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	<title>Dilma, cancele o Leilão de Libra: O Pré-Sal é Nosso! &#187; Empresas pelo Clima</title>
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	<description>Não aos leilões do nosso petróleo!</description>
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		<title>Pré-sal vai a leilão 40 anos após primeiro choque do petróleo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2013 19:36:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas pelo Clima]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; 16/10/2013 &#8211; Valor Online &#8211; Por Cláudia Schüffner &#124; Rio O Brasil vai leiloar o campo de Libra na próxima semana em um mês emblemático, quando completa 40 anos o primeiro choque do petróleo, como foi chamada crise iniciada pelo embargo promovido pelos países árabes, que quadruplicou o preço [&#8230;]]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>16/10/2013 &#8211; Valor Online &#8211; Por Cláudia Schüffner | Rio</p>
<div>O Brasil vai leiloar o campo de Libra na próxima semana em um mês emblemático, quando completa 40 anos o primeiro choque do petróleo, como foi chamada crise iniciada pelo embargo promovido pelos países árabes, que quadruplicou o preço da commodity entre 17 de outubro de 1973 e março de 1974, levando o mundo a uma crise econômica.  O Brasil importava 85% do consumo interno e o preço do barril subiu de US$ 2,90 para US$ 11,65.  Hoje, com o pré-sal, o país está prestes a se tornar exportador.</p>
<p>Professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Helder Queiroz, diz que, depois de 1973, o petróleo ganhou importância macroeconômica e geopolítica que não tinha antes.  Muitos países fortemente dependentes dessa energia entraram em crise, com destaque para EUA, Europa e Japão.</p>
<p>&#8220;Para o Brasil foi um momento difícil.  Hoje, a situação é completamente diferente.  O Brasil vai se tornar exportador líquido relevante, com vendas da ordem de 1,5 milhão a 2 milhões de barris de petróleo em dez anos&#8221;, afirma Queiroz, que trabalhou com o argelino Sadek Boussena, então presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).</p>
<p>Queiroz observa que a situação do Brasil hoje difere do primeiro choque do petróleo, porque &#8220;estruturalmente&#8221; já é exportador líquido &#8211; foram 300 mil barris/dia em 2012 -, apesar de voltar a ter déficit este ano por causa da queda de produção da Petrobras.</p>
<p>A crise de 1973 foi desencadeada pela ajuda americana a Israel na guerra do Yom Kippur contra um dos seus maiores aliados hoje na região, a Arábia Saudita.  Os novos preços do petróleo tornaram viável a exploração mais cara, ajudando a viabilizar novas fontes de energia e a exploração no mar, inclusive no Brasil.  Naquele ano, o país intensificou a exploração offshore e em 1974 descobriu o primeiro campo na Bacia de Campos, Garoupa, com reservas de 100 milhões de barris.  Nos anos seguintes foram descobertos Namorado e Enchova.</p>
<p>Outro estudioso do tema, Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura, lembra dois importantes efeitos do primeiro choque do petróleo na economia brasileira: a permissão para empresas estrangeiras explorarem no Brasil por meio de contratos de risco (quem encontrasse óleo teria que vender para a Petrobras), o programa nuclear Brasil-Alemanha e o Pró-Álcool (Programa Nacional do Álcool).</p>
<p>O Pró-Álcool teve duas fases.  Na primeira, foi autorizada a mistura do álcool anidro à gasolina.  Na segunda fase, em 1979, foi criado o carro movido a álcool hidratado, após o segundo choque do petróleo, quando os aiatolás derrubaram o regime do xá do Irã, Reza Pahlevi, então principal aliado dos EUA na região.  Os preços voltaram a disparar e, em reação, o governo americano elevou os juros.  Em 1982, sem condições de honrar seus compromissos, o Brasil suspendeu os pagamentos da dívida externa.</p></div>
<div></div>
<div>Fonte: <a href="http://www.empresaspeloclima.com.br/index.php?r=noticias/view&amp;id=272543" target="_blank">Empresas pelo Clima</a></div>
</div>
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