Crise revela falhas na regra de recuperação
Postado em 15 dAmerica/Los_Angeles Junho dAmerica/Los_Angeles 2009
Fonte: Valor
Antessala da falência, a antiga concordata era vista como o anúncio esperado de um calote. Diante do fim anunciado, credores buscavam, desorganizadamente, reaver na Justiça o mais rápido possível bens e direitos.
Inspirada no capítulo 11 da lei de falências americana, a recuperação judicial brasileira buscou promover a melhora da situação financeira da empresa, acompanhada por um interventor nomeado pela Justiça.
A receita tradicional manda reunir credores em assembleia, fechar um acordo em torno de um plano viável de retomada dos pagamentos, vender ativos bons (marcas, patentes, unidades de produção etc) para fazer caixa, voltar a pagar dívidas e seguir vida nova. A crise atual, no entanto, revelou uma série de falhas e de mecanismos que precisam de ajuste, segundo especialistas. Leia o resto do artigo»
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