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	<title>Blog do Rogério Lessa &#187; Dívida</title>
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	<description>Liberdade, igualdade e fraternidade.</description>
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		<title>Seminário Internacional “Alternativas de Enfrentamento à Crise”</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 17:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rogério Lessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida]]></category>

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		<description><![CDATA[Coordenado pela Auditoria Cidadã da Dívida, evento produziu a CARTA DE BRASÍLIA Hoje, dia 5 de outubro de 2011, centenas de representantes de entidades do Brasil, Argentina, Belgica, Colombia, Venezuela, Suíça, Noruega, Grécia, Equador, Uruguai, Peru, Bolivia, da Auditoria Cidadã da &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rogerio-lessa/2011/10/07/seminario-internacional-%e2%80%9calternativas-de-enfrentamento-a-crise%e2%80%9d/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenado pela Auditoria Cidadã da Dívida, evento produziu a</p>
<p>CARTA DE BRASÍLIA</p>
<p>Hoje, dia 5 de outubro de 2011, centenas de representantes de entidades do Brasil, Argentina, Belgica, Colombia, Venezuela, Suíça, Noruega, Grécia, Equador, Uruguai, Peru, Bolivia, da Auditoria Cidadã da Dívida e das redes internacionais CADTM (Comitê pela Anulação da Dívida do Terceiro Mundo) e Latindadd (Rede Latino-americana sobre Dívida, Desenvolvimento e Direitos) se reuniram em Brasília, no Seminário Internacional “Alternativas de Enfrentamento à Crise”, para demandar:<span id="more-319"></span></p>
<p>- a alteração radical do atual sistema financeiro global, que tem funcionado de forma desregulada, sem qualquer controle democrático ou popular, a despeito das crises financeiras serem sentidas pelos amplos e vulneráveis segmentos sociais;</p>
<p>- a instalação de comissões para auditoria da dívida pública em cada país, e o fim da emissão de dívida pública para salvar instituições financeiras em risco de quebra;</p>
<p>- o avanço da integração latino-americana e a implantação imediata, em toda a região, da Nova Arquitetura Financeira, que inclui o pleno funcionamento do Banco do Sul.</p>
<p>As entidades repudiam os nefastos efeitos das políticas impostas pelos bancos e seus representantes – FMI, União Européia e governos – sobre as populações, com destaque para a Grécia, palco de verdadeira guerra travada entre o povo e o sistema financeiro.</p>
<p>Este sistema insiste em exigir demissões em massa e a redução sem precedentes de direitos e gastos sociais: congelamento salarial, desemprego, penúria dos aposentados, privatizações, precariedade da saúde, educação, moradia, tudo isto para garantir o pagamento de uma dívida repleta de ilegitimidades. Esta é uma crise que multiplica-se tal qual um vírus, que vem adoecendo e contaminando a sociedade.</p>
<p>A crise oferece oportunidade de luta conjunta dos povos do Sul e do Norte contra o “sistema da dívida”, que é a usurpação do endividamento público, transformando-o em um instrumento de dominação global. Além das manifestações públicas evidenciadas por greves em várias partes do mundo, a demanda e a criação de comissões de auditoria da dívida se multiplicam por vários países. A auditoria é um instrumento capaz de revelar e documentar a VERDADE sobre esse “sistema da dívida”, possibilitando à sociedade o CONHECIMENTO sobre como, e a serviço de quem, tais dívidas foram constituídas. E estamos certos de que o conhecimento é um dos principais instrumentos dos povos na luta contra a sua opressão.</p>
<p>O instrumento de auditoria foi utilizado recentemente com sucesso pelo Equador que, com base em relatório de comissão criada para esse fim, respaldado em documentos e provas de ilegalidades, anulou 70% da dívida com bancos privados internacionais. Este processo foi considerado como um exemplo para o mundo pela própria ONU, onde a sociedade poderia estimular a criação de uma comissão de auditoria independente.</p>
