Que não morra a esperança: de Vargas a Lula pela visão de Celso Furtado
Por Gustavo Santos | Rio de Janeiro, 23/11/2004 A morte do professor Celso Furtado simbolizou o fim de uma era do desenvolvimento. Uma era que ele soube traduzir mais do que ninguém. Somos de uma geração que via a desigualdade e a pobreza como fatalidade. Não era assim que Celso Furtado via. Aliás, ele e […]
