Reproduzindo editorial de Mino Carta na CartaCapital desta semana:
O Brasil tem um ponto em comum com a Venezuela: o brutal desequilíbrio social. Havia outro até data recente, representado pela extraordinária semelhança entre a mídia venezuelana e a brasileira, uma e outra a serviço da oligarquia e da treva, sempre e sempre dispostas a inventar, omitir e mentir. Se hoje não há como alegar esta inglória parecença, é porque Hugo Chávez, ao contrário do governo do Brasil, decidiu enfrentar o inimigo.
No momento, mais da metade dos órgãos de comunicação venezuelanos são públicos, o que permite restabelecer um razoável equilíbrio entre as forças envolvidas nesta guerra. As palavras guerra e inimigo estão longe de ser exageradas. O ataque ao governo de Dilma Rousseff é feroz e diuturno, assim como foi a Lula e a Chávez. A mídia nativa, aliás, continua na ofensiva contra o líder venezuelano e celebra sua morte como se o odiado inimigo tivesse tombado no campo de batalha.
As razões são óbvias. Chávez, como Lula e Dilma, mexeu com os interesses da minoria privilegiada. Há diferenças entre o venezuelano e os brasileiros, ao contrário destes, aquele recorreu a formas autoritárias de poder. Mesmo assim, tratou-se de um formidável reformador e de um incentivador da unidade latino-americana a bem da independência do subcontinente, enfim livre da condição de quintal dos Estados Unidos.
Nem tudo na atuação de Chávez merece admiração, mas seus méritos estão expostos à luz do sol. Leio as diatribes ficcionais da nossa mídia, dizem que se tratou de um déspota populista. A definição é tão imprópria quanto foi batizar de “terrorista” quem lutou contra a ditadura civil-militar. Populista porque nacionalista ao defender o petróleo de seu país como fez Getúlio Vargas em 1952 ao criar a Petrobras? Ou populista porque condenou firme e inexoravelmente o neoliberalismo?
Tropecei na quarta 6 de março no delirante editorial da Folha de S.Paulo, que condenava o “populista” Chávez por causa do seu peremptório não ao neoliberalismo. Ora, ora, mas não foi a religião do deus mercado que nos mergulhou na maior crise econômica, política e social dos últimos dois séculos? Algo não menos assustador do que as epidemias de peste negra da Idade Média.
Ah, claro, populista por ter tirado da miséria uma larga fatia de venezuelanos, e por ter garantido assistência médica e hospitalar a todos os concidadãos, e por ter erradicado o analfabetismo. Tal é a linha da mídia nativa, exército dos barões. O jornalismo há de se basear no respeito da verdade -factual, no exercício do espírito crítico e na fiscalização do poder. Os barões midiáticos e seus regimentos desrespeitam a verdade factual e submetem o espírito crítico aos seus dogmas e preconceitos. Quanto à fiscalização do poder, cuidam de investir de arma em punho contra quem ali está há dez anos, depois de ter elevado à glória dos altares o governo tucano de FHC e tornado motivo de culto todas as suas mazelas.
Creio não ser árduo perceber que estamos a assistir, há dez anos, a uma ofensiva bélica, em pleno desrespeito às regras éticas do jornalismo e do senso de responsabilidade imposto pela consciência da cidadania. Não nos defrontamos simplesmente com uma mídia a serviço da oposição, e sim com uma artilharia capaz de executar seu bombardeio sem solução de continuidade.
De uns tempos para cá, me ocorre, de quando em quando, perguntar aos meus perplexos botões se o governo tem vocação de mulher de apache. Estão pasmos, admitem, com tanta leniência, ou paciência, ou resignação. E se declaram perdidos como um pesqueiro ao largo da costa escocesa, em uma madrugada invernal a 20 graus abaixo de zero, em meio à névoa mais espessa e sem apito. Aos leitores sugerem uma pausa de meditação à página 16 desta edição, para inteirar-se da reflexão de Mauricio Dias na sua Rosa dos Ventos.
Ali, entre outras considerações muito oportunas, Mauricio evoca uma entrevista que ambos fizemos com Hugo Chávez, em 2006. Recordo um maciço indivíduo, de carisma explosivo e fala fluente, a dizer coisas que faziam sentido.
