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	<title>Dilma, cancele o Leilão de Libra: O Pré-Sal é Nosso! &#187; Rodrigo Vaz</title>
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	<description>Não aos leilões do nosso petróleo!</description>
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		<title>Na disputa pelo óleo do pré-sal, a China busca segurança energética</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Oct 2013 04:16:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; A participação de três estatais chinesas na disputa pelo campo de Libra, no pré-sal de Santos, é prova do apetite gigante dos chineses pelo setor energético brasileiro. A presença maciça na competição por um contrato no pré-sal também demonstra que ainda há espaço para a chegada de mais investimento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-TI2VCjzvZ24/UTYx9n_TtUI/AAAAAAAAHb0/oBUzYKAFZMM/s400/ChinaPetroleo.jpg" width="390" height="254" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A participação de três estatais chinesas na disputa pelo campo de Libra, no pré-sal de Santos, é prova do apetite gigante dos chineses pelo setor energético brasileiro. A presença maciça na competição por um contrato no pré-sal também demonstra que ainda há espaço para a chegada de mais investimento no país, mesmo após as estatais chinesas já terem investido US$ 18,3 bilhões nos setores de petróleo e energia do Brasil entre 2005 e 2012, segundo dados da Agência Internacional de Energia (AIE).</p>
<p>Das quatro grandes estatais que operam no setor de petróleo, três estão habilitadas para disputar Libra. Apenas uma, a China Petroleum &amp; Chemical Corporation (Sinopec), já tem ativos, enquanto a China Petroleum Corporation (CNOOC) e a China National Petroleum Corporation (CNPC) ainda não são concessionárias de nenhuma área. Outra grande, a Sinochem, é sócia da Statoil na Bacia de Campos, mas não se credenciou para o leilão.</p>
<p>A vinda para a América Latina atende o propósito de diversificar as fontes de suprimento de energia. Em 2012, a China consumiu 10,2 milhões de barris/dia de petróleo em 2012, volume 5% maior que o consumo de 2011. Um recente estudo da AIE sobre os investimentos em energia e a transferência de tecnologia entre Brasil e China observa que na última década as relações entre os dois países se intensificaram. E em 2009 o gigante asiático se tornou o mais importante parceiro comercial do Brasil.</p>
<p>A agência aponta os recursos fósseis que o Brasil tem e a China precisa como &#8220;a mais óbvia complementariedade&#8221; entre os dois países. Mas, afirmam os autores do estudo, &#8220;apesar dos acordos de cooperação e apoio político de alto nível para transferência de tecnologia, a Petrobras é relutante em envolver as estatais chinesas no desenvolvimento do pré-sal brasileiro&#8221;.</p>
<p>Até o momento, a Sinopec e a Sinochem investiram US$ 16,2 bilhões comprando participação em empresas produtoras de óleo ou blocos exploratórios no Brasil. O volume poderia ter crescido em US$ 1,54 bilhão, se a Shell e a indiana ONGC não tivessem barrado a entrada da Sinochem nos campos explorados na Bacia de Campos no chamado Parque das Conchas, cuja participação a Petrobras colocou à venda.</p>
<p>Os chineses estão entrando devagar na exploração do pré-sal por meio de aquisições bilionárias de participação minoritária, pela Sinopec, em empresas criadas no país pela espanhola Repsol e a portuguesa Galp, que tinham exposição a essa área. Com as aquisições, a Sinopec já tem participação em alguns gigantes do pré-sal como os campos de Lula, Guará, Carioca, Cernambi, Bem-Te-Vi, Caramba e Júpiter.</p>
<p>O objetivo das estatais chinesas, observam a AIE e a consultoria IHS, é aumentar sua experiência na exploração e produção em águas profundas, mas a agência constata que o envolvimento em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) no arcabouço desses investimentos é limitado à área petroquímica em vez da tecnologia estratégica.</p>
<p>Ao partilharem da produção de Libra, caso alguma delas participe do consórcio vencedor, será diferente. A China terá acesso direto a uma parte do petróleo produzido no maior campo descoberto na área até agora. Ainda não está claro quanto da tecnologia será repassada pela Petrobras, que é, pela legislação, a operadora única.</p>
<p>Rodrigo Vaz, diretor da área de óleo e gás da consultoria IHS no Brasil, destaca que a estratégia das chinesas visa à segurança energética de seu país e a criação de empregos, abrindo também oportunidades para outras empresas prestarem serviços complementares à produção, sem mencionar a absorção de tecnologia de produção em alto mar.</p>
<p>&#8220;É comum que eles façam grandes empréstimos a países produtores de petróleo, e em troca tenham a garantia de que receberão o pagamento em barris de óleo a preço de mercado. Isso já ocorreu anteriormente e pode ser feito novamente nas negociações dos leilões do pré-sal&#8221;, diz Vaz.</p>
<p>Adriano Pires, sócio do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE) acha que a Petrobras não tem recursos financeiros, técnicos e operacionais para cumprir todas as suas obrigações no pré-sal e em outras áreas. Para ele, se mantidas as regras atuais de elevado conteúdo local e participação mínima de 30% no pré-sal com poder de veto da PPSA, há risco de desaceleração do crescimento da produção brasileira de petróleo e gás.</p>
<p>&#8220;Outro movimento que temos visto é que as empresas estatais de petróleo chinesas aceitam pagar um prêmio para obter participação em ativos de produção de petróleo&#8221;, afirma Vaz. &#8220;A estratégia de pagar esse sobrepreço faz sentido, se fizermos a conta de quanto custa o barril produzido nos diversos campos que eles têm participação, e quanto estará custando o barril a preço de mercado com as turbulências e instabilidades políticas noticiadas nos países da Opep [Organização dos Países Exportadores de Petróleo]&#8220;, diz ele.</p>
<p>Um executivo brasileiro com experiência em negócios com a China há mais de uma década aposta que os estaleiros chineses vão lutar para construir as 13 plataformas que serão encomendadas pela Petrobras para produzir o petróleo de Libra. &#8220;Eles querem energia e vender os produtos das empresas deles. E como sócios podem se beneficiar do fato de não ser possível atender às regras de conteúdo local para produzir aqui compressores e turbinas, por exemplo&#8221;, diz o executivo, que não quis ser identificado.</p>
<p>Na América Latina, a Venezuela ainda é o maior fornecedor de petróleo para os chineses. Recentemente, a estatal venezuelana PDVSA informou que suas exportações de petróleo para a China e Índia alcançaram 640 mil barris e 430 mil barris por dia, respectivamente. Já a Petrobras, maior produtora do Brasil, importou 465 mil barris/dia no primeiro semestre de 2013, segundo dados do balanço.</p>
<p>Segundo Vaz, da IHS, o Brasil entrará na lista de dez maiores fornecedores da China, mas os principais continuarão sendo os países do Oriente Médio e Ásia, lembrando que a Austrália também projeta aumento significativo da produção nacional, tendo a China como principal mercado.</p>
<p>Vaz diz que seria &#8220;salutar&#8221; para o Brasil não depender apenas da China para exportar petróleo. Cita como exemplo o aumento das importações de gás por aquele país nos últimos anos, que levou grandes produtores a dimensionarem sua capacidade produtiva a essa demanda. &#8220;Mas uma ruptura grande, como no caso por exemplo da China desenvolver seu próprio abastecimento através de fontes não convencionais de gás, poderia mudar a imagem do futuro abastecimento&#8221;, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://portosenavios.com.br/industria-naval-e-offshore/21158-na-disputa-pelo-oleo-do-pre-sal-a-china-busca-seguranca-energetica" target="_blank">Portos e Navios</a></p>
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