 por mês em 30 anos daria uma renda de R$ 2.697; com a taxa pela metade, valor cai para R$ 603
Por SAMANTHA LIMA
A queda da taxa básica de juros traz impacto à vida de quem tem plano de previdência privada. Em abril, a Selic caiu para 10,25% ao ano, o menor nível da história.
O recuo da taxa nos últimos quatro anos -em mais de nove pontos percentuais- reduz a expectativa de patrimônio acumulado nos planos ao fim de 30 anos em mais de 70%, caso a Selic se mantenha nesse nível nos próximos anos.
Como exemplo, um investidor de 30 anos que fez uma simulação de plano em 2005 considerando a taxa real de juros da época, de 12% (Selic menos inflação, na casa dos 7%), e planejava investir R$ 200 por mês, esperava acumular R$ 539 mil aos 60 anos, ou optar por uma renda mensal de R$ 2.697. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dAmerica/Los_Angeles Maio dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Valor
Sergio Leo
A mais pura coincidência uniu, em maio, duas novidades: uma, noticiada amplamente; outra, acontecida de maneira discreta, quase em segredo. A pública é a notícia de que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, quer aumentar para a escala de cinco dígitos os financiamentos do BNDES a obras e negócios no país, não mais turbinado pelos preços do petróleo. O outro acontecimento é a saída do representante do Ministério da Fazenda, Luiz Eduardo Melin, do Cofig, o órgão interministerial que decide o apoio do governo a créditos para outros países, como o que deseja Chávez.
Sem aprovação do Cofig, sigla de Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações, financiamentos do BNDES e outras instituições públicas não são liberados. E Melin andou tomando muitos cuidados na avaliação de concessão de financiamentos desse tipo, a ponto de provocar reclamações de outros ministérios, que se queixaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acusando-o de prejudicar a estratégia de aproximação Sul-Sul com países sem acesso ao mercado internacional de capitais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dAmerica/Los_Angeles Maio dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Gazeta Mercantil
Por Silvia Rosa
O novo presidente da Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima), Sergio Cutolo, defendeu a redução da tributação para os fundos de investimentos e títulos privados, para estimular a competitividade desses produtos. “Ao tributar os fundos de investimento o governo poderá ter perdas com as despesas da dívida pública”, disse ontem, durante apresentação da nova diretoria da instituição para o biênio 2009-2011.
Segundo Cutolo, o governo precisa remover os obstáculos institucionais que impedem a queda da taxa de juros. Ele ressalta que o governo ao tabelar a remuneração fixa da poupança, de ¨6¨% ao ano mais Taxa Referencial (TR), acaba por estabelecer um piso para as taxas de juros.
Cutolo, que já presidiu a Caixa Econômica Federal e é ex-ministro da Previdência Social e ex-ministro do Desenvolvimento Urbano, destaca que medidas como a redução do custo das prestações do financiamento imobiliário, com a queda da taxa de juros, e a possibilidade de abater os juros desses empréstimos do Imposto de Renda, como já ocorre nos Estados Unidos, seriam medidas mais coerentes para estimular o mercado imobiliário no Brasil. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dAmerica/Los_Angeles Maio dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Valor
“É mentirosa, irresponsável e leviana a declaração que teria feito o ex-ministro Luis Carlos Mendonça de Barros, se fielmente reproduzida no Valor (12.05.09, p. C1): ‘Comi o pão que o diabo amassou com o Malan e a turma dele, que queriam fechar o BNDES’. Quero deixar registrado não só que tal ideia jamais me passou pela cabeça, como também que nenhum membro de minha equipe jamais tocou neste tema comigo, em reunião de trabalho ou em conversa reservada. E desafio o Senhor Luis Carlos Mendonça de Barros, ou qualquer outra pessoa, a provar o contrário.”
Pedro Sampaio Malan - Economista, foi ministro da Fazenda no governo FHC
Nota da Redação: As declarações do ex-presidente do BNDES Luiz Carlos Mendonça de Barros foram feitas durante palestra perante plateia em evento da Emerging Markets Traders Association no dia 11.
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Postado em 18 dAmerica/Los_Angeles Maio dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Valor
Por Chico Santos
A descoberta de petróleo na área do pré-sal, gerando perspectiva de abundância de matérias-primas, e a manutenção do programa de investimentos em refino, inclusive a construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com investimentos estimados em US$ 8,4 bilhões, abrem “perspectivas auspiciosas” para a inserção da petroquímica brasileira no cenário internacional.
Esta é uma das conclusões do estudo “Desafios da Petroquímica Brasileira no Cenário Global” que está sendo publicado na próxima edição da revista “BNDES Setorial”, elaborado pela economista Valéria Delgado Bastos, do Departamento de Indústria Química do banco estatal. O trabalho, obtido com exclusividade pelo Valor, diz que “o avanço histórico” da petroquímica brasileira dependerá, entre outros aspectos, da capacidade de resposta das empresas brasileiras à crise global e, “principalmente, de políticas ativas para assegurar os investimentos estruturais do pré-sal e da expansão da petroquímica, inclusive com medidas destinadas ao fortalecimento do segmento de transformados plásticos (terceira geração)”.
Questionada sobre a possibilidade de a crise global atrapalhar o programa de investimentos brasileiros, atualmente centralizado na Petrobras, Valéria disse que “os investimentos na petroquímica não se definem em função de um cenário conjuntural”, embora admita que o cenário de dificuldades possa gerar atrasos pontuais nos cronogramas previstos. A Petrobras, que retornou ao setor nos últimos anos, detendo hoje 30% do capital votante da Braskem e 46% do da Quattor, as duas maiores empresas do setor, tem sustentado seu cronograma, embora ainda procure parceiros, especialmente para o Comperj. Leia o resto do artigo »
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