Turquia “revida” ataque da Síria pelo sexto dia consecutivo

Bem, o "revida" fica por conta de quem produziu a notícia. Importante destacar o papel da Turquia, outro governo que explora o sofrimento do povo palestino. Rogério Lessa

A Turquia lançou mais um ataque de artilharia contra cidades da Síria próximas à sua fronteira nesta segunda-feira, que marca o sexto dia consecutivo de retaliações por parte do exército turco. A resposta aconteceu após um novo morteiro lançado a partir do território sírio ter atingido um área rural na província de Hatay, no sul do país.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2012-10-08/turquia-revida-ataque-da-siria-pelo-sexto-dia-consecutivo.html

 

O presidente da Turquia, Abdullah Gul, pediu apoio à comunidade internacional e lamentou o que chamou de contaminação de países vizinhos com a violência da guerra civl síria. “Esse cenário era o que mais temíamos”, afirmou.

Reuters

Soldados turcos reforçam postos em Akcakale, cidade que divide a fronteira com a Síria

Veja também: Turquia posiciona baterias antiaéreas na fronteira com a Síria

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, também mostrou-se preocupado com a escalada de violência entre ambos os países e classificou a situação como ”altamente perigosa”.

De acordo com relatos da agência estatal turca Anadolu, o morteiro lançado pela Síria nesta segunda-feira atingiu uma plantação de algodão próxima à cidade de Altinozu. Várias pessoas trabalhavam no local, mas ninguém ficou ferido. A reincidência dos ataques dos últimos dias sugerem que os episódios não são acidentais.

Autorização

O Parlamento da Turquia havia autorizado na semana passada uma ação militar contra a Síria, um dia após o primeiro morteiro sírio ter atingido uma cidade turca na fronteira. A medida, aprovada por 320 votos a favor e rejeitada por 129 parlamentares, dá ao governo, por um ano, a autoridade para enviar tropas à Síria ou bombardear alvos no país vizinho.

O vice-premiê turco, Besir Atalay, afirmou que a medida não era uma declaração de guerra contra a Síria, mas, sim, uma forma de tentar deter ataques do país vizinho. “Não é uma lei de guerra”, afirmou Atalay, dizendo que a prioridade da Turquia é agir em coordenação com órgãos internacionais

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