“Essa política econômica vai incendiar a Europa. Não é possível conviver com medidas draconianas que só agravarão a situação. E aqui no Brasil ainda não vi nenhuma repercussão à altura.” A análise é do economista José Carlos de Assis, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), ao comentar as manifestações decorrentes do suicídio do aposentado grego Dimitris Christoulas, de 77 anos, em frente ao Parlamento do país.
O caso rapidamente se tornou um símbolo da luta contra as duras medidas de austeridade dos últimos tempos, e deve virar tema da campanha eleitoral de políticos progressistas, contrários aos cortes orçamentários exigidos por credores internacionais. “A verdadeira primavera é européia”, acrescenta o cientista social Theotonio dos Santos, professor emérito da Universidade Federal Fluminense (UFF).
No país de Christoulas, até o jornal conservador Eleftheros Typos disse que ele se tornou um “mártir da Grécia”, e destacou o “profundo simbolismo político” do seu ato que, segundo o jornal, pode “chocar a sociedade grega e o mundo político, e despertar sua consciência” a pouco mais de um mês de uma eleição parlamentar que determinará o futuro do país.
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