<p>No Brasil, recente Comissão Parlamentar de Inquérito da Dívida Pública, concluída em 2010, na Câmara dos Deputados, também apontou fortes indícios de ilegalidades – já encaminhados ao Ministério Público &#8211; e reconheceu que a maior parte da dívida pública brasileira é resultado das altas taxas de juros, o que demonstra ausência de contrapartida real de uma dívida que em 2010 consumiu 45% dos recursos do Orçamento da União para o pagamento de juros e amortizações. Essa dívida, gerada por mecanismos financeiros ilegais e ilegítimos, entre os quais até mesmo a prática de juros sobre juros (anatocismo) já declarada ilícita pelo Supremo Tribunal Federal &#8211; STF, deve ser urgentemente auditada.</p>
<p>Justamente no STF se encontra a ação ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) &#8211; Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 59/2004 &#8211; que pleiteia o cumprimento do artigo 26 do Ato das Disposições Transitórias da Constituição Federal de 1988. Esse artigo determinou que o Congresso Nacional constitua uma Comissão Mista para realizar o exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento brasileiro. Hoje, 5 de outubro de 2011, completam-se exatos 23 anos de sistemático descumprimento desse dispositivo contido na Lei Maior do país, proclamada para ser a “Constituição Cidadã”. As entidades presentes no Seminário repudiam essa continuada violação e declaram seu apoio à importante iniciativa da OAB, e às investigações do Ministério Público decorrentes da CPI da Dívida.</p>
<p>A auditoria da dívida é urgente, pois o Brasil também enfrenta uma séria crise de endividamento, ainda que não aparente. O atual modelo econômico aplicado no país privilegia o pagamento da dívida ao mesmo tempo em que aplica todas as medidas recomendadas pelo FMI na Europa. Estão em marcha no Brasil o corte de R$ 50 bilhões no orçamento federal; o congelamento de salários de servidores públicos, proposto pelo Projeto de Lei Complementar 549/2009, e já implementado na prática pela recusa do governo em negociar com várias categorias; a privatização da previdência desses servidores (Projeto de Lei 1992/2007); a privatização dos hospitais universitários (Projeto de Lei 1749/2011); a restrição de recursos para investimentos em áreas essenciais como saúde, educação, moradia, assistência, saneamento etc.</p>
<p>Os participantes do Seminário declaram também seu apoio à recomposição das perdas dos aposentados, bem como à campanha pela destinação de 10% do PIB para a educação, e demais revindicações que visam a resgatar os direitos sociais.</p>
<p>Repudiamos a intenção anunciada de que o Brasil poderá destinar recursos para “ajudar” a União Européia (UE) a “combater” a crise, acenando com o aporte de mais reservas internacionais brasileiras para o FMI, UE ou outro instrumento similar. Sabemos que eventuais medidas dessa natureza não se converterão em ajuda aos povos; a história recente mostra que os beneficiários, de fato, serão as organizações financeiras, que continuarão, assim, assegurando níveis extorsivos de lucratividade. Tal medida não combate a crise, mas a aprofunda, visto que os pacotes de “ajuda” impõem recessões, desemprego e redução de gastos sociais.</p>
<p>Adicione-se que os recursos que o Brasil eventualmente possa destinar a tais pacotes nefastos são obtidos por meio de mais “dívida interna”, sobre a qual incidem as mais altas taxas de juros do mundo. Esta é a pior forma possível de “combater” a crise, pois faz a população brasileira pagar caro para financiar programas que sacrificam ainda mais a população européia.</p>
<p>Outra aplicação das reservas brasileiras é a compra de títulos do Tesouro dos EUA, que não rendem quase nada e ainda financiam as políticas estadunidenses, como o salvamento de bancos falidos e as guerras.</p>
