Blog do Desemprego Zero

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FECOAPÁ

Postado em 12 dAmerica/Los_Angeles março dAmerica/Los_Angeles 2010

Roberto Pereira d’Araujo

Os mais velhos com certeza irão se lembrar do saudoso Stanislaw Ponte Preta, que, colhendo diversas pérolas de falta de inteligência, criou o FEBEAPÁ, Festival de Besteiras que Assola o País. Estávamos sob o período da ditadura e o festival era uma bem humorada reação da sociedade expondo o ridículo de alguns personagens defensores da “revolução”. Não que esse certame tenha terminado, muito pelo contrário. Entretanto, hoje esse festival tem sério concorrente. Guardadas as devidas diferenças entre as épocas, ouso dizer que também estamos sob o FECOAPÁ, Festival de Complacência que Assola o País. O pior é que, nesse caso, o festival não se faz com exemplos pontuais, mas sim como uma espécie de epidemia.

É bom que se diga que o termo complacência, com sinônimos de tolerância ou benevolência, pode até ser confundido como uma qualidade. Não é o caso aqui. Estou me referindo á estranha, misteriosa e preocupante característica da sociedade brasileira ao não esboçar reação aos repetidos e cada vez mais generalizados desrespeitos aos direitos da cidadania.

É verdade que Sergio Buarque de Holanda, no livro Raízes do Brasil, escrito em 1936, já nos explicava que certas características do povo brasileiro têm origens na nossa colonização. Os portugueses, querendo fortuna rápida para “tornarem-se nobres” como seus dirigentes, implantaram cidades não planejadas e através de estrutura patriarcal, sempre confundida com Estado, tomavam diversas escalas de poder. Vejam como a frase abaixo ainda continua atual.

“O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particularistas, de que a família é o melhor exemplo. (…) Há nesse fato um triunfo do geral sobre o particular, do intelectual sobre o material, do abstrato sobre o corpóreo e não uma depuração sucessiva”

Assim, num torvelinho de conflitos, por não separar o público do privado e por estar crivado de grupos de interesse, o estado deixa de representar adequadamente os direitos do cidadão e do consumidor. Ao mesmo tempo, o “homem cordial” de Sergio Buarque, sendo uma característica forte do brasileiro, produz um ser passivo. Ao invés de exigir seus direitos, a tendência é buscar um elo qualquer na imensa cadeia de interesses para que, por outros meios, compensações sejam atingidas. O brasileiro “aceitaria” que seus direitos sejam feridos porque, em compensação, ele também “fere” o interesse público em outras ocasiões. O “pistolão” e o “jeitinho” são os maiores resumos dessa complexa situação. Parece que esse comportamento também está atingindo nossas instituições. Leia o resto do artigo »

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Incubadoras aliam descobertas à indústria

Postado em 11 dAmerica/Los_Angeles março dAmerica/Los_Angeles 2010

Spin-offs nascem para fazer a intermediação entre estudos acadêmicos e as empresas

As empresas farmacêuticas brasileiras já se encontram em estágio de desenvolvimento suficiente para a fabricação de produtos farmacêuticos. E a pesquisa acadêmica na área é considerada igualmente avançada. Mas as duas não se entendem muito bem.

Pelo menos é o que afirmam especialistas, chamando a atenção para a cadeia intermediária do processo de descoberta de fármacos, que só agora começa a se desenvolver no país. Clique aqui para ler mais.

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Brasil mantém 2ª maior expectativa de empregos em pesquisa global

Postado em 10 dAmerica/Los_Angeles março dAmerica/Los_Angeles 2010

Uma pesquisa feita pela empresa americana de recursos humanos Manpower colocou o Brasil como sendo o país com a segunda maior expectativa de criação de empregos para o segundo trimestre de 2010 entre os 36 países e territórios analisados. Clique aqui para ler mais.

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O câmbio no lugar

Postado em 6 dAmerica/Los_Angeles março dAmerica/Los_Angeles 2010

Luiz Carlos Bresser-Pereira é um economista de muitas ideias na cabeça, todas contrárias à ortodoxia. Uma pode facilmente ser classificada como uma autêntica obsessão, conforme reconhece o professor da FGV-SP e ex-ministro da Fazenda (governo Sarney) e da Reforma Administrativa (FHC). “Há dez anos venho falando do equívoco que é o país crescer com poupança externa”, diz Bresser-Pereira, no confortável escritório onde recebe CartaCapital, em sua casa no bairro do Morumbi, em São Paulo. Cultivada em seminários mundo afora, sua ideia fixa ganhou corpo a ponto de virar um livro (Globalização e Competição, de 2009), com direito a versões em inglês, francês e, ainda no prelo, espanhol.

“Somente na introdução da edição espanhola cheguei ao nome da teoria que está por trás, que inventei depois do livro pronto, a Macroeconomia Estruturalista do Desenvolvimento.” Na entrevista a seguir, Bresser navega por essas e outras águas. Sempre sem perder a chance de alfinetar os seus colegas de ofício, em especial os “phdezinhos” de corte ortodoxo. Clique aqui para ler mais.

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Abertura de capital da OSX mostra que Brasil mantém ‘atratividade’, diz ‘WSJ’

Postado em 3 dAmerica/Los_Angeles março dAmerica/Los_Angeles 2010

O anúncio da abertura de capital do estaleiro OSX seria uma indicação de que o mercado de oferta de ações no Brasil “mantém sua atratividade”, afirma reportagem publicada nesta quarta-feira pelo diário econômico americano The Wall Street Journal. Clique aqui para ler mais.

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Modelo de negócio mais tecnologia inovadora é igual a resultado

Postado em 27 dAmerica/Los_Angeles fevereiro dAmerica/Los_Angeles 2010

A geração de vantagens competitivas advém cada vez mais, além da tecnologia, de negócios inovadores, novas combinações de cliente-alvo, oferta e modelo de operação.

Por Maximiliano Carlomagno, sócio-fundador da Innoscience e autor do livro Gestão da Inovação na Prática:

Ouso de novas tecnologias tem sido uma das alternativas para o desenvolvimento de vantagens competitivas e sustentação de desempenho superior em tempos de hipercompetição. Nesse cenário, a noção de inovação como algo relacionado a produto e tecnologia permeou a visão de empresários e executivos por muitos anos. Clique aqui para ler mais.

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O varejo em 2009

Postado em 26 dAmerica/Los_Angeles fevereiro dAmerica/Los_Angeles 2010

Por Júlio Gomes de Almeida, professor da Unicamp

No ano da crise mundial, dificilmente se poderia esperar um resultado melhor para um setor de atividade como o varejo. O crescimento real das vendas chegou a 5,9% no conceito mais restrito de comércio varejista e a 8,9% no conceito ampliado que inclui os segmentos de veículos e de material de construção.

Tal desempenho é ilustrativo do fato de que no Brasil os níveis de emprego e a renda foram preservados em plena recessão, o que tornou possível a elevação real do consumo de produtos básicos por parte da população. Clique aqui para ler mais.

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O decisivo desenvolvimento científico

Postado em 26 dAmerica/Los_Angeles fevereiro dAmerica/Los_Angeles 2010

Por Joaquim Falcão, professor da FGV.

China e Estados Unidos competem e divergem. Mas, pelo menos num ponto, ambos estão de acordo. É sobre qual deve ser o fator decisivo na disputa pela hegemonia no mundo. Se é que essa hegemonia ainda é possível na multipolaridade. Não será a política econômica sozinha. A política de desenvolvimento científico será, já é, um fator estratégico indispensável. Decisivo, talvez. Clique aqui para ler mais.

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