O modelo político que o Brasil vem adotando nessa era do PT é totalmente irracional e preocupante porque vai distanciando o país de um diálogo mais próximo com o primeiro mundo e criando um contra-senso em relação à democracia aqui conquistada. Essa situação de proximidade com Cuba é totalmente destituída de lógica. Os sorrisos de Dilma e Lula ao lado dos irmãos Castro não condiz com nossa luta pela democracia e inclusive, ofusca o que Dilma apregoava na guerrilha contra a ditadura no Brasil. Há muito pouco tempo gritava-se no Brasil: “Diretas já!” e certamente todo o PT fazia parte desse movimento. Sabemos perfeitamente o que vem a ser um regime ditatorial, não se pode abrir a boca e gritar por direitos, sob pena de se parar na cadeia, nos paus de arara ou no próprio cemitério como aconteceu com muitos simpatizantes da democracia. Vejo essas atitudes vexatórias de representantes brasileiros com muita vergonha e fico boquiaberto por não haver um senso crítico que desfaça tamanha inconseqüência e destituição de valores políticos. Pela lógica, o Brasil seria o ultimo a pisar em um solo onde ditadores ostentam seus feitos contra os Direitos Humanos e contra a própria liberdade de expressão. O mundo todo conhece quem foi, quem é e o que apregoa Fidel Castro. O que fazem Dilma e Lula naquele lugar?
O quadro de amigos do PT, que aparecem abraçados com Lula e Dilma em toda a mídia internacional são: Nicolas Maduro; Evo Morales; Cristina Kirchner; Ahmadinejad e os Irmãos Castro. Sobram as perguntas pertinentes: 1-Que tipo de política externa está sendo promovida com essas incursões? 2-O BNDES está em Cuba, na ilha de Fidel Castro, a troco de quê? 3-O Brasil mal financia a si próprio, como pode jogar dólares pela janela mantendo seu exército no Haiti? Estendendo um pouco mais as perguntas: 4-Por que o Brasil entregou seu sistema de comunicação, um quesito de segurança, a um mexicano, sr. Carlos Slim? 5-Por que o Brasil distribui fatias de suas jazidas de petróleo às firmas estrangeiras? 6-Por que o brasileiro paga tantos impostos? 7-O IPVA é uma sobre taxação inconstitucional e por que ainda é cobrado? 8-Por que o INSS não sofre os ajustes necessários e constitucionais como todos os outros setores, isso não é discriminação quanto aos idosos? 9-O PT não tem vergonha do que fez ao país com esse Mensalão e outras improbidades maiores? Há muitas perguntas a se fazer. Há muita coisa no ar a se dizer. Não há vergonha que caiba aos olhos da Justiça e nem ações jurídicas que apaguem essa mancha que o PT promoveu. Infelizmente faltou tudo o que se diz de honesto e dignificante.
Sugiro que assista: http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2014/02/28/gleisi-faz-aloysio-em-300-mil-pedacinhos/
Fonte: Radio Voz da Rússia
Data: 05/03/2014
Horário: 09:44 horas
Em 2014, o orçamento de defesa da China vai aumentar 12,2 %, para 132 bilhões de dólares, aponta um relatório sobre o orçamento do país, submetido à 2ª sessão do Congresso Nacional do Povo de 12ª convocação, corpo legislativo supremo do país, que abriu hoje.
De acordo com um relatório sobre a execução do orçamento central da China em 2013, o qual também deverá ser aprovado durante a sessão, os gastos com defesa totalizaram no ano passado 117,7 bilhões de dólares, o que é 10,7% maior do que em 2012.
A taxa de crescimento dos gastos militares da China suscita preocupação de alguns países que têm disputas territoriais com Pequim.
Frente à essa e outras mais, podemos afirmar categoricamente que há uma corrida armamentista em todos os hemisférios, tornando-se preocupante e há manobras com aumento crescente de arsenal militar em grande parte do mundo moderno.
Fonte: Radio Voz da Rússia
Data: 05/03/2014
Hora: 09:24
O jato chinês de quinta geração J-20 (Chengdu-20) de modificação P2011 fez seu primeiro voo bem-sucedido, de acordo com a mídia local.
Durante todo o voo, o J-20 foi escoltado por caças J-10 (Chengdu-10).
O primeiro voo de teste do Chengdu-20 foi efetuado ainda em 2011, mas o protótipo criado pelos chineses “não chegou” então até ao nível de desempenho definido pelos desenvolvimentos promissores dos competidores – o caça russo de projeto T-50 e o norte-americano F-22.
Segundo a imprensa, a aeronave continua utilizando o motor russo de quarta geração AL-31FN.
A China tem se preocupado com seu arsenal militar e sua movimentação, investimentos, poder de dissuasão, vão transformando-a dia à dia em uma nação ofensiva e trazendo constantes preocupações da a imprensa internacional.
Matéria escrita pelo jornalista russo Vassili Kashin
Data: 24/02/2014
Horas: 17:27
O novo míssil balístico indiano Agni V, assim como o primeiro submarino nuclear porta-mísseis Arihant poderão entrar em serviço já em 2015, informou no início de fevereiro o presidente da Organização de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO) indiana Avinash Chander.
A incorporação destes sistemas de armas no serviço ativo pode vir a inaugurar uma nova fase na corrida sino-indiana aos armamentos nucleares que começa a ganhar intensidade.
