<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Rodrigo Medeiros &#187; dinâmica industrial</title>
	<atom:link href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/tag/dinamica-industrial/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros</link>
	<description>Novo-Desenvolvimentismo</description>
	<lastBuildDate>Wed, 26 Oct 2011 14:16:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.16</generator>
	<item>
		<title>Indústria desacelera e acumula estoques, diz CNI</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/08/23/industria-desacelera-acumula-estoques-diz-cni/</link>
		<comments>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/08/23/industria-desacelera-acumula-estoques-diz-cni/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 15:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medeiros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dinâmica industrial]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/?p=299</guid>
		<description><![CDATA[CNI – O estoque na indústria ficou muito acima do planejado em julho, com 53,9 pontos. O aumento nos estoques, registrado desde janeiro e que se intensificou em julho, com 53,4 pontos, tem provocado desaceleração no ritmo da produção industrial. &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/08/23/industria-desacelera-acumula-estoques-diz-cni/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cni.org.br/portal/data/pages/FF80808131D306B60131F717FFD51D1A.htm#Conteudo">CNI </a>– O estoque na indústria ficou muito acima do planejado em julho, com 53,9 pontos. O aumento nos estoques, registrado desde janeiro e que se intensificou em julho, com 53,4 pontos, tem provocado desaceleração no ritmo da produção industrial. No mês passado, a atividade do setor ficou estável, com 50,4 pontos. As informações são da Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta terça-feira, 23 de agosto. Os indicadores variam de zero a cem. Valores acima de 50 mostram evolução positiva, estoque acima do planejado ou utilização da capacidade instalada (UCI) acima do usual.<span id="more-299"></span></p>
<p>Segundo a pesquisa, a indústria operou em média com 75% de UCI, registrando 45,2 pontos no indicador. É o oitavo mês consecutivo de recuo no uso da capacidade instalada.</p>
<p>De acordo com o economista da CNI, Marcelo de Ávila, mesmo com a desaceleração na atividade industrial, registrada desde o início do ano, os estoques indesejados tiveram um crescimento elevado em julho. “Como esses estoques precisam ser desovados, a produção industrial não deve crescer”, prevê. “Soma-se a isso o cenário desfavorável às vendas, pois tanto o mercado externo quanto o interno estão desaquecidos, os juros e a inflação estão em alta e há escassez de crédito”, completa Ávila.</p>
<p>Dos 26 setores da indústria de transformação, 22 operam com atividade abaixo do usual. Em relação ao porte das empresas, as pequenas registram queda na produção, as médias mostram estabilidade e as grandes apresentam crescimento. Entretanto, mesmo com produção crescente, as grandes indústrias também estão com a UCI em julho abaixo do usual para o mês. A evolução do número de empregados na indústria também está estável, com 50,1 pontos.</p>
<p>EXPECTATIVAS – Apesar da desaceleração da indústria, os empresários do setor continuam confiantes na demanda do mercado interno, no número de empregados e nas compras de matérias-primas para os próximos seis meses, embora esse otimismo esteja menor.</p>
<p>As expectativas sobre a demanda recuaram de 61,9 para 61,3 pontos de junho para julho. O indicador de compra de matérias-primas diminuiu de 58,2 para 57,6 pontos e o de evolução do número de empregados foi de 54,2 a 53,2 pontos no período. Somente o índice de expectativas sobre as exportações ficou abaixo da linha divisória dos 50 pontos em julho, com 49,1 pontos, indicando pessimismo.</p>
<p>A pesquisa Sondagem Industrial foi realizada de 1º a 16 de agosto com 1.892 empresas, das quais 988 são pequenas, 638 médias e 266 de grande porte.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/08/23/industria-desacelera-acumula-estoques-diz-cni/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CNI prevê PIB maior e danos do câmbio</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/27/cni-preve-pib-maior-danos-cambio/</link>
		<comments>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/27/cni-preve-pib-maior-danos-cambio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 17:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medeiros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dinâmica industrial]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/?p=244</guid>
		<description><![CDATA[Direto da CNI: Brasília &#8211; A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reviu para cima as estimativas de alguns dos principais indicadores da economia brasileira em 2011, prevendo um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,8% e da indústria de &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/27/cni-preve-pib-maior-danos-cambio/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Direto da <a href="http://www.cni.org.br/portal/data/pages/FF8080813153DC86013162DB95A01F76.htm#Conteudo">CNI</a>:</p>