<p>Todos esses pontos mostram a necessidade de uma nova arquitetura financeira internacional, em que a lógica não seja aquela em que os povos dos países periféricos financiem os impérios. Esta nova arquitetura financeira passa pela efetiva criação do Banco do Sul, orientado para o investimento em projetos que atendam às necessidades dos povos, e não das grandes empresas transnacionais.</p>
<p>Essa instituição deve ser controlada, portanto, por organismos representativos da sociedade civil, voltados à defesa dos direitos humanos fundamentais, dos interesses coletivos, da sustentabilidade ambiental e da autonomia dos povos. Somente com essa integração democrática será possível escapar às amarras impostas pelo estado capitalista, sujeito às determinações ditas “dos mercados”, sabidamente incompatíveis com o desenvolvimento social.</p>
<p>Neste sentido, as entidades presentes rechaçam todo e qualquer instrumento de dominação dos povos a serviço das grandes empresas transnacionais, e proclamaram:</p>
<p>- NÃO ao projeto da Estrada Villa Tunari – San Ignacio de Moxos, na Bolivia, que conta com financiamento do BNDES do Brasil. Esta estrada atravessa o Território Indígena do Parque Nacional Isiboro Sécure (TIPNIS), e gerará destruição ecológica e afetará a vida e a cultura dos povos indígenas. As entidades solidarizam-se com os pronunciamentos das Redes Latindadd e outras contra este projeto.</p>
<p>- NÃO à atuação do CIADI (Centro Internacional para a Arbitragem de Disputas sobre Investimentos), cujas decisões favorecem as transnacionais em detrimento dos povos. Os países da América Latina devem se retirar deste organismo e avançar na implementação da Nova Arquitetura Financeira Internacional;</p>
<p>- NÃO à promoção de projetos que aumentam a dívida ecológica, a difusão de um modelo agrícola baseado em monoculturas e agrotóxicos – que envenenam o ambiente – enquanto os camponeses permanecem abandonados, sem reforma agrária;</p>
<p>- NÃO à presença de tropas brasileiras no Haiti, que servem à manutenção de um modelo neoliberal de exploração da classe trabalhadora.</p>
<p>Ante todo o exposto, as entidades reivindicam:</p>
<p>- a suspensão imediata dos programas neoliberais impostos pelo FMI, União Européia e governos aos povos europeus, e a suspensão do pagamento das dívidas feitas para salvar o setor financeiro e sustentar o lucro de grandes empresas;</p>
<p>- uma nova arquitetura financeira internacional, que privilegie não o setor financeiro do Norte, mas o conjunto dos povos e sua parcela majoritária, que depende de investimentos públicos capazes de desenvolver políticas de emprego e salários dignos e de produzir serviços satisfatórios, como nas áreas de saúde e educação;</p>
<p>- a completa auditoria das dívidas do Sul e do Norte, que dará aos povos uma importante ferramenta para derrotar este verdadeiro “sistema da dívida”, o qual promove a apropriação das riquezas globais e a submissão de enormes fatias populacionais do planeta em benefício de uma elite capitalista, empresarial e financeira. Para tanto, as entidades internacionais presentes elaborarão um manual de auditorias da dívida, direcionado tanto aos especialistas como também aos movimentos sociais.</p>
<p>- a democratização das decisões de política econômica para o enfrentamento da crise, expressa em suas facetas alimentar, ambiental, financeira e social, o que será possível somente a partir do amplo conhecimento dos fatores de poder que impedem o pleno acesso aos direitos consagrados nas diversas ordens constitucionais e no direito internacional.</p>
<p>Brasília, 5 de outubro de 2011</p>
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		<title>III Seminário Internacional Latino-americano “Alternativas de Enfrentamento à Crise”:</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 19:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rogério Lessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade Alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida]]></category>