Ambos os sistemas, que irão ser entregues às forças armadas no próximo ano, se destinam a aumentar a segurança das forças nucleares indianas perante um ataque incapacitante por parte da China. Do ponto de vista militar, a localização geográfica da Índia é extremamente vulnerável em caso de um confronto com a China. Até os mísseis chineses de curto alcance DF-15, posicionados no Tibete, poderão alcançar uma parte considerável do território indiano e algumas cidades grandes no norte da Índia. Quase todo o país está dentro do raio de ação dos mísseis chineses DF-21 e dos mísseis de cruzeiro transportados por bombardeiros H-6K, os quais nem precisarão de passar pela defesa antiaérea indiana.
Do lado indiano, apenas os relativamente pouco numerosos mísseis balísticos de médio alcance Agni podem alcançar com segurança as principais cidades e as forças estratégicas chinesas. O aparecimento do novo míssil Agni V, com um alcance aumentado, permitirá instalar novas bases de mísseis na parte meridional da Índia. Os mísseis que forem aí posicionados poderão ter Pequim como alvo, ficando relativamente em segurança.
Os submarinos Arihant irão possuir, num período inicial após a sua entrada ao serviço, uma importância militar limitada devido ao reduzido raio de ação dos mísseis K-15 (700-750 km com uma carga útil de 1.000 kg), estando porém em curso os trabalhos para o desenvolvimento de novas versões de mísseis com um alcance aumentado. Em perspectiva, os submarinos em serviço no oceano Índico poderão alcançar pelo menos as cidades do sul da China.
A provável resposta da China será a tentativa de bloquear essa ameaça através da sua própria supremacia naval, nomeadamente através de uma frota de submarinos mais numerosa e relativamente moderna. Podemos esperar tentativas para organizar uma vigilância aos poucos submarinos nucleares porta-mísseis indianos e um patrulhamento permanente junto às suas bases, assim como a infiltração de submarinos chineses na áreas do seu patrulhamento.
Outro passo possível poderá ser a criação no oceano Índico de uma força permanente de contratorpedeiros do novo projeto 052D com mísseis de cruzeiro, o que permitirá atacar, se necessário, alvos estratégicos no sul da Índia. Numa perspectiva mais remota, quando a China possuir, provavelmente na próxima década, verdadeiros porta-aviões nucleares, poderemos falar já de grupos de ataque aeronavais equipados com centenas de mísseis de cruzeiro e dezenas de aviões de combate com armas de grande precisão.
Nas novas condições a Índia terá de desenvolver de forma acelerada a sua própria frota de submarinos nucleares. Nessa altura ela terá necessidade tanto de submarinos nucleares caça-submarinos, capazes de proteger os portadores de armas nucleares, como de submarinos equipados com mísseis de cruzeiro pesados para combater os grandes navios de superfície, incluindo porta-aviões.
Os fatos citados são de responsabilidade do autor
Como está previsto, o desenvolvimento do novo helicóptero russo de alta velocidade será concluído em 2017—2018. Diferentes variantes de tais máquinas estão sendo elaboradas na Rússia, embora ainda seja prematuro falar sobre suas caraterísticas técnicas.
A empresa moscovita Mil é universalmente conhecida graças a suas máquinas sofisticadas Mi-8 e Mi-17, que têm alta procura no mundo. A companhia planeja concluir no fim do próximo ano um projeto técnico de um helicóptero prometedor de alta velocidade, intitulado de B-37. A variante básica do helicóptero terá um conjunto contemporâneo de aviônica e outros sistemas a bordo de última geração. A velocidade de cruzeiro da máquina poderá constituir 350—370 quilômetros por hora.
A empresa russa Kamov está desenvolvendo o helicóptero Ka-92 com hélices coaxiais. Por enquanto é difícil referir caraterísticas de velocidade da versão militar da nova máquina, mas, provavelmente, elas ultrapassarão consideravelmente os respectivos índices do Ka-52 e do Mi-28H “Caçador Noturno”, aprovado pelo Ministério da Defesa. Estes dois helicópteros têm a velocidade de cruzeiro de 270 quilômetros por hora, aponta o redator-chefe do portal Avia.ru, Roman Gusarov:
“O desenvolvimento de um helicóptero de alta velocidade é uma tarefa complexa. Hoje, a velocidade comum de voo de helicópteros não supera 250—300 quilômetros por hora. Se for possível construir uma máquina com uma velocidade de cruzeiro de 500 quilômetros por hora, este será um passo gigantesco dado pela frente. Mas nesta via há muitos obstáculos que será difícil ultrapassar.”
Engenheiros de vários países tentam resolver o problema do aumento da velocidade máxima e de cruzeiro. Qualquer helicóptero tem restrições físicas que não lhe permitem alcançar uma velocidade superior a 350 quilômetros por hora em regime de cruzeiro. As leis aerodinâmicas limitam consideravelmente as caraterísticas de velocidade. Durante um voo, é impossível pôr a hélice principal assim que não resista a camadas de ar.