<p>Brasília &#8211; A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reviu para cima as estimativas de alguns dos principais indicadores da economia brasileira em 2011, prevendo um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,8% e da indústria de 3,2%. Os dados são do Informe Conjuntural do segundo trimestre, divulgado nesta segunda-feira, 25.07. Apesar das expectativas de alta, a CNI advertiu, contudo, para os danos à indústria devidos à crescente valorização cambial.</p>
<p>As previsões anteriores da entidade, relativas ao primeiro trimestre, apontavam um PIB 3,5% e um PIB industrial 2,8% maiores sobre 2010. O aumento na estimativa do PIB, justifica a CNI, se deve ao seu crescimento além do esperado no primeiro trimestre, quando avançou 1,3% na comparação com o último trimestre de 2010, enquanto calculara 1%. O Informe Conjuntural destaca, porém, que a expansão do PIB nos três meses iniciais do ano não se repetirá.<span id="more-244"></span></p>
<p>Alinha para isso, entre outros fatores, as restrições ao crédito e as elevações da taxa básica de juros promovidas pelo Banco Central, a contenção dos gastos públicos e o aumento da inadimplência. O consumo das famílias, todavia, manterá o PIB em alta este ano, prevê a CNI.</p>
<p>A manutenção da demanda doméstica, pelo consumo e pelos investimentos, explica, por sua vez, a estimativa do crescimento industrial em 3,2%. A CNI assinala, todavia, que a indústria de transformação, responsável pelos produtos de maior sofisticação técnica, crescerá apenas 2,6% em 2011, contra 4,6% da indústria extrativa.</p>
<p>DANOS ELEVADOS &#8211; Destaca a entidade ser uma situação radicalmente inversa à de 2010, quando a indústria de transformação cresceu 9,7%. Segundo a CNI, tal inversão é causada principalmente pela valorização cambial, que levou à perda não só de mercados externos, mas de mercado interno, pela forte penetração de produtos importados. O déficit da indústria de transformação na balança comercial, que foi de US$ 33,5 bilhões em 2010, subirá a mais de US$ 50 bilhões este ano, prevê.</p>
<p>A valorização cambial, superior a 30% nos últimos seis anos e meio, “é impossível de ser absorvida por ganhos de eficiência das empresas”, constata o Informe Conjuntural. “É urgente implementar mecanismos eficazes e potentes para compensar essa perda de competitividade dos produtos brasileiros. Medidas pontuais serão insuficientes para alterar a atratividade do setor manufatureiro”, alerta a CNI.</p>
<p>Adverte que “a perda de importância do setor irá continuar se a configuração competitiva atual permanecer, causando elevados danos à trajetória de crescimento e à estrutura produtiva brasileira”.</p>
<p>O gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, lembra que, ao mesmo tempo em que o câmbio se valoriza, não houve medidas do governo para promover “mudanças sistêmicas” em favor da competitividade, de forma a melhorar o sistema tributário, a infraestrutura, os custos da folha de pessoal, a burocracia.</p>
<p>Castelo Branco sublinhou esperar que a nova política industrial, a ser anunciada pelo governo no próximo dia 2 de agosto, contemple decisões efetivas para tornar a indústria mais competitiva. “Há uma grande percepção do governo sobre a perda de competitividade da indústria. Estamos confiantes, portanto, que a nova política industrial adote medidas eficazes para recuperá-la, como a desoneração dos investimentos e crédito mais acessível para investimentos”, declarou.</p>
<p>EM EVIDÊNCIA &#8211; O Informe Conjuntural manteve em 4,5% a previsão de crescimento do consumo das famílias, em 6% o índice de inflação e as estimativas da balança comercial, com exportações de US$250 bilhões, importações de US$230 bilhões e superávit de US$20 bilhões.</p>
<p>Reformulou, de 6% no primeiro trimestre para 5,9%, a taxa de desemprego e de 9% para 8,5% as estimativas para o aumento dos investimentos. “O cenário que estimula a entrada de divisas permanece e pouco deve se alterar até o final do ano”, pontua o estudo, acrescentando que “a economia brasileira deverá manter-se em evidência, atraindo investimentos”.</p>
<p>A CNI prevê ainda uma taxa nominal média de juros de 12,07%, um câmbio médio no ano de R$1,59 e um déficit público nominal de 3,20% do PIB. O superávit público primário deverá atingir 2,70% e a dívida pública líquida ficará em 39,5% do PIB, calcula a entidade.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/27/cni-preve-pib-maior-danos-cambio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CNI cobra medidas para reduzir impacto dos juros altos na indústria</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/25/cni-cobra-medidas-para-reduzir-impacto-dos-juros-altos-na-industria/</link>
		<comments>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/25/cni-cobra-medidas-para-reduzir-impacto-dos-juros-altos-na-industria/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 14:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medeiros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dinâmica industrial]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/?p=237</guid>
