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	<title>Blog do Rodrigo Medeiros &#187; destaque 2</title>
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		<title>Interview with Robert Skidelsky</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 13:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medeiros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[INET\&#8217;s Interview with Robert Skidelsky]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=gtomtvnkvrQ">INET\&#8217;s Interview with Robert Skidelsky</a></p>
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		<title>Estamos no caminho certo?</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/05/05/estamos-caminho-certo/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 14:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medeiros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em recente entrevista ao Valor Econômico, o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard, ataca certos mitos do pensamento econômico convencional. Vejamos algumas passagens: Valor: É suficiente para os bancos centrais terem apenas uma meta, a inflação? Blanchard: Absolutamente não. Não está &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2011/05/05/estamos-caminho-certo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em recente entrevista ao Valor Econômico, o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard, ataca certos mitos do pensamento econômico convencional. Vejamos algumas passagens:</p>
<p><em>Valor: É suficiente para os bancos centrais terem apenas uma meta, a inflação?</em></p>
<p><em>Blanchard: Absolutamente não. Não está em questão a importância de manter a inflação em um nível baixo e estável. Mas há muitas outras coisas importantes para a saúde econômica, como desemprego, hiato do produto. Muitos economistas acreditavam que, se a inflação fosse estável, as questões do desemprego e do hiato do produto estariam superadas. Com frequência, esse não é o caso. Você pode ter situações em que há inflação, mas também hiato do produto. Veja a África do Sul de hoje. Outra coisa que aprendemos na crise é que você pode ter inflação estável, hiato do produto estável ou pequeno, mas nos bastidores pode estar criando problemas financeiros. Quando eles aparecem, podem criar uma grande confusão. Essa é a essência da crise atual. Então, o banco central tem que se preocupar com a estabilidade financeira. E aprendemos, de outro lado, que existem muitos instrumentos, muito mais do que a taxa de juros. Quando a taxa de juros vai a zero, você tem que usar expansão quantitativa ou de crédito, mas além disso tem que olhar níveis de capital, níveis de crédito, níveis de liquidez. Tudo isso cria um trabalho muito difícil, mas não acho que os bancos centrais podem evitá-lo.</em></p>
<p><em>Valor: Não é controverso defender metas para taxas de câmbio, como o sr. fez?<span id="more-108"></span></em></p>
<p><em>Blanchard: Há bons argumentos para evitar uma apreciação excessiva. É algo que já está na cabeça dos formuladores de política econômica. Então, o ponto de vista que defendo é apenas ser explícito sobre isso. Muitos países com movimentos de capitais imperfeitos talvez tenham dois instrumentos potenciais. Têm a taxa básica de juros e também a intervenção esterilizada e, dessa forma, podem prestar atenção em duas metas. Estava apenas colocando isso sobre a mesa. Mas há vários outros pontos a ponderar. Pode ser muito perigoso ter uma taxa de câmbio baixa, porque você pode criar &#8220;carry trade&#8221;. Alem do mais, existe o risco de que alguns países usem intervenções para manter a taxa de câmbio em níveis excessivamente baixos, para ganhar uma vantagem desleal. Existe o risco de ser mal usado. Mas não há razão para não refletir sobre a questão.</em></p>
<p><em>Valor: Controles de capitais estão definitivamente na caixa de ferramentas?</em></p>
<p><em>Blanchard: Sim, pelas mesmas razões que todos os instrumentos prudenciais. Se você acha que os mercados de capitais não trabalham de forma perfeita, algo em que todos nós poderemos concordar a esta altura, depois do que vimos acontecer, então você vai querer ter ferramentas para reduzir riscos, para influenciar comportamentos. Há circunstâncias em que fluxos de capitais levam a riscos e você não tem as ferramentas macroprudenciais tradicionais para fazer algo a respeito. Por exemplo, se empresas brasileiras tomam empréstimos em Nova York em dólares e você está preocupado com a possibilidade de um risco cambial excessivo, qualquer coisa que você fizer no mercado bancário brasileiro não terá nenhum efeito sobre isso. Então, nesses casos, o que basicamente você quer é evitar isso. Se você puder interromper o fluxo de capitais, você pode dizer não, essa é a coisa certa para fazer.</em></p>
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		<title>Uma nova guerra fria?</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2010/12/31/uma-nova-guerra-fria/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 15:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medeiros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Li recentemente um artigo de Ian Bremmer, autor do livro ‘O fim do livre mercado’, ainda não publicado no Brasil. Ele é otimista em relação ao nosso país, desde que tenhamos a inteligência de nos colocarmos nas questões internacionais como &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2010/12/31/uma-nova-guerra-fria/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Li recentemente um artigo de Ian Bremmer, autor do livro ‘O fim do livre mercado’, ainda não publicado no Brasil. Ele é otimista em relação ao nosso país, desde que tenhamos a inteligência de nos colocarmos nas questões internacionais como terceiros interessados, ou seja, fora das zonas de conflitos dos EUA e da China.</p>