Na aeronáutica mundial, tais tarefas são resolvidas com a ajuda de aviões-helicópteros. Por exemplo, o Osprey americano levanta e aterrisa na vertical, como um helicóptero, e voa como um avião desenvolvendo uma velocidade de 500—550 quilômetros por hora, graças ao revolucionário desing de inclinação dos rotores montados nas asas.
No entanto, principais companhias mundiais, tais como a Eurocopter e a Sikorsky Aircraft, continuam projetando helicópteros de alta velocidade e já alcançaram bons resultados, destaca o perito:
“A Eurocopter é hoje um exemplo, ditando moda em muitos segmentos da construção de helicópteros. Muitas empresas tentam igualar-se a essa companhia, cujo helicóptero híbrido X3 atingiu uma velocidade de 470—480 quilômetro por hora em voo horizontal durante os testes no sul da França. Este é um resultado notável e por enquanto dificilmente alcançável para a indústria russa.”
Para acelerar a projeção de helicópteros prometedores de alta velocidade, engenheiros russos terão de resolver o problema dos motores, inclusive para máquinas de combate, que são produzidos na empresa Klimov em São Petersburgo embora em quantidade reduzida. A maior parte deles é comprada no exterior em primeiro lugar na Ucrânia.
Mas, é absolutamente evidente que no futuro os helicópteros de combate russos de alta velocidade, diferentemente de máquinas civis, deverão ter por definição motores fabricados na Rússia. Por isso, na empresa Klimov, estão sendo construídas novas estruturas para a produção de motores de nova geração, previstos para uma longa perspectiva e continuando a ser contemporâneos por pelo menos de 50 anos.
Prezado Roberto,
Sou muito grato por sua ótima contribuição, nos trazendo informações sobre este importante e complexo tipo de aparelho aéreo: o helicóptero.
Saiba que você é pioneiro em trazer o tema: HELICÓPTEROS, para este blog. Obrigado.
Forte abraço,
Carlos
INTERNACIONAL
Rússia e China realizarão segundo exercício naval conjunto em 2014
Treinamento acontecerá em maio e junho no oriente chinês
Jornal de Moscovita, em 27/02/2014 às 9h54
Rússia e China realizarão entre o final de maio e o início de junho os exercícios navais conjuntos Interação Marítima 2014. As manobras, que também utilizarão a aviação naval, serão realizadas no oriente chinês. Pela primeira vez, os dois países realizam treinamentos semelhantes no mesmo ano. A primeira aconteceu em janeiro, em águas internacionais do Mar Mediterrâneo.
Nos exercícios de maio e junho, os militares das Marinhas da Rússia e da China treinarão disparos de artilharia contra alvos aéreos e marítimos e testarão a eficácia de novos equipamentos de telecomunicações. Analistas políticos e militares entendem que estas manobras são fundamentais para adestrar a tropa diante de eventuais dificuldades geopolíticas.
Há uma movimentação intensa entre esses dois aliados que mostram constantemente seus músculos para a imprensa internacional e os países próximos, muito particularmente a India, se encontram intranquilos perante o poderio militar dessas duas potências mundiais.
O Brasil não esboça qualquer reação ou sentimento de intranquilidade pensando que se encontra livre desses conflitos internacionais. Todos indistintamente estão envolvidos e a América Latina encontra-se muito aquém do poderio militar que ronda por aí. O Ministro da Defesa Celso Amorim, deveria se preocupar mais e buscar uma equiparação de forças, caso a corda se arrebente e resvale para o nosso lado.
Esta falta de apetite da sociedade brasileira para discutir e cobrar ações associadas com a nossa Defesa, provavelmente nos trará um amargo arrependimento. Nossas fragilidades militares são absurdas e o desinteresse de nossos políticos com o reequipamento das nossas FFAA, principalmente com a Marinha do Brasil, beira a irresponsabilidade. Todo este descaso é a maior ameaça no momento, a soberania da Pátria!
Na próxima semana, 300 soldados norte-americanos e 12 caças F-16 da Marinha dos EUA serão transferidos “para um treino” para a base aérea na localidade de Lask, na Polônia, segundo adiantou hoje, durante uma coletiva de imprensa, o ministro da Defesa polonês, Tomasz Siemoniak.
Em virtude de um acordo americano-polonês de 2011, unidades da Força Aérea dos EUA são enviadas trimestralmente para a Polônia, numa base rotativa, para treinar pilotos locais.
O número de soldados em cada turno com duração de duas semanas a um mês não pode ser superior a 250 homens.
Os EUA e seus aliados, se encontram preocupados com as movimentações russas e chinesas no hemisfério. Há uma nítida exposição de forças buscando mostrar aos dois países comunistas que ali há a presença de ostensivas ações de seguranças territoriais.
Como se dissessem: “- Estamos aqui, não avancem!…”
Neste ano em que fazem 100 anos do início da Grande Guerra, convém estudar um pouco as razões efetivas que levaram aquela catástrofe humana, para entender o que está se passando no presente. Surpreendentemente, as semelhanças são assustadoras.
