Fonte: Estado de São Paulo – domingo 09/09/2012
O governo vem desde 1999 mantendo elevado superávit primário (receitas menos despesas exclusive financeiras) para administrar a dívida pública. Poderia ao invés disso, reduzir a despesa anormal com juros, caso tivesse adotado uma Selic próxima da praticada nos países emergentes (5% ao ano). Nesse caso, com menor esforço fiscal poderia ter zerada essa dívida.
Essa superdosagem de juros defendida pelo mercado financeiro, e acatada pelos governos, foi o veneno que atacou o tecido econômico e social do País. Ainda não nos livramos totalmente dele, pois ainda existe, porém em doses menores. Continue lendo

