Reflexões sobre os deslocamentos populacionais no Brasil

Para saber mais sobre o tema das migrações e do crescimento populacional no Brasil, leia o documento “Reflexões sobre os deslocamentos populacionais no Brasil”, divulgado pelo IBGE no dia 15 de julho (clique aqui).

Publicado em Economia | Com a tag , | Deixar um comentário

BC não resiste às expectativas do ‘mercado’ e sobe juro pela 5ª vez

Da Carta Maior:

Em decisão unânime, Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) aumenta taxa de juros pela quinta vez no governo Dilma Rousseff. Risco de a inflação escapar dos limites oficiais empurra maior taxa do planeta para 12,5% ao ano. Já esperada pelo ‘mercado’, decisão foi criticada por trabalhadores e industriais. Comunicado lacônico do Copom começa a ser interpretado pelo ‘mercado’ como fim do ciclo de alta. BC dará explicação mais detalhada em uma semana. Continue lendo

Publicado em Economia, Política | Com a tag , | Deixar um comentário

Copom sobe juros para 12,50% ao ano no 5º aumento consecutivo.

Copom sobe juros para 12,50% ao ano no 5º aumento consecutivo. O Brasil já gasta 44% do Orçamento Geral da União com o pagamento de juros, amortizações e refinanciamento da dívida, enquanto setores-chave como saneamento básico, transportes, urbanismo e cultura não chegam a ter 1% da fatia.

Publicado em Economia | Com a tag , | Deixar um comentário

Ipea divulga a segunda Carta de Conjuntura de 2011

Publicação trimestral, a Carta de Conjuntura tem como objetivo acompanhar a conjuntura econômica brasileira por meio de seus principais indicadores. O boletim traz dados e estimativas sobre nível de atividade (demanda, oferta, produção industrial e comércio), emprego, inflação, setor externo (balança comercial, balanço de pagamentos), crédito e mercado financeiro (política monetária e taxas de juros, mercados de capitais e de crédito) e finanças públicas (clique aqui).

Publicado em Economia | Com a tag | Deixar um comentário

Real é a moeda mais valorizada entre as 58 principais economias, diz o BIS

Do Valor Econômico: O Banco Internacional de Compensações (BIS) calcula a taxa de câmbio efetiva real (EER) de 58 países e da moeda única europeia. A EER representa a média cambial da moeda de um país relativa a uma cesta de outras moedas ajustadas pelo preço ao consumidor. Se o ranking da moeda está abaixo de 100, significa que está desvalorizada e tem espaço para se apreciar.

Publicado em Economia | Com a tag , | Deixar um comentário

Com que roupa a direita política vai?

Fabiano Santos

Do Valor Econômico [20/07/2011]:

Não faz muito tempo, o Brasil recebeu a visita do primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, líder do Partido Moderado, direita em seu país, o qual tem no governo se caracterizado, de fato como o nome indica, pela moderação tanto em suas ações, quanto em sua retórica. Em entrevista ao Valor, Reinfeldt, descreveu os pontos básicos sob os quais se assenta a estratégia política de sua gestão: aceitar a tradição igualitária que moldou a evolução do capitalismo escandinavo, procurando estimular a competitividade de setores selecionados da economia através de políticas de inovação e desoneração fiscal. Os efeitos da adoção de tal estratégia são significativos e tangíveis. Mesmo em tempos de globalização, a carga tributária é relativamente alta, assim como a despesa em itens como educação, saúde, previdência, habitação, além de investimentos na infra-estrutura física necessária para o dinamismo e sustentabilidade das indústrias de bens e serviços. Continue lendo

Publicado em Política | Com a tag | Deixar um comentário

O Estado indutor que precisamos

Antonio Delfim Netto

Do Valor Econômico [19/07/2011]:

O Brasil precisa colocar suas barbas de molho! Nosso modelo exportador agromineral induzido será incapaz de garantir empregos de boa qualidade para os 150 milhões de brasileiros que terão entre 15 e 65 anos em 2030. É disso que se trata. Precisamos apoiar um programa de desenvolvimento industrial e de serviços que promova forte competição interna e dê aos nossos trabalhadores e empresários inteligente proteção externa com condições isonômicas para exigir deles capacidade competitiva internacional. Continue lendo

Publicado em Economia | Com a tag , | Deixar um comentário

Balança comercial levanta preocupações no horizonte

Rodrigo L. Medeiros

Do Monitor Mercantil:

No contexto das precárias condições que se esperava que fosse perdurar por um bom tempo, Keynes (1932) recomendou que se “fizesse de conta, para nós mesmos e para todo mundo, que o certo é errado e o errado é certo; porque o errado é útil e o certo não”. Não há como negar que o mundo vive ainda os efeitos perversos da crise de 2008.

Na União Européia (UE) seus desdobramentos ameaçam a integridade do euro e o pacto civilizatório social-democrata do pós-guerra. Nos EUA, o desemprego e o lobby financista formam parte daquilo que John K. Galbraith certamente chamaria de “tirania das circunstâncias”. Alguma reflexão se faz necessária para o caso brasileiro. Continue lendo

Publicado em Economia | Com a tag , , , | Deixar um comentário

Bom na teoria, desastre na prática

14 de julho de 2011 – Estadão:

José Paulo Kupfer

O limite de 0,87% do PIB para o déficit público nominal em 2012, um drible do DEM na base governista inserido no texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovado ontem no Congresso e enviado à sanção da presidente Dilma, é um daqueles casos nos quais a teoria é boa, mas a prática poderia levar a um desastre. O aviso do veto pelo Executivo da regra aprovada na LDO faz sentido.

Começando pelo desastre na prática, basta fazer uma simples operação aritmética para entender o ponto. A previsão para as despesas com o pagamento de juros da dívida pública, em 2011, é de R$ 230 bilhões, o equivalente a 5,6% do PIB. Se esse valor fosse mantido para 2012, o que não será, tanto pelo previsível aumento da taxa de juros quanto pelo também previsível aumento da própria dívida, um déficit nominal de 0,87% do PIB exigiria um superávit primário próximo de 5% do PIB. Continue lendo

Publicado em Economia | Com a tag , , | Deixar um comentário

O despertar dos mágicos

Os economistas conservadores saíram desacreditados pela crise. Deviam estar escondidos, cheios de vergonha. Mas não é isso que acontece. Muito pelo contrário. Por quê?

Artigo publicado na esquerda.net – 14 Julho, 2011 – por Alejandro Nadal:

Os economistas conservadores saíram desacreditados pela crise. Ao fim e ao cabo eles prometeram igualdade, prosperidade e até um mundo menos doente do ponto de vista ambiental. A única coisa que nos deram foi um colapso econômico gigantesco, com desemprego e pobreza. Deveriam estar escondidos cheios de vergonha.

Mas não é isso que acontece. Muito pelo contrário. Os economistas conservadores ganharam mais força. Por quê? A razão é que os mitos em que fundamentam as suas posições são profundamente enraizados numa cosmovisão básica, de uma grande quantidade de pessoas, para não dizer da maioria das pessoas. Continue lendo

Publicado em Economia | Com a tag , | Deixar um comentário