Um contratorpedeiro das forças navais dos EUA, armado com mísseis, foi enviado para o mar Negro, declarou o secretário de imprensa da Marinha de Guerra estadunidense.
O navio tem a bordo cerca de 300 tripulantes. Ele foi enviado para o mar Negro em conformidade com os acordos com a Bulgária e a Romênia sobre manobras conjuntas nessas águas.
Segundo o secretário de imprensa, a missão do navio não está de maneira nenhuma ligada aos acontecimentos na Ucrânia.
Alguém aqui neste blog tem alguma dúvida que ali há movimentações para inibir reações ostensivas por parte da Russia?
Esta movimentação faz parte do complexo jogo do poder geopolítico mundial, não acessível para amadores ou países periféricos do poder central. Desde o surgimento dos primeiros assentamentos humanos, os homens praticam seus jogos de força e poder.
Vamos ver quem piscará primeiro!
As tentativas de trazer para a situação complexa na Ucrânia “o fator OTAN”, que criará um elemento adicional de tensão, são extremamente perigosas, indica o Ministério das Relações Exteriores da Rússia.
A decisão do Conselho da OTAN relativa à suspensão de reuniões com representantes da Rússia evidencia uma abordagem tendenciosa da situação na Ucrânia, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Alexander Lukashevich. A intenção de limitar a cooperação na área que contempla os desafios e as ameaças comuns para o Conselho OTAN-Rússia é contrária ao senso comum, destaca um comunicado disponibilizado hoje no site da chancelaria russa.
Há ali um estopim aceso, quer queiramos ou não admitir. Não é atoa que China e Rússia façam conjuntamente manobras militares próximas à região. Essas movimentações militares deverão ser vistas com cautela pela comunidade internacional.
Matéria escrita pela jornalista russa, Ilia Kramnik
em 18/02/2014, às 20:16 horas.
O navio polivalente de desembarque Vladivostok, tipo Mistral, poderá contar com uma base naval já no outono de 2015, devendo as obras ser concluídas até aos finais de 2017. A primeira viga do futuro atracadouro para esse navio de vanguarda foi instalada em 11 de fevereiro na angra Uliss em Vladivostok.
Uma abordagem nova:
A falta de infraestruturas modernas tem sido um flagelo das Forças Navais russas desde os tempos precedentes à Revolução de Outubro. As instalações de manutenção técnica precárias, localizadas em Vladivostok e Port-Artur, tinham agravado a situação no decurso da Guerra Russo-Nipónica. Os problemas idênticos complicavam a atividade da Marinha na zona transpolar no período da Segunda Guerra Mundial. Nos tempos da Guerra Fria, as Forças Navais soviéticas também careciam de infraestruturas de manutenção convenientes. Uma acentuada falta de docas flutuantes, atracadouros bem equipados e sistemas costeiros de energia eléctrica fazia com que muitos navios em ancoradouro gastassem em vão seus recursos preciosos.
Hoje em dia, o processo de modernização das instalações no Oceano Pacífico iniciou na base naval em Vilyuchinsk à qual, ainda este ano, deverá atracar o primeiro porta-mísseis do projecto 955 – o Alexander Nevsky.
Na cidade de Vladivostok, em que a base naval ocupa um lugar de destaque, antes da cúpula da APEC (Cooperação Económica Ásia-Pacífico), foram reconstruídos praticamente todos os atracadouros e modernizados os demais elementos da infraestrutura local, desde os armazéns até às casernas.
Uma nova abordagem relativa à criação de novas infraestruturas deverá assegurar:
1. Maior tempo de passagem do navio no alto mar.
2. Aumento do período de serviço de navios e a redução substancial do seu desgaste.
3. Melhoria da preparação de tripulantes que serão isentos dos trabalhos administrativos durante a estadia, podendo dedicar mais tempo ao ensino e repouso.
4. Aceleração dos preparativos para eventuais ações militares.
Criação de bases de apoio alternativas
Para além das bases principais (em Vladivostok e Vilyuchinsk), no Extremo Oriente, nomeadamente, nas regiões de Primorie, na ilha de Sacalina e nas Curilhas, estão sendo instalados postos de apoio alternativos. Deste modo, a Rússia terá ao seu dispor uma infra-estrutura sólida no caso de uma guerra hipotética, por exemplo, pela parte sul do arquipélago das Curilhas. Assim sendo, a modernização das bases permitirá não só elevar a eficácia das ações da Esquadra do Oceano Pacífico, mas também receber os reforços da Esquadra do Norte pela Rota Marítima do Norte.
