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O que parecia fácil se transformou numa montanha imensa no caminho do Governo Federal para a recondução de Bernardo Figueiredo ao cargo de diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Os ventos, decididamente, não estão favoráveis. Além da forte oposição que cresce no Congresso Nacional, Figueiredo tem contra o seu trabalho à frente da agência reguladoraa tragédia que matou mais de 50 pessoas na Argentina. Toda segurança é pouca no transporte ferroviário, nos alertam os acidentes.
A coisa está tão ruim que o governo retirou da pauta do Plenário do Senado a homologação do nome de Figueiredo, que estava programada para acontecer nesta terça-feira (28/2).
O sentimento de todos no Congresso é que a onda contrária a Bernardo Figueiredo toma volume de tsunami. O senador Roberto Requião, do PMDB do Paraná, um dos mais ferrenhos opositores de Figueiredo na ANTT, resume o “abacaxi” que está nas mãos do governo: “Pior vai ficar para o governo ter de demitir [Bernardo Figueiredo] logo a seguir”.