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	<title>Blog do Rogério Lessa &#187; multis</title>
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	<description>Liberdade, igualdade e fraternidade.</description>
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		<title>Reserva de mercado para montadoras</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 02:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rogério Lessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade Alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[multis]]></category>

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		<description><![CDATA[Para o economista Marcos Coimbra, do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (Cebres), antes de proteger a indústria nacional, a isenção tributária para a indústria automobilística vinculada à nacionalização de componentes, tem como objetivo preservar o mercado das montadoras aqui instaladas. &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rogerio-lessa/2011/09/18/reserva-de-mercado-para-montadoras/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri">Para o economista Marcos Coimbra, do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (Cebres), antes de proteger a indústria nacional, a isenção tributária para a indústria automobilística vinculada à nacionalização de componentes, tem como objetivo preservar o mercado das montadoras aqui instaladas. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri">&#8220;São todas transnacionais, com enorme poder de pressão, já que mobilizam elos importantes de muitas cadeias produtivas. Da mesma forma que agora tentam se defender da entrada dos chineses e outros no mercado, já atacaram as nacionais Gurgel e FNM&#8221;, historia Coimbra. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri">A medida que consta do Decreto 7.567, publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial da União, determina que as montadoras instaladas no Brasil ou nos países do Mercosul terão de fabricar veículos com, no mínimo, 65% de conteúdo regional médio; investir pelo menos 0,5% da receita bruta total de venda de bens e serviços em atividades de inovação, de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico de produto no país; e desenvolver seis de 11 etapas em pelo menos 80% de sua produção de veículos no Brasil. Caso contrário, pagarão taxas maiores de IPI. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri">O economista considera que o percentual de 65% atenderá a setores menos importantes, enquanto os 35% restantes, que poderão ser importados, seriam, segundo ele, &#8220;a parte nobre dos automóveis&#8221;, que inclui motor e suspensão. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri">&#8220;Exportamos veículos muito melhores do que os vendidos no mercado interno, por causa dos itens de segurança que não temos aqui. E eles são mais baratos lá fora, não apenas devido à carga tributária&#8221;, compara. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri;color: #000000">O conselheiro do Cebres acrescenta que os incentivos recebidos pelas montadoras não são repassados para os consumidores, nem investidos em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D). &#8220;Se o conteúdo nacional superar os 70%, aí o governo começará a acertar&#8221;, salientou. </span></p>
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