		<description><![CDATA[Da CNI: Brasília &#8211; O governo precisa adotar imediatamente medidas que amenizem os efeitos do aumento dos juros sobre a competitividade das empresas. O alerta foi feito nesta quarta-feira, 20 de julho, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), logo depois &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/25/cni-cobra-medidas-para-reduzir-impacto-dos-juros-altos-na-industria/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Da <a href="http://www.cni.org.br/portal/data/pages/FF808081314EB36201314F7A20182265.htm#Conteudo">CNI</a>:</p>
<p>Brasília &#8211; O governo precisa adotar imediatamente medidas que amenizem os efeitos do aumento dos juros sobre a competitividade das empresas. O alerta foi feito nesta quarta-feira, 20 de julho, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), logo depois que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou a elevação de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic.</p>
<p>Quanto mais essas ações demorarem, maiores serão os prejuízos para o país. Por isso, a indústria espera a inclusão de medidas efetivas de desoneração tributária na nova fase da política industrial, destaca a CNI. Os técnicos da instituição lembram que, ao elevar os juros para 12,50% ao ano, apesar a queda no ritmo de aumento dos preços nos últimos meses, o governo intensifica o uso de instrumentos monetários no combate à inflação.</p>
<p>Na avaliação da CNI, o custo dessa política é muito alto, especialmente para a indústria, porque o aumento dos juros encarece o crédito e diminui o consumo. Além disso, com a taxa real de juros mais alta do mundo, o Brasil atrai capital externo, o que intensifica a forte valorização do real diante do dólar. Com juros altos e câmbio valorizado, os produtos brasileiros não conseguem competir com os estrangeiros e perdem espaço nos mercados interno e externo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/25/cni-cobra-medidas-para-reduzir-impacto-dos-juros-altos-na-industria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pacote &#8216;Brasil Maior&#8217; vai socorrer setor industrial</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/12/pacote-brasil-maior-vai-socorrer-setor-industrial/</link>
		<comments>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/12/pacote-brasil-maior-vai-socorrer-setor-industrial/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 16:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gusthavo Santana]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dinâmica industrial]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/?p=180</guid>
		<description><![CDATA[Claudia Safatle &#124; De Brasília Do Valor Econômico [12/07/2011] O governo anuncia nos próximos dias a nova política industrial e as bases da desoneração da folha de salários das empresas, num conjunto de medidas para melhorar a competitividade da indústria, &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/12/pacote-brasil-maior-vai-socorrer-setor-industrial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Claudia Safatle | De Brasília</em></p>
<p><em>Do Valor Econômico [12/07/2011]</em></p>
<p>O governo anuncia nos próximos dias a nova política industrial e as bases da desoneração da folha de salários das empresas, num conjunto de medidas para melhorar a competitividade da indústria, erodida pela valorização do real. A presidente Dilma Rousseff pediu aos técnicos do governo para rever todos os onze regimes tributários especiais. Serão criados novos incentivos fiscais para as áreas onde está havendo esvaziamento da cadeia produtiva, a exemplo do setor têxtil, e também para a indústria de tecnologia de informação e comunicação.</p>
<p>A nova política, cujo nome não está decidido, mas pode ser Brasil Maior, pretende elevar a taxa de investimento do país para 23% a 24% do PIB, em comparação aos 19% do PIB atuais, uma necessidade para que o país possa crescer 5% ao ano sem pressionar a inflação.<span id="more-180"></span></p>
<p>A desoneração da folha de salários deve ser proposta ao Congresso, se os estudos ficarem prontos por ocasião do anúncio da nova política industrial. Algumas controvérsias sobre a desoneração estão praticamente resolvidas. Ela deverá ser linear e não focada em alguns segmentos; e de implementação gradual, zerando a contribuição patronal sobre a folha no período de quatro anos.</p>
<p>Não está acertado, porém, qual tributo colocar no lugar para financiar a Previdência. Nesse aspecto, a presidente Dilma Rousseff deverá arbitrar entre três propostas. Uma delas é o ressurgimento da CPMF, como defende a Confederação Nacional de Serviços.</p>
<p>Considera-se, também, a possibilidade de criar uma alíquota adicional da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e, nesse caso, a mudança da base de incidência seria da folha para o lucro líquido. A terceira hipótese seria recalibrar a alíquota da Cofins sobre o faturamento das empresas.</p>
<p>Em todos os casos, a desoneração funcionará como política protecionista, já que exportações não pagam esses impostos e as importações pagarão.</p>
