Nunca é demais repetir: a sociedade israelense pode ser a maior aliada contra a ocupação da Cisjordânia, mas expressivos setores da esquerda e nacionalistas têm restrições inconfessáveis a este caminho, cujo final são as fronteiras de 1967 e não a destruição de Israel.
A notícia na íntegra pode ser lida na íntegra no site do IG
Movimento reúne palestinas da Cisjordânia e israelenses para passeios ilícitos que reúnem prazeres simples e rivalidades políticas
The New York Times | 28/07/2011 08:07
Cautelosas no início, mas com os olhos arregalados de surpresa, as mulheres e meninas entraram no mar, sorrindo, espirrando água e dando as mãos, sendo derrubadas pelas ondas, jogando a cabeça para trás e, finalmente, rindo de alegria. A maioria delas nunca havia visto o mar antes.
As mulheres eram palestinas da parte sul da Cisjordânia, que não tem litoral, e Israel não permite que elas entrem no país. Mesmo assim, elas arriscaram ser processadas criminalmente, juntamente com a dúzia de mulheres israelenses que as levaram até a praia. E isso, na verdade, fazia parte de sua ideia: protestar contra o que elas e suas hospedeiras consideram leis injustas.