O restabelecimento de Esquadras alternativas também se afigura como um factor importante. Tal medida irá proporcionar manobras distantes, privadas de apoio de bases navais estrangeiras. Actualmente, prossegue a construção de novos navios de apoio logístico, de carga e de transportes. Pode-se esperar que, com a entrada em serviço de novas belonaves oceânicas, a Esquadra do Oceano Pacífico possa atuar com êxito nos espaços marítimos longínquos.
O vaso de guerra Vladivostok será posto em serviço em 2015 e o seu congénere – Sevastopol – em 2017.
Resta aqui uma pergunta pertinente: Por que há tanta preocupação nos posicionamentos de mísseis intercontinentais?
Os fatos citados e as opiniões expressas são de responsabilidade do autor.
Notícias de hoje indicam que a França estuda o cancelamento do fornecimento dos navios multitarefa da classe “Mistral” à Rússia, em função dos desdobramentos da crise na Ucrânia.
Matéria publicada pela jornalista russa, Ilia Kramnik,
em 02/03/2014, às 15:23 horas
As Tropas de Mísseis Estratégicos (TME) destacam-se entre todos os restantes ramos das Forças Armadas pelo seu objetivo: nunca combaterem, mas, mesmo assim, estarem sempre prontas para a guerra. Para a mais terrível de todas as possíveis: com o emprego de mísseis nucleares a nível global.
A lógica cruel da contensão nuclear obriga a manter as TME ao grau de prontidão máxima. Hoje, as TME, juntamente com as restantes partes da tríade nuclear, são gradualmente renovadas.
Ao falarmos das componentes concretas do poderio combativo das TME hoje, é necessário assinalar que a atual renovação do potencial desse importantíssimo ramo das forças armadas é, em grande parte, mérito do Instituto de Engenharia Térmica e da Fábrica de Votkinsk, respectivamente criador e produtor dos mísseis intercontinentais Topol, Topol-M e Yars.
Quando, em 1997, começou a fabricação em série dos Topol-M instalados em bunckers, já se supunha que esses mísseis e os Yars criados na sua base – tanto fixos como móveis – iriam se tornar a base do potencial militar das TME. Além disso, os complexos móveis eram vistos como os mais promissores. Porém, sendo capazes de proteger o míssil instalado no seu interior mesmo de explosões nucleares próximas, eles já não garantem a defesa de um choque direto de uma munição de alta precisão na tampa de um buncker, e as possibilidades dessas munições ficaram bem demonstradas precisamente nos anos 90.
Não obstante, os mísseis monobloco – e os Topol-M, tanto fixos, como móveis – portam apenas uma munição, não garantem prejuízos irreversíveis. Principalmente no caso do primeiro ataque da parte do “provável adversário” e da anunciada instalação do sistema de defesa antimíssil (DAM), que será capaz de interceptar os misseis que escaparem a esse ataque. A resposta a esse desafio foi o Yars, que combina a mobilidade com a capacidade de portar várias ogivas, pois esse míssil transporta quatro ogivas. Em combinação com o complexo de meios de ruptura do DAM, isso garante, que, no mínimo, parte das ogivas atinja o alvo.
A Divisão Teikovskaya, dois regimentos da qual foram reequipados com Topol-M móveis e dois com Yars, tornou-se a primeira unidade completamente equipada com novos sistemas. Ela tem 36 rampas de lançamento e mais de 70 ogivas.
A importância dos complexos móveis nas TME aumentou várias vezes quando o Tratado START-3, assinado por Barack Obama e Dmitri Medvedev, retirou as limitações às regiões de instalação de complexos móveis. É impossível adivinhar de que ponto da enorme região operativa será feito o lançamento, complica significativamente a sua detecção atempada e intercepção. A mobilidade é, hoje, a defesa mais segura.
Os Yars devem, nos próximos 10 anos, substituir completamente os Topol nas TME. Se essa tarefa for resolvida, ficará cumprido o programa mínimo de prontidão militar das TME quando for instalado o sistema DAM dos EUA. O programa máximo depende não só dos meios concedidos às forças nucleares estratégicas. Estes sistemas necessitam também de defesa. Hoje, é necessário criar regiões defendidas, protegidas por um sistema de defesa aéreo-espacial. Nelas, os complexos de mísseis móveis ficarão seguramente defendidos do primeiro ataque. Os 190-200 Yars, que serão fornecidos até 2020, substituirão nas TME os 170 mísseis RS-12M Topol fabricados nos anos de 1980 e 1990 e garantirão um número suficiente de lançamentos de treino. Continuarão em serviço mais 70 mísseis Topol-M produzidos entre 1997 e 2011, parte dos quais será utilizada em lançamentos no quadro do trabalho com vista a prolongar o recurso atribuído.
Mas nem todos estão de acordo com a perspectiva da retirada de mísseis líquidos das TME. Precisamente por isso surgiu o projeto de um novo míssil líquido. Programado para substituir o RS-20 Voevoda, a sua produção irá começar em finais deste ano.