<p>A política industrial vai tratar, ainda, das compras governamentais, que em 2010 somaram R$ 64 bilhões e que continuarão a dar preferência a produtos nacionais. O decreto que estabelece o índice de nacionalização para essas compras deverá ser renovado. As compras governamentais são concentradas em quatro áreas. Em 2010, representaram R$ 15 bilhões no Ministério da Defesa, R$ 12 bilhões nos Transportes, R$ 10 bilhões na Educação e R$ 6,3 bilhões na Saúde. O complexo saúde responde por 8,4% do PIB e gera déficit comercial de US$ 10 bilhões. Esse é um dos setores mais promissores, na visão do governo, para se desenvolver com os incentivos adequados.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/12/pacote-brasil-maior-vai-socorrer-setor-industrial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre a dinâmica industrial brasileira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/07/sobre-dinamica-industrial-brasileira/</link>
		<comments>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/07/sobre-dinamica-industrial-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 16:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gusthavo Santana]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dinâmica industrial]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/?p=156</guid>
		<description><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida Do Brasil Econômico: Nos primeiros cincos meses de 2011, o crescimento industrial não chegou a 2%, muito longe da taxa alcançada no mesmo período do ano passado (17,3%) ou do ano como um todo de 2010 &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/07/sobre-dinamica-industrial-brasileira/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Júlio Gomes de Almeida</em></p>
<p><em>Do Brasil Econômico:</em></p>
<p><strong>Nos primeiros cincos meses de 2011, o crescimento industrial não chegou a 2%, muito longe da taxa alcançada no mesmo período do ano passado (17,3%) ou do ano como um todo de 2010 (10,5%).</strong></p>
<p>É claro que esses últimos índices têm correspondência em um processo de recuperação de nossa economia à crise internacional, razão pela qual foram mais expressivos.</p>
<p>Mas, se retrocedermos ao período pré-crise, a comparação também faz sobressair o magro desempenho de 2011: no ano cheio de 2007, a expansão industrial foi de 6% e de 6,3% no período acumulado entre janeiro e maio de 2008.</p>
<p>Outro ponto relevante a ser observado: o encolhimento da produção tem sido generalizado.<span id="more-156"></span></p>
<p>Assim, acusam redução absoluta setores tão relevantes quanto distintos como alimentos, bebidas, indústria têxtil, vestuário, calçados, edição e impressão, perfumaria, produtos químicos, mobiliário, máquinas para escritório e equipamentos de informática.</p>
<p>Em vários outros casos a produção cresceu, porém muito pouco (abaixo de 3%), a exemplo de celulose e papel, madeira, borracha e plástico, metalurgia básica, produtos de metal, máquinas e equipamentos e máquinas e materiais elétricos.</p>
<p>Como se vê, é grande o número de segmentos com flagrante perda de dinamismo ou mesmo retração absoluta, conferindo uma ampla abrangência ao baixo crescimento desta primeira metade de 2011.<br />
Se, na grande maioria dos setores o nível atual de crescimento é não só inferior ao ano da recuperação (2010) como está também muito distante do padrão anterior à crise, a conclusão é que a indústria brasileira já não vem sendo capaz de transformar, como antes, o bom momento econômico vivido pelo país em maior investimento e produção para o mercado doméstico e para exportação.</p>
<p>Mesmo nos casos dos ramos favorecidos pela conjuntura interna e internacional, a expansão, embora ainda presente, tem sido menor do que antes, como na extração mineral, refino de petróleo e álcool, farmacêutica, minerais não metálicos, material eletrônico e de comunicações, veículos automotores e outros equipamentos de transporte.</p>
<p>Exceção à regra, o setor de equipamentos de instrumentação médico-hospitalar teve performance superior a de qualquer outro momento e foi o campeão de crescimento industrial. Esses casos contribuíram para sustentar uma taxa positiva para a indústria.<br />
As observações acima sugerem que uma causa de efeito muito amplo e de gravidade ímpar se apresentou em 2011 para deprimir a indústria.</p>
<p>Medidas tomadas pelo governo para desacelerar o crescimento econômico &#8211; cortes de gastos públicos, elevações da taxa de juros e controle do crédito &#8211; e que já reduzem o ritmo de crescimento do consumo devem ter contribuído.</p>
<p>Mas, a valorização cambial e um contexto global em que economias muito competitivas como China, Coreia e Alemanha, buscam mercados alternativos diante do frágil progresso das economias centrais, são os fatores principais que derrubaram a indústria brasileira. Esta vem perdendo posições em mercados de outros países, assim como no mercado interno diante da produção externa.</p>
<p>Está excepcionalmente caro produzir no Brasil e a taxa de câmbio agrava muito esta situação.</p>
<p><strong>Julio Gomes de Almeida </strong>é economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/07/07/sobre-dinamica-industrial-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