<p>Poderemos assim conviver bem com a provável disputa entre os EUA e a China, ajudando-os e faturando geopoliticamente na mediação de certas questões pontuais. O importante é mantermos graus de liberdade no concerto das nações. Cito logo abaixo um trecho do artigo do Bremmer (2010, p.53):</p>
<p style="padding-left: 30px">“Os casos mais interessantes são os de Brasil e Indonésia. Os dois parecem não se ater a nenhum dos dois líderes. É algo que a Índia não poderá fazer. Os indianos estão se tornando uma ameaça direta aos chineses – demograficamente, militarmente, e em termos de recursos. Índia e China estão virtualmente destinadas a se enfrentar. O futuro da Rússia não é promissor. O envelhecimento da população, a corrupção desenfreada e a dependência de petróleo impedem que o país concorra com os líderes emergentes mais dinâmicos” (A nova guerra fria, in: <span style="text-decoration: underline">Exame</span>: edição especial – as principais tendências no Brasil e no mundo. Edição 983, de 29/12/2010, pp.52-53). </p>
<p>Para se pensar. O que não podemos aceitar passivamente é transformarem o Brasil num mero fornecedor de produtos primários &#8211; commodities agrícolas e energética &#8211; para a China, importando produtos manufaturados de elevada intensidade tecnológica da mesma. Lembro que já há marcas de montadoras de automóveis chinesas rodando no Brasil, ofertando inclusive através de suas concessionárias serviços de manutenção e assistência técnica especializada. </p>
<p>Segundo Bremmer (op. cit., p.52):</p>
<p style="padding-left: 30px">&#8220;O mundo unipolar dominado pelos Estados Unidos está perdendo lugar para um modelo não polar. As grandes economias emergentes estão muito ocupadas cuidando de seus próprios problemas e não parecem dispostas a assumir os riscos exigidos pela liderança internacional. A ascensão da China coloca em evidência um sistema que eu chamo de &#8216;capitalismo de Estado&#8217;, no qual o Estado domina o mercado principalmente para obter ganhos políticos. A tensão entre esses dois sistemas está provocando conflitos crescentes entre China e Estados Unidos&#8221;. </p>
<p>Quem ainda acredita ser a China o futuro do socialismo fabiano que muito influenciou a social-democracia europeia no século passado?</p>
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		<title>Por que os juros são tão altos no Brasil?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 00:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medeiros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[destaque 2]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Listagem das taxas básicas de juros (clique aqui). Essa é uma questão cuja resposta depende da perspectiva teórica adotada. Pós-keynesianos reafirmam estar na preferência pela liquidez exercida pelos agentes econômicos frente às incertezas do futuro a explicação, inclusive a exercida &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/rodrigo-medeiros/2010/12/23/por-que-os-juros-sao-tao-altos-no-brasil/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Listagem das taxas básicas de juros (<a href="http://www.brasileconomico.com.br/paginas/taxas-de-juros_81.html">clique aqui</a>).</p>
<p>Essa é uma questão cuja resposta depende da perspectiva teórica adotada. Pós-keynesianos reafirmam estar na preferência pela liquidez exercida pelos agentes econômicos frente às incertezas do futuro a explicação, inclusive a exercida pelo sistema bancário. Tal fato faz com que o custo do capital se eleve e haja a possibilidade real do equilíbrio macroeconômico no subemprego dos fatores de produção, reduzindo a demanda empresarial por trabalhadores e achatando salários.</p>
<p>O futuro é incerto e qualquer previsão não deixa de ser uma especulação sobre o que pode vir a acontecer, por mais que os métodos econométricos tenham evoluído. O passado não pode ser simplesmente extrapolado para o futuro. A economia é uma ciência social; o estado de confiança dos negócios e as convenções são importantes para as tomadas de decisões de investimento produtivo. </p>
<p>Por que os juros são tão altos no Brasil? Falta concorrência bancária e por isso os spreads cobrados na ponta dos tomadores de recursos são tão elevados? O banco central precisa controlar a inflação dentro daquilo que se estabelece como meta perante o mercado financeiro num determinado período? Qual seria o período &#8220;científico&#8221; mirado pela meta e seus desvios?</p>
<p>De fato que a elevação da taxa básica de juros pode contrair a demanda agregada e reduzir o ritmo de evolução de uma economia. Guardadas as devidas proporções, essa é uma solução equivalente à do médico preocupado e dedicado que eleva a medicação para estabilizar rapidamente um doente, matando-o por excesso de cuidados. Para quem quiser se aprofundar mais no assunto recomendo <a href="http://www.ppge.ufrgs.br/akb/">um clique aqui</a>.</p>
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