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		<description><![CDATA[A Auditoria Cidadã da Dívida e o Comitê pela Anulação da Dívida do Terceiro Mundo (CADTM) têm o prazer de convidar para os eventos do III Seminário Internacional Latino-americano “Alternativas de Enfrentamento à Crise”:   No dia 5 de outubro &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rogerio-lessa/2011/10/05/iii-seminario-internacional-latino-americano-%e2%80%9calternativas-de-enfrentamento-a-crise%e2%80%9d/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rogerio-lessa/files/2011/10/CartazSeminarioInternacional2011-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-310" src="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rogerio-lessa/files/2011/10/CartazSeminarioInternacional2011-2-209x300.jpg" alt="" width="209" height="300" /></a>A Auditoria Cidadã da Dívida e o Comitê pela Anulação da Dívida do Terceiro Mundo (CADTM) têm o prazer de convidar para os eventos do III Seminário Internacional Latino-americano “Alternativas de Enfrentamento à Crise”:<br />
 <br />
No dia 5 de outubro de 2011, às 9h, no Auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, realizaremos o grande seminário, conforme convite anexo, podendo a inscrição ser enviada para o endereço <a href="mailto:seminarioauditoriacidada@yahoo.com.br">seminarioauditoriacidada@yahoo.com.br</a>, sem ônus.<br />
 <br />
          Dia 6 de outubro, às 9h, será realizada Audiência Pública conjunta de várias comissões da Câmara dos Deputados (Anexo II, Corredor das Comissões, Plenário 4), para a qual não é necessário inscrição prévia.<br />
 <br />
           Dia 7 será realizado o mini curso “Dívida pública: processos, crise e participação popular” em parceria com a Unb (que requer inscrição específica no endereço <a href="https://www.sistemas.unb.br/siex/publico/oferta_extensao_listagem.xhtml">https://www.sistemas.unb.br/siex/publico/oferta_extensao_listagem.xhtml</a> ).<br />
 <br />
Clique aqui para ver os palestrantes:<br />
<span id="more-309"></span> <br />
<strong>Sofia Sakorafa</strong>, Deputada do Parlamento Grego, que virá de Atenas para participar do referido evento. Sofia foi a única parlamentar que teve a coragem de votar contra o acordo da Grécia com o FMI no início do aprofundamento da crise financeira. É uma personalidade de renome internacional; já foi campeã olímpica, recorde mundial em lançamento de dardo, e atualmente é uma das representantes políticas de destaque por sua coerência e lucidez em relação à realização da auditoria da dívida grega e à necessidade de desmascarar a especulação com a dívida soberana dos países europeus.<br />
 <br />
<strong>Eric Toussaint</strong>, da Bélgica, Presidente do Comitê pela Anulação da Dívida do Terceiro Mundo, cientista político, e autor de diversos livros publicados em vários idiomas.<br />
 <br />
<strong>Pedro Paez</strong>, do Equador, Presidente da Comissão Técnica Presidencial Equatoriana para o desenho da Nova Arquitetura Financeira Regional e Banco do Sul. Pedro Paez é Ph.D e M.Sc. em Economia pela Universidade do Texas, Mestre em Desenvolvimento e Políticas Públicas pela Faculdade Latinoamericana de Ciências Sociais (FLACSO) e Economista pela Pontifícia Universidade Católica do Equador (PUCE).<br />
 <br />
<strong>Kjetil Abildsnes</strong>, da Noruega, assessor econômico da Church Aid, uma organização ecumênica e humanitária em Oslo, Noruega. Kjetil foi um dos principais assessores do Governo da Noruega em sua iniciativa de anular a dívida ilegítima que cinco países tinham com a própria Noruega.<br />
 <br />
<strong>Romulo Torres</strong>, do Peru, Coordenador Geral da Rede Latindadd – Rede Latinoamericana sobre Dívida, Desenvolvimento e Direitos, que congrega 17 organizações de 9 países.<br />
 <br />
<strong>Ramiro Chimurris</strong> (Uruguai), Daniel Munevar e William Gaviria (Colombia), Angel Furlan, Jorge Marchini e Guillermo Berganza (Argentina), Julie Duchatel e Cecile Lamarque (Bélgica), Waldo Gomez (Bolivia), Konstantinos Bitsanis (Grécia), Jose I. Acunha (Venezuela) e Miriam Ayala (Equador).</p>
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