Durante muito tempo, os mísseis balísticos intercontinentais líquidos instalados em bunckers constituíram a base do poderio militar da URSS e, hoje, têm um papel de relevo no arsenal nuclear da Rússia. A retirada gradual de funcionamento desses mísseis, devido ao esgotamento da validade, tornou-se uma das principais causas do declínio do potencial nuclear russo. Até há pouco tempo, o monobloco Topol-M era o principal meio fornecido às TME. Depois veio o Yars, mas as suas 3-4 ogivas são insuficientes para se tornarem num substituto válido dos Voevoda RS-20, conhecidos no Ocidente como Satã. Nestas condições, a criação de um míssil líquido instalado em buncker da nova geração seria considerada sensata, porque o multi-ogivas aumenta as possibilidades de, no mínimo, parte das ogivas ultrapassarem o sistema DAM.
Porém, por detrás do poder de atração dessa decisão estão escondidos sérios problemas. As rampas de lançamento em buncker podem salvar o míssil quase de tudo: mesmo uma explosão nuclear a poucas centenas de metros não garante a destruição do míssil. Porém, o desenvolvimento de sistemas de alta precisão cumpre os seus objetivos: a partir de agora, qualquer buncker pode ser destruído ao ser atingido uma ou duas vezes por uma munição convencional com várias centenas de quilos de substâncias explosivas. A ameaça de um primeiro ataque neutralizante com o emprego de armas de alta precisão tornou-se uma das causas da transferência do “centro de gravidade” das TME para os sistemas móveis e do aumento da parte da armada de guerra na tríade nuclear. Os complexos móveis, capazes de se dispersar rapidamente, tornaram-se num alvo mais difícil. Nem satélites, nem aparelhos aéreos não pilotados garantem a detecção desses aparelhos. A possibilidade de mudança rápida de posição, a inacessibilidade de parte significativa do território da Rússia à espionagem por satélite devido às condições meteorológicas, as enormes distâncias que têm de superar os aparelhos não pilotados, tudo isso dá vantagens significativas aos sistemas móveis em comparação com os bunckers.
Por isso, a decisão de elaboração rápida e fabricação de um novo míssil instalado em buncker não pode ser um passo sério rumo ao aumento das possibilidades das TME. E, por enquanto, ainda não é tarde para rever essa decisão.
Os fatos citados e as opiniões expressas são de responsabilidade do autor
Prezado Ruy,
Obrigado pela contribuição.
Seria possível você escrever ou disponibilizar um artigo, para ser publicado no blog, sobre o Sistema Astros 2020 – Avibrás?
Por que a Aviabrás optou por utilizar o chassis e “power-train” Tatra, importado da República Tcheca, deixando de utilizar veículo produzido no Brasil?
Forte abraço,
Carlos
Radio Voz da Rússia, em 07/03/2014,
às 12:54 horas (horário de Moscou).
Os dispositivos e sistemas de navegação mais recentes e sem par no mundo, desenvolvidos na Rússia, serão instalados nos navios do Serviço Hidrográfico da Federação Russa da flotilha do mar Cáspio.
Os instruments sofisticados permitirão aumentar multiplamente a precisão na medição de todos os parâmetros referentes a posições de navios ao longo de seu percurso.
Além disso, a implementação de equipamentos de navegação de última geração irá melhorar qualitativamente a segurança da circulação marítima e o controle sobre o funcionamento dos mecanismos a bordo do navio tanto no alto mar como durante o estacionamento no cais.
Caso a Rússia não estivesse preocupada com os EUA & aliados, certamente não estaria direcionando seu orçamento militar para esse fim. Há uma nítida preocupação em se detectar com precisão submarinos ou embarcações inimigas na região. Embora já existam satélites militares que vasculhem toda a costa russa, complementos como esses somam-se positivamente ao já vasto arsenal militar do Krenlim.
DEFESA- Cortes orçamentários criam pânico na base industrial de defesa.
(Matéria escrita pelo jornalista Júlio Ottoboni)
O anúncio do corte entre R$ 3,5 a 4,5 bilhões no orçamento dos projetos ligados ao setor de defesa e a possível extinção do PAC do setor pelo governo federal criou uma onda de pânico no polo aeroespacial de São José dos Campos. A informação dada na última semana com o plano de economizar cerca de R$ 44 bilhões dos cofres públicos e atingindo em cheio o Ministério da Defesa, que sequer sabe quais serão os projetos e programas a serem afetados.
A indefinição associada ao anúncio brusco ampliou a maré de incertezas no empresariado. Os boatos que isso aconteceria já rondavam as empresas, entretanto eram constantemente desmentidos por integrantes do Governo Federal. A grande maioria dos contratos firmados pelo polo aeroespacial de São José, SP, é com a governo federal ou tem o aval direto dele, como empréstimos e ações de financiamento de compra e venda.
