A presidenta Dilma Rousseff anunciou no último dia 11 um pacote de redução das tarifas elétrica de até 28% para a indústria. Desde então, a medida provisória 579, editada pela presidenta, tem sido alvo de críticas de empresas e de trabalhadores. As companhias reclamam das condições dadas para as renovações das concessões e dizem que as indenizações a serem pagas pelas mudanças são insuficientes. Sindicatos de trabalhadores temem os cortes que podem acontecer com a situação ruim das empresas. Para Roberto Pereira D´Araujo, diretor da ONG Ilumina (Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico), o assunto demorou a ser levado a sério como deveria e o governo tomou, no fim das contas, péssimas decisões. Abaixo, a entrevista concedida por e-mail a CartaCapital.