Reinaldo Gonçalves, professor de Economia Internacional da UFRJ, concorda com conclusão do Comunicado nº 140, do Ipea, intitulado Evolução do Mercado de Trabalho nos Estados Unidos e Europa em Decorrência da Crise Econômica, divulgado em
Brasília, apontando para o fim da fase mais aguda da crise nos países ricos.
“Obviamente, haverá perdedores nesse processo: os países da periferia da Europa. Mas esses não têm muito peso. As locomotivas voltarão aos trilhos no médio prazo, é o que importa. Para o Brasil significa que ficaremos para trás e com alto risco, por causa de nossos problemas estruturais, em particular o passivo externo, que é o segundo maior do mundo (US$ 1,5 trilhão), perdendo apenas para os EUA (US$ 3 trilhões). Só que os EUA podem emitir dólares”, pondera o economista.
http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/comunicado/120322_comunicadoipea140.pdf