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	<title>Blog do Rodrigo Medeiros &#187; Europa</title>
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		<title>Europa sofre turbulências e fadiga de ajuste</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 13:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medeiros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Valor (20.06.2011): A reação popular aos planos de austeridade fiscal e econômica vai conturbar cada vez mais a Europa. As turbulências políticas se propagam por vários países e aumentam as dúvidas sobre a implementação de reformas. Há uma fadiga &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/06/20/europa-sofre-turbulencias-fadiga-de-ajuste/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Do Valor (20.06.2011):</p>
<p>A reação popular aos planos de austeridade fiscal e econômica vai conturbar cada vez mais a Europa. As turbulências políticas se propagam por vários países e aumentam as dúvidas sobre a implementação de reformas. Há uma fadiga com sucessivos planos de ajuste e a popularidade de governos está em queda. Crescem as críticas dos sindicatos ao tratamento privilegiado para o setor financeiro, socorrido com dinheiro público, enquanto aos assalariados sobraria a parte dolorosa do ajuste.</p>
<p>Vários países reduziram salários dos servidores: 2,5% na Alemanha; 5% na Espanha, 10% em Portugal (para quem ganha acima de € 1.500); 13% na Irlanda; 2% na Grécia; 25% na Romênia; e 50% na Letônia. Os salários nominais foram congelados por um a três anos na França, Itália, Portugal, Espanha, Bulgária, Polônia, Romênia e Eslovênia.</p>
<p>Enquanto as críticas aumentam sobre a incapacidade da Europa de se governar, numa verdadeira catástrofe política, o presidente do Eurogrupo (ministros de finanças), Jean-Claude Junker, adverte para o risco de contágio da crise para a Bélgica e Itália. E Kenneth Rogolf, ex-economista chefe do FMI, acusa os planos de austeridade de serem cada vez menos realistas. Ele insiste que a Europa precisa reestruturar a carga da dívida da sua periferia.</p>
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		<title>A dúvida é como preservar a união</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 20:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medeiros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[eurozona]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>

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		<description><![CDATA[Martin Wolf Do Valor Econômico (22/12/2010): A Alemanha impera. Ela determinará em que medida prospera a zona do euro, talvez até mesmo se ela sobreviverá. Ela é a potência europeia central &#8211; geográfica, política e econômica. A França sabe isso. &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2010/12/23/a-duvida-e-como-preservar-a-uniao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Martin Wolf</p>
<p>Do Valor Econômico (22/12/2010):</p>
<p>A Alemanha impera. Ela determinará em que medida prospera a zona do euro, talvez até mesmo se ela sobreviverá. Ela é a potência europeia central &#8211; geográfica, política e econômica. A França sabe isso. A pergunta é como a Alemanha usará esse poder. A resposta dependerá não só de como ela enxerga seus interesses, mas de como ela entende eventos. Estou muito mais preocupado com esta última questão.</p>
<p><em>A posição dominante da Alemanha não é apenas resultado do seu porte econômico. Deve-se mais à sua condição de maior país credor com o melhor crédito soberano. Quando países com déficits externos ficam sem fornecedores externos de crédito privado, eles se tornam dependentes de soberanias estrangeiras. Isso está acontecendo com a zona do euro. O poder dos credores é simples: na ausência do seu apoio, os países deficitários serão levados ao calote. O consequente colapso do crédito, por sua vez, imporá cortes acelerados nos gastos e uma enorme recessão. Essa recessão, por sua vez, tornará as finanças públicas ainda mais incontroláveis. A espiral descendente também imporá cortes aos países superavitários, já que eles precisarão abater o valor dos seus ativos e perder mercados de exportação. Sua posição superavitária, porém, permite que expandam a demanda interna, em vez disso. Em crises, os mercantilistas imperam. É o que acontece agora na região.</em></p>
<p><em>Ao decidir o que fazer, primeiro a Alemanha precisa determinar os seus próprios interesses. Eles são mais do que estritamente financeiros</em>. A aceitação dos seus vizinhos, dentro da União Europeia, tem sido um pilar da política alemã do pós-guerra, por excelentes motivos: <em>isolada, a Alemanha demonstrou ser uma calamidade para os seus vizinhos e para si. Além disso, um marco alemão ressuscitado dispararia em valor, com efeito devastador sobre a competitividade das exportações alemãs. Por esses dois motivos, manter a zona do euro está no claro interesse da Alemanha, enquanto o euro continuar sendo uma moeda estável, em termos de poder de compra interno, como certamente será</em>.</p>
<p><a href="http://www.valoronline.com.br/impresso/opiniao/98/357341/a-duvida-e-como-preservar-a-uniao">Clique aqui para ler mais</a>.</p>
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