A falta de transparência no processo gerou inúmeras versões e possibilidades, que passam agora a constar nas análises futuras deste segmento. O orçamento da pasta da Defesa foi sumariamente cortado de R$ 14,7 bilhões para algo próximo a casa dos R$ 10 bilhões. O valor se manteve neste patamar – ainda considerado alto para muitos – pelos gastos previstos com a Copa do Mundo, evento esse sob constantes ameaças e possibilidades reais de intervenção das armadas numa provável avalanche de protestos nas ruas do país.
Diante do quadro, os dirigentes das empresas optaram novamente pelo silêncio ou por reclamar apenas entre os pares. Nada público ou que possa desagradar o governo de Dilma Rousseff, principalmente em ano de eleição, mesmo sob as inconstâncias em manter uma política sólida para o setor de defesa. Até mesmo o início da transferência de tecnologia do caças do programa F-X2 está sob suspense.
Ainda se aguarda algum tipo de pronunciamento do Ministério da Defesa, que estuda quando e como fará os cortes. Dos projetos prioritários, de acordo com o próprio governo federal, três dos maiores envolvem companhias do polo do Vale do Paraíba.
O primeiro deles é o SISFRON (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), sob custódia do Consórcio TERPRO que é formado por um consórcio de empresas lideradas pela EMBRAER Defesa e Segurança. Sua parcela dentro do orçamento lhe remete a soma de R$ 213 milhões para esse ano, de um total de R$ 850 milhões.
Sem isso, o monitoramento da fronteira do Mato Grosso do Sul com áreas problemáticas do Paraguai e Bolívia serão prejudicados. Já o cargueiro Embraer, o KC-390, que será destinado a Força Aérea Brasileira, teria um aporte de R$ 960 milhões. O que também tornou-se uma grande incógnita.
Para a desesperada AVIBRAS, que tem enfrentado uma interminável crise nas últimas décadas, seriam liberados cerca de R$ 90 milhões de um total de R$ 1,2 bilhão para o programa Astros 2020, destinado ao Exército Brasileiro e com boas perspectivas de recolocar a empresa novamente no cenário mundial como exportadora de armamentos convencionais. Também incluído o Míssil Tático TM-300, fundamental para o futuro da empresa.
Ainda para aumentar a ansiedade da Embraer, na previsão orçamentária do ministério se encontra R$320 milhões para a modernização de aviões, como os que servem o SIVAM, e sistemas embarcados para modernizar aparelhos que estão em uso pela FAB.
O Programa de Modernização do caça A-1 (AMX) foi interrompido pela EMBRAER Defesa e Segurança (EDS), já no ano de 2013, pelo descompasso no fluxo de recursos. É prevista a modernização de 43 aeronaves (33 monopostos e 10 bipostos).
Porém, a situação já vinha deteriorando-se desde 2012. O repasse e empenho de recursos para muitos programa sofre contínuo atraso. O caso do A-1 com a radical medida tomada pela EDS não é único no âmbito dos projetos militares.
O escritório da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate,mais conhecido pela sua sigla COPAC, manteve TODAS as suas equipes de contrato em prontidão até o dia 31 de Dezembro, na esperança de que as verbas contingenciadas, durante 2013, fossem liberadas pela área econômica do Governo. Um processo usual ao longo de muitos anos com a liberação dos recursos ao apagar das luzes do ano.
Há o sentimento de que o Governo Federal ficou ressabiado com a eficiência no empenho dos recursos pelos escritórios de projetos militares, tanto da COPAC, como do Exército e da Marinha. A liberação que era para ser de mentirinha para a maioria dos Ministérios, pela inércia burocrática em realizar os empenhos, para os militares é realidade concreta.
A maior penalização está imposta às empresa que investiram em estrutura industrial e aumentaram sua base de assalariados: em especial: a EDS, HELIBRAS e o Consórcio do PROSUB.
Como o governo menciona cortes de 7 Bilhões de reais no PAC, não sabe-se qual o impacto sobre os programas ali constantes, tais como : KC-390, ASTROS 2020, PROSUB, H-XBR e o blindado Guarani.
Contatados por DefesaNet três dirigentes das empresas com programas no PAC, estavam à cata de informações concretas e enfrentavam uma mudez tanto pelo Ministério da Defesa como da Área Econômica.
A ABIMDE, entidade que engloba as empresas do setor de Defesa e Segurança não emitiu pronunciamento. O COMDEFESA da FIESP procurava mais detalhes para posicionar-se.
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Muito obrigado pela excelente contribuição, a pela importância e urgência, publiquei no Blog. Temos que reagir contra estes sistemáticos cortes e contingenciamentos que ano após ano debilitam nossos programas militares estratégicos, bem como nossas FFAA. A Sociedade Brasileira precisa ser informada dos riscos que a soberania do Brasil está correndo. Infelizmente, discussões esta importância sõa interditadas pela mídia empresa.
Forte abraço,
Carlos
Link: Cortes Orçamentários Criam Pânico na Base Industrial de Defesa